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Sonho ou realidade? Mas que cu! | Cornos | Acervo de Contos

Sonho ou realidade? Mas que cu!

Ela virou para mim e olhando no fundo dos meus olhos, com olhar em chamas disparou: quero experimentar dar o cu! Era só disto que eu lembrava ao acordar tinha sido um sonho, mas daqueles sonhos diferente muito real, a única controvérsia era a de que na vida real esta gata do sonho já me dissera com todas as letras que não dava o cu, nem para o maridão que cansara de implorar e tentar, ela nem deixava dar dedadinhas no cuzinho enquanto gozava em minha pica.

Bem naquela noite por coincidência (para quem acredita em coincidências) iríamos nos ver e ao encontrá-la já a caminho do motel ela com uma cara de safada das grandes me disse com aquele ar de vergonha que neste dia ela queria experimentar outra coisa que seria uma surpresa para mim. Na hora me veio o sonho e á lembrança, coisa que quase me fizera gozar á noite, mas esquecera completamente durante o dia. Pensei não pode ser, mas o sonho foi tão intenso que logo afirmei falando para ela ?já imagino o que seja? ela falou ?então fala? eu disse e tão legal que eu quero escutar, ela falou ?e claro, pensa que sou boba o que quer que eu diga você vai falar que era isto mesmo?. Eu parei o carro e disse para ela ?a noite passada eu tive um sonho muito especial, diferente em que você me pedia para fazer em você uma coisa que já me disseste que não gosta e nem quer fazer comigo e com ninguém?, e no sonho você quase implorava com tesão, então quero ver pois acho que esta noite vou viver este sonho. Ela corou, ascendeu um brilho em seus olhos e ela me puxando pelo pescoço balbuciei em meu ouvido ?quero experimentar dar o cu?, eu não acreditei como não acredito ate hoje, mas isto não teve a menor importância, pois minha rola saia pela gola, abri a calca ali no carro ainda indo apressadamente para o motel e mostrando a ela o que estava acontecendo com minha rola de tanto tesão ela segurava e nos semáforos dava uma chupada rápida e molhada.

Chegando no motel entre beijos longos e molhados com a língua toda dentro de sua boca e com minha a rola sendo dirigida por ela e massageando sua buceta que e maravilhosamente grande ela passava quase a metade dentro e tirava só potencializando ainda mais meu tesão que a esta altura já sentia pressão nas bolas quase de dor de tanto tempo com a rola dura no transito ate o motel, enfiava a ponta do dedo médio em seu cu sem objeção desta vez, daí tive a certeza de que ia fuder muito aquele cu naquela noite. Coloquei na clássica posição de 4 e abrindo lhe bem as pernas vi aquele rabinho que iria arrombar a partir daquela noite.

Lubrifiquei mais a minha rola bem no fundo de sua vagina molhada que a esta altura já estava na potencia máxima dos seu tesão e minha pica que não e muito longa mas também nada curta com seus 18 cm e 7 de grossura parece desproporcional mas a cabeça e bem carnuda e macia, depois de algumas socadas bem no fundo da buceta tirei bem melada para começar a forçar no cu. Ela gemia, gritava de tesão e dor as vezes e falava poesias como ?fode meu cu?, ?me arromba pra ficar mais fácil?, ?vem põe tudo? e a cabeça foi entrando e alargando aquele cu, quando estava já com a metade dentro fui bem devagar dando tapas na bunda pois sei que isto distrai a vadia chamando a sua atenção para a bunda ajudando a relaxar o cuzinho que a esta altura já não era mais cuzinho, tinha uma bitola de 7 cm de diâmetro entalado naquele rabinho. Pedi que ela ficasse imóvel que deixasse eu mexer se não doeria mais e quase tirando tudo deixando só a cabeça dei aquela cuspida de costume para lubrificar ainda mais e comecei os movimentos mais cadenciados e fortes. Ela urrava e dizia mais poesias ?vai filho da puta mete neste cu que agora e teu?, ?vai filho da puta, fode, fode, fode, mete com força?, eu coloquei minha Mao na buceta só para ver se estava com bastante tesão e parecia que ela estava mijando a vadia de tanto tesão. Comecei a sentir contrações fortes em seu rabo enquanto o motel todo ouvia os gritos que estavam adoravelmente descontrolados e altos.

Bumbava forte seu rabo, descontado ás vezes que eu quis aquele cu e ela não ?me cedeu a calda?. Pensava hoje estou descontando, meti ate ela gozar duas vezes e quase desmaiar de tanta canseira que dei. Eu consigo segurar minha ejaculação por bastante tempo, a noite toda se for da minha vontade e assim fazia com ela ate que na sua segunda gozada ela apertou tanto o meu pau com seu cu que eu explodi, minha porra encheu seu cu deixando aquela imagem ótima que eu gosto de ver ao tirar o caralho de dentro do cu bem fodido e arrombado que não fecha todo naquele instante e cheio de leite que chegava ate escorrer. So para terminar esta estória que ainda esta acontecendo comigo pois temos quatro anos que eu como aquele cu, sendo que ela varias vezes no telefome já me falava ?hoje quero no cu?, ?hoje estou como viado, quero dar muito meu cu?, so de escutar eu já começava a tocar uma punheta pois ela também me viciou em seu cu. Já comi seu rabinho no cinema, na rua a noite com ela de PE so levantando a saia, no drive-in debruçada no para-lama do carro, enfim esta filha da puta ainda vai me matar de tanto fazer eu comer seu cuzinho. Corrigindo seu ?cuzão?, que so de lembrar para escrever eu já liguei para ela e amanhã nos vamos nos ver.

 

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