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Só um tapinha não dói | Cornos | Acervo de Contos

Só um tapinha não dói

Marquei uma praia no domingo com a galera, mais disse que tinha que ser bem cedinho porque trabalharia a noite. Sábado a noite todo mundo caiu na gandaia e eu fiquei igual um trouxa esperando o pessoal pela manhã, decidi ir sozinho imaginando que mais tarde apareceria alguém.

Estava tudo normal ate então, famílias chegando com a farofada, a criançada correndo pela areia, surfistas namorando as ondas, a mulherada pegando sol e a rapaziada só espiando o tamanho dos biquínis enquanto o salva vidas colocava as bandeiras de advertência.

Estava sentado na areia criando coragem para entrar na água fria quando chegou um casal de mãos dadas, acompanhados de mais homem. O cara armou a barraca, as cadeiras e voltou no carro para pegar o isopor com as bebidas. O homem aproveitou que o outro havia ido ao carro e cochichou algo no ouvido dela, não sei o que foi mais supus que fosse sacanagem porque ela lhe deu uma tapa no braço e falou rindo para ele parar de bobeira, o outro retornava e o que havia ficado falou para ela apontando o volume na sua sunga que seria melhor ele ir para água esfriar os ânimos. O que chegou deu um selinho nela pegou uma cerveja, sentou-se em uma cadeira com seus óculos escuros, minutos depois o outro chegava todo molhado respingando o casal, dizendo que a água estava boa e perguntando se eles não iriam tomar um banho.

Ela ajoelhou-se na frente do que estava sentado e virou-se para que ele pude-se amarrar a parte de cima do seu biquíni, levantou-se deu uma conferida para ver se não tinha platéia e só então começou a retirar rebolando a sua bermuda apertada. A principio cheguei a pensar que pelo volume, ela estive-se usando um absolvente, por isso ainda não havia tirado a sua bermuda, mais não, ela era mesmo uma bucetuda, uma morena baixinha toda bem contornada com aproximadamente 1,60m, coxas grossas, barriguinha sarada e um par de peitos maravilhosos, ela era daquelas que faz jus ao titulo capo de fusca, porque tinha uma xoxotinha carnuda, seu biquíni apertado dividia seus lábios vaginais e salientava seu grelinho. Deitou-se com a bunda para cima e com um pedacinho de pano que sumia entre ela deixando ver apenas as laterais que fixavam a parte da frente. Era simplesmente inevitável não olhar para aquela magnífica bunda, grande, redondinha e lizinha, mais procurei evitar porque eu tinha a nítida impressão de que estava sendo observado através dos óculos escuro e não estava a fim de arrumar confusão.

Também fui para água esconder o meu volume e desviar os pensamentos maldosos que eu estava tendo com aquela mulher maravilhosa quando um dos caras chegou, se apresentando como Atila e me dizendo que ela havia gostado de mim e que o sonho dela era transar com dois homens ao mesmo tempo e mandou que eu fosse lá conversar com ela para ver se rolava.

Não entendi nada a final ela já estava acompanhada de dois homens, cheguei meio sem jeito disfarçando e comecei puxar conversa, ela me apresentou o Célio como seu marido, um homem de poucas palavras que não tirou nem os óculos escuros para me cumprimentar e o outro ela disse com a maior naturalidade que era Atila seu amante, no mesmo instante eu olhei para o corno do Célio que não falava nada, sua cabeça imóvel em outra direção, parecia não prestar atenção no que dizíamos mais no intimo eu sentia que ele nos olhava por trás das lentes escuras de seu óculos de sol.

Novamente Atila chegou molhando a todos e com a cara mais sínica perguntou a ela se ia rolar, ela levantou, olhou bem no fundo dos meus olhos com uma cara de safada e me deu a mão, chamando para ir na água com ela. Começamos a nos beijar calorosamente na água enquanto o corno e o amante nos olhavam, eu tentando me equilibrar com o balanço das ondas e ela enfiando sua mão habilidosa dentro da minha sunga para certificar-se do meu verdadeiro volume (18x5). Ela voltou para arreia sorrindo e dizendo bem debochada que alguém teria que nadar um pouquinho para se acalmar, se não iria sair da água furando os olhos de todo mundo. Atila aproximou-se dizendo que ela estava falando com o Célio e que já, já nos iríamos, lá da água vimos quando ele começou a recolher as coisas e logo fomos ajudar, entremos no seu carro, um Astra prata, com todos os vidros filmados e rumamos para um motel, passamos por ruas e avenidas movimentadas, paramos em vários semáforos sem que o publico lá fora soube-se da verdadeira sacanagem que rolava ali no banco traseiro do Astra, enquanto isso o corno do Célio dirigia vagarosamente e nos observava pelo retrovisor, eu e o Atila disputávamos cada pedacinho do corpo de Verônica, que nos retribui-a com deliciosas chupadas e uma punheta gostosa. Nos recompomos e ela passou para o banco do carona para nos entramos no motel, já no quarto passamos para condição de observadores enquanto Verônica e o Célio faziam um sessenta e nove mais logo depois fomos autorizados a participar, Atila serviu sua pica para Verônica que revezava as chupadas ora na sua ora na do Célio e eu me posicionei por trás introduzindo minha pica naquela xoxotinha apertada que o Célio deixou toda babada de saliva, só que a cada estocada que eu dava sentia sua língua roçar no meu saco, achei um pouco estranho mais quando vi o Atila bombando com vontade e o Célio com as perninhas arqueadas tive a certeza de que alem de corno ele também era um viadinho, deixei minha pica escorregar propositalmente da xoxotinha da Verônica e o Célio logo a abocanhou com sofreguidão, ela virou-se e começou a cavalgar o Célio enquanto Atila ainda o penetrava mais logo ele tirou e introduziu no rabinho dela que já estava sendo preparado com dois dedinhos, botei Verônica para mama e o Célio ficou lambendo minhas bolas quando a histeria começou a tomar conta do ambiente. Atila encheu seu rabinho de porra e logo em seguida Célio encheu a sua xoxotinha, não demorou muito para que minha pica começa-se a esguichar forte dentro da sua boca, depois de absorver cada gota ela dividiu minha porra com o Célio em um beijo bem babado que eu nem sei se sentia tesão ou repulsa pela cena.

Célio disse que estava acabado e se dirigiu para a hidromassagem, pela vidraça nos assistia fuder sua maravilhosa esposinha em varias posições enquanto se masturbava suavemente mais ficou totalmente possuído de desejo quando nos viu fazer uma dupla penetração vaginal com Verônica que dela da banheira anunciou que iria gozar. Célio deitou-se de costa ao nosso lado e começou beijar Verônica enquanto nos a possuíamos, Atila lhe introduziu um dedo no rabo e perguntou se ele queria sentir duas picas ao mesmo tempo. Era nítida a sua expressão de felicidade que ele quase arrancou Verônica para poder ocupar o seu lugar, me senti um pouco incomodado no inicio com a sua pica roçando em meu abdome, nunca havia tido experiências homossexuais e fiquei meio sem jeito mais com certeza compensou comer aquele cuzinho, Célio ficava parado contraindo e relaxando a sua musculatura anal que ate parecia que ele estava sugando minha pica para o seu interior. Foi com certa dificuldade que Atila conseguiu romper a passagem para ficarmos juntos dentro do seu cuzinho, mais por varias vezes parecia que o Célio não iria agüentar, pois colocava sua mão para trás tentando conter a invasão do Atila que me ajudava a dilacerar seu rabo, Célio deixou minha barriga toda melada quando gozou e o esperma do Atila escorria do rabo do Célio pela minha pica ate o meu saco. Deixei os dois abraçadinhos na cama curtindo o momento e fui me lavar, me enfiei na banheira junto com Verônica que relaxava na hidromassagem, mal comecei a acaricia ? lá e ela logo me pediu para possui ? lá, Verônica ficou de quatro abraçada a borda da banheira e a cada estocada que eu dava ela mandava eu meter com mais força, vi que ela queria ser possuída com certa violência, aproveitei para dar uns tapas naquela bunda magnífica e percebi que ela força seu corpo contra o meu a cada tapa que ela recebia, fiquei parado e foi ela quem cadenciou a metida, quanto mais forte fosse o tapa, mais rápido ela vinha de encontro ao meu corpo. A velocidade do nosso balanço começou a produzir ondas na banheira, senti meu gozo se aproximando e decidi mudar de posição para prolongar a brincadeira, sentado, abracei-a de frente junto ao meu corpo e enquanto chupava seus peitos, com minhas mãos em sua bunda ritmava seu rebolado com minha pica toda cravada em sua xoxotinha, ela começou a gemer me dizendo que já estava quase gozando também e decidiu ficar acocorada, com uma mão de cada lado da borda da banheira ela sustentava seu tronco e ficava me olhando fazendo caras e bocas com desejo e provocação movimentando apenas o seu quadril freneticamente contra a minha pica que estava rígida como uma estaca, ela se mostrava ensandecida xingando ate alguns palavrões. Foi simplesmente inevitável segurar o orgasmo e assim que ela gozou, arriou seu corpo deixando minha pica cravada no seu útero, minha pica parecia que não ia parar de pulsar jorrando todo o meu esperma dentro da sua xoxotinha e a cada pulsada que ela dava sua xoxotinha também se contraia, ela começou a me dar tapas no rosto e dizia:

- olha o que você fez comigo seu cachorro, olha. Com as suas mãos serradas ela batia no meu peito, dizendo que isso não podia ter acontecido enquanto suas lagrimas escorriam pelo canto do seu rosto.

Eu estava tão excitado por aquela mulher que simplesmente não entendi nada, ainda estava com minha pica dura que estava sendo mastigada pela xoxotinha da Verônica que não parava de se contrair, segurei seus pulsos para que ela parasse de me bater e lhe perguntei o que estava acontecendo, aos prantos ela simplesmente respondeu que eu lhe fiz gozar.

Disse-lhe que ela ainda não tinha visto nada por que eu a queria mais, espantada ela retrucou querendo saber mais o que, malicioso respondi que já havia gozado em sua boca e em seus peitos quando estávamos na cama e que na banheira havia gozado na sua xoxotinha e que agora só faltava gozar no seu cuzinho, ela voltou a me dar tapas no rosto dizendo:

- você que meu cu seu cachorro, então come meu cu, mais come com vontade o cu da sua puta, enche ele de leite também, enche.

Ainda na banheira, estiquei o braço e abaixei a tampa da privada, a ergui no colo e a coloquei deitada de costas sobre o sanitário, com uma mão na banheira e outra na papeleira ela se equilibrava rebolando a sua bunda, facilitando assim a minha penetração, mesmo entrando por trás eu ainda podia sentir sua xoxotinha se contrair expulsando o meu esperma que fazia bolinhas como se fosse goma de mascar, segurando em suas coxas eu dava duas ou três socadas rápidas para depois dar uma lenta e profunda, às vezes retirava minha pica por completo só para dar uma espiadinha no estrago que eu estava fazendo no seu delicioso cuzinho, mais não podia me demorar muito porque se não ela me puxava pela pica para que eu lhe introduzi-se novamente. Ela continuava rebolando alucinada me xingando e implorando para que eu enche-se seu cu de leite, quando minha pica começou a pulsar no seu cuzinho, tive a certeza de que ela havia gozado de novo, porque voltei a sentir suas contrações vaginais.

Depois dessa transa ela desfaleceu exausta que quase caiu do sanitário, a carreguei para cama com minhas pernas bambas e a coloquei entre Atila e o Célio que assistiam extasiados a nossa per formasse, eles ficaram contemplando seu corpo nu enquanto ela dormia. Anotei seus telefones e me despedi, pois ainda precisava ir para o trabalho, só ir porque naquela noite com certeza eu não conseguiria ficar acordado.

Ela fazia a vontade do Célio, sempre tivera boas transas mais nunca um orgasmo.Atila perdeu seu posto de amante com Verônica, mais eu não deixei que o dispensasse porque para sair com ela, eu tinha que comer o viadinho do seu marido corno e já que o Atila gostava de enrabar o Célio todo mundo ficaria satisfeito.

 

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