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Prova de adultério | Cornos | Acervo de Contos

Prova de adultério

Eu vinha a uns três meses me relacionando com uma colega do serviço, eu sabia que ela era casada mas, nos só nos encontrávamos quando o marido dela estava trabalhando ou quando conseguíamos sair mais cedo, raramente nos telefonávamos e quando fazíamos já tínhamos os nossos códigos discretos para entender qual era a real situação e convidar um ao outro para uma transa ou saber que naquele dia seria impossível de nos vermos.

Não sei dizer com exatidão como o marido dela soube da nossa relação, se alguém nos viu e lhe contou, se ele nos ouviu falar ao telefone e juntou os fatos ou se ele resolveu lhe seguir e nos viu, só sei dizer que a minha historia começa no dia em que eu marquei com ela próximo a um shop na zona oeste.

Eram num sábado por volta das duas da tarde, eu a aguardava numa esquina, dentro do carro e a ansiedade me fazia olhar constantemente pelo retrovisor, não demorou muito e eu a avistei caminhando pela calçada, aquela mulher era um tesão e quanto mais ela se aproximava mais deliciosa se tornava admirar as suas curvas. Uma olhada rápida para todos os lados e ela entrou no carro rapidamente, me deu um selinho dizendo que eu era louco de marcar com ela naquele local e logo em seguida disse para irmos logo antes que alguém nos vise. Rapidamente eu liguei o meu carro e segui em direção ao motel de costume, o que eu não esperava a partir dali é que nos estaríamos sendo seguidos pelo marido dela que era um policial, isso ela não havia me contado e eu só descobriria quando eu estive-se frente a frente com o cano da sua arma na minha cara.

Assim que eu embiquei o carro no motel, um carro preto com o vidro todo escuro parou na portaria atrás do meu, eu fui liberado na cancela e antes de fechar a garage do motel o carro preto parou na porta da garage. O cara já saltou do caro com o ferro na minha cara e o primeiro pensamento foi de que seria um assalto mas, quando ele chamou pelo nome dela querendo saber a onde estava aquela vagabunda, eu pensei comigo, fudeu é o corno do marido dela.

Ele mandou que eu entra-se no quarto e veio logo atrás, eu fiquei sentado na beirada da cama sob a mira da sua arma e ele na poltrona, ficamos aguardando a sua mulher sair do banheiro e quando ela saiu toda maravilhosa numa langeri sex, tomou aquele choque ao ver o seu marido com arma em punho. Entre gritarias, ofensas, lagrimas e suplicas ele engatilhou a sua arma e ordenou que nos continuássemos o que nos tínhamos ido fazer ali, puxou da bolsa a tira colo que ele carregava uma câmera filmadora e com uma voz mais branda novamente mandava que nos continuássemos como se ele não estive-se ali.

Eu e ela nos entre olhávamos estáticos sem saber nem como iríamos iniciar essa sacanagem, estávamos mais nervosos que na nossa primeira vez e era difícil arriscar um toque com o corno do seu marido me apontando aquela arma. Novamente ele insistia para que nos prosseguíssemos com o adultério e a sua mulher lhe suplicava o perdão em meio aos prantos, ele disse para ela que tudo dependeria da sua nobre atuação, se caso ele gosta-se daquilo que ele iria filmar, ela estaria perdoada mas, ressalvou que se não gosta-se daquilo que ele iria ver, alguém pagaria com a vida essa traição e ele estaria amparado pela lei já que o crime seria passional flagrando o adultério.

Apesar do nervosismo que nos consumia, bastou um grito do marido dela para que as nossas roupas começassem a cair e por mais que ela estive-se como sempre linda e nua, eu não conseguia ter uma ereção e o marido dela ordenou apontando para o meu cacete que ela desse um jeito antes que ele perde-se a paciência. Eu me deitei na cama e ela ficou ajoelhada no chão entre as minhas pernas, tímida, ela segurava o meu cacete flácido indecisa em por a sua boca, o seu marido que filmava tudo, novamente gritava cobrando a ela uma atitude e como ela demorava a se decidir, ele se levantou e encostou a sua arma na minha cabeça perguntando a ela se era para ele atirar e acabar com tudo naquele instante, seus lábios abriram e a sua boca envolveu o meu cacete, nada se comparava a tantas outras vezes o que ela havia feito mas, ainda assim era uma boca maravilhosa que deixou o meu cacete um pouquinho mais animado. 

Os papeis se inverteram e ele agora queria me ver lambendo a boceta dela e enquanto eu a lambia ele me pediu para arregaçar a boceta dela que ele queria dar um close, ela arqueou as suas pernas e eu afastei os seus lábios para que ele fizesse a aproximação do zoom, logo em seguida ele mandou que eu enfia-se a língua no cuzinho dela e eu obedeci. Ainda podia sentir o corpo dela todo se tremendo de medo mas eu já começava a ficar excitado e tentava não pensar naquela arma para continuar com o meu cacete rígido. 

Ele ordenou que ela fica-se de quatro na cama e novamente me pedia para abrir a boceta dela, ele introduziu dois dedos na boceta dela, lambeu os dedos e reclamou com ela se ela não estava gostando e novamente mandou que eu lambe-se a boceta dela com vontade, enquanto eu a lambia ele mandava que eu lhe enfia-se os dedos no rabo e na boceta que ele queria filmar ela gozando, depois de quase uma hora lambendo e lhe masturbando é claro que ela não agüentou e começou a gozar na minha boca mas ainda assim era um gozo contido, atingido devido ao excesso de provocação e não por puro prazer e desejo, logo em seguida as palavras dele foram meti no cu dessa filha da puta e eu subi na cama, me posicionei atrás dela e fui apontando devagarzinho no rabo dela mas, o barulho do engatilhar da sua arma veio seguido do soca tudo sem pena no rabo dessa filha da puta e nesse instante eu empurrei tudo de uma vez só deixando as bolas de fora, ela gritou de dor e começou a chamar o marido de covarde que quase encostava a sua câmera no rabo dela pegando o maximo de aproximação naquela imagem, ele foi para a frente dela, baixou o zíper da sua calça, colocou o seu cacete para fora e mandou que ela o chupa-se, ela se recusava e virava o rosto de um lado para o outro enquanto ele empurrava o cacete dele na sua cara. Eu havia aliviado a pressão já que ele se encontrava destraido em querer que a sua mulher lhe chupa-se e como ela se recusava ele ordenou que eu volta-se a socar com força no rabo dela e na quarta ou quinta socada ela segurou no cacete dele levando-o para a boca e novamente eu suavizava as minhas estocadas. Quando ele mandou que ela o chupa-se era porque ele estava muito excitado com tudo o que ele estava vendo e é claro que já estava a ponto de gozar, algumas chupadas no seu cacete e ele encheu a boca da sua esposa e depois ficou mandando ela lhe mostrar a boca cheia, depois engolir e novamente lhe mostrar a sua boca vazia e é claro, filmando tudo, logo depois ele concentrou o seu foco no rabo dela, mandava eu tirar o meu cacete arregaçar o rabo dela, filmava o cuzinho dela todo dilacerado e novamente me mandava lhe introduzir, foram varias e varias vezes ate eu atingir o prazer, gozei no rego dela e ele captou a imagem do meu prazer escorrendo para retornar ao rabo dela que estava todo aberto depois de quase uma hora entupido com o meu cacete.

Ele virou a lente da sua câmera e exibiu trecho nos mostrando parte da sua gravação sem áudio, claro que ele também deveria cortar os trechos onde possivelmente ele deveria aparecer e falou para ela que tudo aquilo ali era a prova de que ela iria sair daquele casamento com uma mão na frente e outra atrás e sem levar o seu filho. Ainda mantivemos contato durante algum tempo ate ela sair do serviço mas, só nos restou a amizade depois deste incidente, passei a me sentir um criminoso porque não podia ver um policial que eu achava que era o marido dela mas, das poucas vezes em que eu lhe vi, ele apenas acenou e seguiu o seu caminho e pelo que eu soube, continuam casados.         

 

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