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"Ser corno" O preço do presente. | Cornos | Acervo de Contos

"Ser corno" O preço do presente.

Noite de quinta, pouca gente no club de swing uma dúzia de casais, freqüentadores conhecidos, cinco das mulheres intimamente conhecidas minhas e claro que a rola de seus parceiros já passara pela buceta depiladinha de minha gata que nesta noite estava no cio, o seu olhar parecia me hipnotizar levando a minha rola ao nível maximo de dureza e grossura, ela sabe sugar uma rola ate o talo como dizem no popular e em nosso canto namorávamos vorazmente, ela não parou de me chupar nem quando o garçom veio á mesa ver se queríamos mais alguma coisa.

Como de costume as recepcionistas costumam apresentar a casa a pretensos swinger, as pessoas que vêem pela primeira vez e era isto que estávamos presenciando, um casal desconhecido nosso e muitíssimo elegantes acabavan de chegar ás mesas e pareciam ter saído de uma cerimônia de casamento ou algo do gênero. Sentaram próximos de nos enquanto eu comentava com minha loira tesuda que tínhamos carne fresca no pedaço. Ela e como eu adepta da putária e logo percebeu meu interesse pela sacanagen do batismo de novos casais, coisa que não muitas vezes, mas já havíamos feito antes.

E muito bom sentir a curiosidade, o tesão, o medo, a pouca pratica do sexo liberal, e percebemos que tratavas- se de um casal de marido e mulher e não companheiros que era o nosso caso. Logo tratamos de planejar o ataque, que fica sempre mais fácil quando efetuado pelas mulheres, pois parece que a ética do swing e mais ou menos esta, elas que escolhem sempre. Começamos a caçada, onde eles ian nos estávamos juntos tentando encostar, acariciar, mas eles sempre ariscos achamos ate que não ia rolar nada e esfriamos o ataque, quando para surpresa eles se aproximaram de nos justo quando estávamos metendo gostoso em um reservado que de propósito deixáramos a porta entreaberta. Minha loira de quatro na cama e eu fora de pé tocando a rola só pra ver entrar e sair naquela buceta gostosa, mas muito gostosa mesmo, fiz sinal para chegarem mais perto e pude ver a cara da mulher com aquele sorriso sacana e tesudo que adoro. Estendi minha mão e peguei na dela puxando suavemente para ela tocar os seios de bicos duríssimos de minha vadia, tirei minha rola da buceta sem dó pois sabia que tínhamos mais sacanagem garantida, e tirando a camisinha peguei a outra mão dela para segurar meu pau que pulsava explodindo de tesão, seu marido estava muito contido, pedi pra minha buceta pegar em sua pica e distrair o cara pois ia comer a estreante, o maridão prestes a ingressar para o club dos cornos convictos distraísse com os peitões que minha vadia empurrava em sua cara e punhetava sua rola a meia bomba.

Nesta hora eu já abraçava a sua mulher de costas enfiando a mão dentro de seu sutiã e calcinha, sentindo uma buceta enorme, peluda como a muito tempo não via e vergonhosamente molhada para sua dona que por ser a primeira vez na vida (segundo ela) que fazia isto com outro homem, sentindo muito tesão ainda por fazê-lo na frente de seu marido. Deixei ela totalmente nua, diante de seu marido este estava com fisionomia incrédula no que via, peguei outra camisinha e olhando nos olhos dele comecei a colocar em minha pica que ele também olhava com curiosidade, voltei a encochar sua esposa de costas e ela de frente para cama, forcei-lhe o pescoço para que ela apoiasse as mãos na cama facilitando a penetração naquele bucetão cabeludo e quente, muito quente aumentando meu tesão sentia ainda as contrações da buceta recebendo pela primeira vez um macho e não o amor, seu marido, respeito e sim uma puta foda de verdade, minha gata ainda para me incentivava falando baixarias, do gênero fode ela amorzão, fode na frente do seu maridão, mostra o que e trepar.

O marido de pau mole perguntava como eu conseguia me liberar tanto pois ele estava broxado e com sentimento de culpa, pois não tinha erecção suficiente para fuder nem minha loira nem sua mulher naquela noite. Estava assustado. Eu meti de pé, depois fui por cima e por baixo, quando ela me cavalgou como uma puta, a esposa estava descontrolada pelo tesão e me falava putárias que seu marido confidenciou que nunca escutará. Meti rola por mais de uma hora, meu tesão de ser o presente de aniversario da Maria do Carmo (nome verdadeiro) me fazia ir ás nuvens e a ela também. Fiquei sabendo enquanto metia que eles já pensavam fazia tempo em ir ao swing e só foi aquela noite, pois era aniversario dela e ele queria dar muita excitação a ela e eu colaborei totalmente com isto.

Desculpe-me M. do Carmo de citar seu nome, mas sei que você estará anônima entre todas ás Marias do Carmo e o fiz para registrar esta noite que e inesquecível para min e quis que ao utras pessoas soubessem do tesão que vivemos em pouco mais de duas horas.

Para que você em especial lembrasse, já passou mais um aniversário seu e pena não fui seu presente nem seu convidado.

 

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