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Oficializando o amante | Cornos | Acervo de Contos

Oficializando o amante

Estava cansada da rotina e a algum tempo vinha notando a falta de interesse do meu marido, eu havia parado de estudar quando engravidei e decidi que estava na hora de deixar para trás a vida de dona de casa e ir a luta. Para me enquadrar no mercado de trabalho, a primeira coisa era retornar para escola após dois filhos e quinze longos anos, tinha que recomeçar a minha historia. 

Uma sala de aula repleta de adultos onde o assunto era mais direto, não existia mais aquele lance de só ficar e dá uns beijinhos, os cara já chamavam direto para meter na maior cara de pau, só queriam sexo sem compromisso e sem nenhuma afinidade mas, como eu sou casada procurei me manter afastada desses pervertidos e aos poucos fui me juntando a um grupo que ate falava muita besteira mas, agia com maior descrição. 

Quando decidi ir a luta, queria levantar a minha alto estima, me sentir útil para que o meu marido volta-se a me notar e a me ver como mulher mas como isso não aconteceu imediatamente, eu me deprimi e acabei encontrando apoio nos colegas da escola. Especialmente no Eduardo, um rapaz tímido e que já tinham me avisado que ele me olhava diferente, eu comecei a me insinuar para ele e podia sentir o desejo nos seus olhos mas, o primeiro ano acabou sem nenhuma iniciativa, veio as férias e recomeçamos o segundo ano com mais intimidade e mais ousadia mas, eu acabei descobrindo que o Eduardo também era casado, era por isso que ele não tomava uma iniciativa e ficava me devorando só com os olhos. O terceiro e ultimo ano já estava quase acabando e as insinuações estavam cada vez mais explicitas, logo após a nossa formatura quando todos já começavam a se despedir o Edu se aproximou e sussurrou no meu ouvido:

-Vamos fugir, se não for nessa noite, não sei quando nos teremos outra oportunidade.

E sem pensar duas vezes eu entrei no seu carro e seguimos direto para um motel, foi uma noite maravilhosa onde eu me redescobri como mulher permitindo ao Edu fazer coisas comigo que eu jamais havia feito com o meu marido. Sim, eu já tive alguns namoradinhos quando era mais nova mas, nunca havia conhecido outro homem alem do meu marido e é por isso que eu e o Edu tínhamos muitos sentimentos naquela noite e um deles era o nervosismo pois era a nossa primeira relação extra conjugal, nem eu e nem ele nunca havíamos traído os nossos parceiros. Levei alguns meses suspirando de saudade sem ver o Edu e quando nos reencontramos, todo aquele desejo reprimido instantaneamente reacendeu e sem palavras fomos direto para um motel onde nos exploramos sexualmente, ousei fazer coisas das quais sempre tive vontade mas que nunca fazia porque morria de vergonha ou temia que o meu marido me acha-se vulgar e novamente o Edu me seduziu me proporcionando mais uma noite maravilhosa, ainda melhor que a primeira. Como éramos casados precisávamos coincidir o nosso curto espaço de tempo juntos, sem levantarmos suspeitas e por isso levamos mais alguns meses sem nos vermos vivendo os encontros e desencontros da vida. O meu marido começou a ficar completamente enciumado com a irregularidade dos meus horários, o que me deixou muito envaidecida, ele precisou sentir a perda para começar a me dar valor mas, como agora eu trabalhava fora, sempre criava uma desculpa para o meu atraso. 

Os nossos casamentos acabaram entrando em crise e tanto eu como o Edu revertemos essa situação em nome da família, tudo pelo amor aos nossos filhos mas, insatisfeitos com os nos nossos parceiros, qualquer oportunidade que nos tínhamos era muitíssimo bem aproveitada, eu e o Edu parecíamos dois adolescentes nos atracando no meio da rua, dentro do carro, indo a variados motéis tudo em nome do prazer e da luxuria, é claro que todo esse desejo acabou deixando um rastro e para a minha surpresa, quando o meu marido realmente descobriu que eu o traia não ficou bravo, só me pediu para que eu não o deixa-se, que ele me amava muito e que se eu quisesse, poderia ate levar o meu amante para a nossa casa e juntos nos três faríamos amor, porque tudo o que ele queria era ver a minha felicidade, mesmo que fosse nos braços de outro homem. Era um pedido um pouco mórbido mas em outras palavras ele estava oficializando o meu amante e aceitando o par de chifres com a maior naturalidade. Eu e o Edu conversamos muito a respeito sobre tudo o que aconteceu e ele me desejava tanto que se mostrou favorável a essa proposta absurda, vendo nessa crise a possibilidade de podemos ficar juntos com o consentimento do meu marido. Não precisaríamos mas nos esconder ou levar meses para nos amar e a sua conclusão foi lógica já que eu mantinha relações sexuais com os dois, porque não junta-los e aumentar o meu prazer. A principio fiquei um pouco indignada mas, amadurecendo melhor a idéia, confesso que estou muito tentada com a possibilidade e já começo a ficar balançada com a idéia de ser possuída por dois machos ao mesmo tempo, ainda não me decidi se eu aceito participar dessa orgia mas, tenho andado tão excitada ultimamente que acho que vou acabar aceitando.

 

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