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Socando a vizinha | Cornos | Acervo de Contos

Socando a vizinha

acordei naquela manhã com a bóia da caixa d?água travada e por ela não parar de encher acabou transbordando e inundando parte da minha casa. Enquanto eu estava no telhado tentando consertar o defeito escutei alguns gemidos que me levaram a curiosidade de ir conferir e quando eu me aproximei da divisa do quintal vi que os meus vizinhos estavam se pegando na maior sacanagem, o cara usava uma mascara que lhe cobria todo o rosto e ela estava com  uma venda nos olhos e algemada com os pulsos para trás, de pernas abertas e curvada sobre o tanque de roupas enquanto ele puxava o cabelo dela como se fossem rédeas a socando por trás, fiquei espiando e pelo visto ela deveria ter ido lavar roupas, o marido que trabalha a noite chegou cheio de amor para dar e começou a lhe provocar, ela não resistiu e os dois acabaram se pegando ali mesmo no quintal. Eu ate achava que a minha vizinha era uma coroa gostosa mas eu nunca havia criado qualquer tipo de desejo ou expectativas sobre ela, só que após assistir a minha vizinha metendo isso acabou se transformando numa obsessão. Eu passei a lhe cercar na rua, tentava ser gentil e aos poucos fui sabendo um pouco mais da rotina do casal, ela levava os dois filhos cedo para o colégio e depois que ficava sozinha em casa, ela se despia ficando bem mais a vontade para iniciar a sua faxina domestica, o marido que chegava por volta das dez da manhã quando não estava muito cansado ao encontrar a mulher nua ou semi nua acabava dando umazinha antes de ir dormir ou então quando ele acordava lá pelas três ou quatro da tarde porque as cinco ela precisava ir buscar os filhos no colégio.

Mesmo sabendo que eles estavam metendo porque podia ouvir os gemidos dela nem sempre eu tinha um bom ângulo para ver a transa porque eles se pegavam por todos os cômodos da casa e quando não ouvia esses gemidos pela manhã com certeza eu os ouviria de tarde e foi justamente esses horários que acabou me dando a idéia de aproveitar o dia em que ele estive-se muito cansado, porque enquanto ele fosse dormir eu poderia ter o meu momento de prazer com a vizinha. 

A primeira providencia foi comprar uma mascara igual a dele e é claro que as algemas também, depois foi só ficar espiando e aguardando o momento certo de pular o muro para iniciar o meu plano. Nas noite de segunda para terça o trabalho dele deveria ser mas exaustivo porque normalmente as terças ele já chegava dormindo e foi então que eu pulei o muro já mascarado e surpreendi a minha vizinha, nesse dia ela vestia apenas uma calcinha enquanto varria o quintal, eu a segurei por trás lhe tapando a boca e logo após o susto ela se deixou levar, quando tirei a mão da sua boca para poder lhe vendar e algemar ela pensando que eu era o seu marido disse para mim que essa semana ela não poderia brincar porque estava mestruada. Passei dias desejando aquela mulher e ouvir isso foi meio que um banho de água fria, mas eu estava tão excitado para meter com a minha vizinha que não podia perder aquela oportunidade, terminei de lhe prender e comecei a acariciar o seu corpo, ela se arrepiava com o toque, suspirava, mas insistia em dizer que não poderia porque ela iria sujar tudo de sangue. Quando rasguei a sua calcinha ela elogiou me chamando pelo nome do marido dizendo que hoje eu estava impossível e voltou a insistir dizendo que ela não estava em condições de fazer sexo. Enquanto eu acariciava o seu grelinho vi que saia um fio de barbante do tampão que ela usava, mas isso não me fez parar e eu a fiz gemer enquanto lambia a sua boceta, logo ela que dizia que não poderia fazer sexo hoje já começava a me pedir ou melhor dizendo, pedir ao seu marido como ela achava que fosse, para que a possui-se. Enfiei o meu cacete entre as suas pernas, mas só fiquei tirando um sarrinho naquela boceta encharcada, ela começou a rebolar gostoso tentando apontar o meu cacete na entrada da sua boceta e sempre que ela conseguia eu recuava a deixando mas ensandecida de desejo, na tentativa para que eu a possui-se ela começou a forçar o seu corpo de encontro ao meu e foi justamente entre uma dessas forçadas e recuadas que eu a penetrei, o meu cacete acabou subindo um pouquinho pelo rego da sua bunda quando eu recuei, enquanto ela forçava o seu corpo para trás, o meu cacete acabou apontando e entrando no primeiro buraquinho vago que ele encontrou, ela deu um gemido alto de dor quando o meu cacete invadiu de uma só vez o seu cuzinho que eu tive medo que o marido dela acorda-se, rapidamente tapei a sua boca para cessar o seu grito e fiquei quietinho engatado no cuzinho dela tentando ouvir se vinha algum som de dentro da sua casa para saber se eu tinha que bater em retirada e enquanto eu estava ali tentando escutar todo apreensivo com aquela situação, ela começou a rebolar a sua bunda no meu cacete pedindo para que eu goza-se para ela. Apesar daquele cuzinho estar delicioso eu não conseguia gozar porque depois daquele grito eu fiquei muito nervoso achando que o marido dela nos pegaria no ato a qualquer momento e só continuei ali socando a vizinha enquanto planejava a minha fuga, porque quando eu imaginei entrar, excitado, esqueci que ao sair não poderia deixar a minha vizinha algemada e vendada, mesmo porque se o seu marido estava dormindo, quem a teria possuído. Percebi que a insistência dela para que eu goza-se logo era porque ela estava ficando incomodada com o meu cacete atolado no seu cuzinho, então eu o retirei e o coloquei na sua boceta mestruada socando aquele tampão com barbantinho e tudo lá para o fundo, novamente precisei tapar a boca da minha vizinha porque excitada ela começou a gemer alto e quando ela gozou o seu prazer se misturou com o sangue que lhe descia de perna a baixo, então eu a puxei pelo cabelo fazendo com que ela se abaixa-se para limpar o meu cacete e enquanto ela lambia tentado chupar eu fui esfregando o meu cacete pelo seu rosto deixando ela toda lambuzada de vermelho e quando finalmente eu me dei por satisfeito, terminei gozando sobre o rosto dela. Depois a levantei e a conduzi ate ao seu banheiro onde rapidamente retirei a algema, fechei a porta deixando ela lá dentro e depois sai correndo para os fundos onde tornei a pular o muro, dessa vez para a minha casa.

Já recuso na minha casa eu comecei a pensar no ato que eu havia cometido, um leve sorriso no rosto ao lembrar da minha vizinha gemendo e pedindo para que eu goza-se no seu rabo e uma certa apreensão por temer as conseqüências que esse ato poderiam acarretar, comecei a imaginar quando a vizinha sai-se do seu banho e desse por conta de que não poderia ter sido o seu marido, já que ele ainda dormia profundamente ou se caso ela ainda não tive-se desconfiado que não havia sido ele, estranharia ao fazer algum comentário quando o marido acorda-se ou se ele lhe procura-se a tarde para dar umazinha. A verdade, é que impulsionado pelo desejo eu acabei agindo estupidamente achando que ficaria oculto através de uma mascara e que ela já mas saberia quem foi por estar vendada. Passava um pouco das nove da noite quando a minha campanhia tocou, ao abri o portão, me deparei com a minha vizinha e ela estava simplesmente linda e perfumada, eu fiquei tão nervosos que não tive nem palavras para perguntar o que ela queria, mas ela logo disse a que veio já que o seu marido havia acabado de sair para trabalhar, me perguntando se eu não poderia lhe ajudar a retirar o absorvente que eu havia socado para dentro da sua boceta naquela manhã. Ufa!!! me senti  aliviado ao saber que eu não só tinha me safado de maiores complicações como poderia ter a minha vizinha com o seu consentimento, ela só me pediu para pular o muro nos fundos para que ninguém vise um homem entrando na sua casa após o seu marido já ter saído para trabalhar e todas as noites assim que o marido dela saia, eu assumia o seu lugar na cama com ela.

 

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