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O servente de pedreiro. | Cornos | Acervo de Contos

O servente de pedreiro.

Sai do interior de Minas e fui trabalhar em Belo Horizonte, onde permaneci por um ano. No princípio, vinha na minha cidade todos os fins de semana. São menos de 200 kms separando as duas cidades, com rodovia duplicada. A viagem era rápida.

Numas das minhas vindas ao interior, visitei um amigo meu, dono de algumas empresas e ele me perguntou se eu não iria mais voltar a morar em nossa cidade. Disse que sim, que estava apenas encerrando umas atividades na capital e que, no dia ?x?, retornaria em definitivo. Ele pediu-me que, antes de iniciar uma nova atividade na minha cidade, que ele precisava de uma consultoria minha. Não havia como negar, porque esse amigo já havia me ajudado muito, numa época em que passei por algumas dificuldades.

Na data combinada o procurei para saber o serviço que ele precisava e ele foi apresentar-me suas empresas. Estava construindo um edifício, onde havia terminado o térreo e a garagem, onde instalou suas empresas e os andares superiores estavam sendo acabados. Ao mostrar o edifício, conheci os pedreiros e serventes da obra. Alojei-me no andar térreo, onde fui prestar o meu serviço, que a princípio seria de uns 15 dias.

No final de semana, sai para passear. Estava recém chegado à cidade e sai à pé para, se encontrasse algum amigo, poder tomar umas cervejas e jogar conversa fora, sem preocupar-me com o trânsito. Depois, voltaria à pé ou de lotação. Assim que cheguei ao ?point? da cidade, encontrei-me com Michel, o servente de pedreiro da obra onde estava trabalhando. A princípio não o reconheci. Estava bem vestido, limpo, cheiroso. Ele aproximou-se de mim, sorriu e puxou conversa. Havíamos sido apresentados, mas não sabia o seu nome - afinal, eu era um executivo e ele um peão de obra ? e naquela apresentação, cumprimentei os operários, só por ?obrigação?. Ele percebeu que eu não estava reconhecendo-o e se apresentou. Conversamos bastante e perguntei se ele queria tomar alguma coisa. Ele disse que não, pois era evangélico e não podia beber. Me convidou para dar umas voltas e conversar mais. Fomos para a praça da rodoviária, que ficava próxima da igreja onde ele congregava. Sentamos num banco e ficamos conversando. Nisto uma luz de um prédio acendeu. Olhamos e reconheci a pessoa que acendeu: era o Ígor ? um amigo meu que veio da Bahia e há tempos morava na cidade. De onde estávamos, víamos o quarto do Ígor e ele não nos via. E pudemos apreciar aquele baiano lindo, aproximadamente 1,85, uns 85 kgs pernas grossas e uma bundona trocando de roupas. Havia chegado enrolado numa toalha e o vimos vestir roupas, peça por peça. Aquilo aflorou em nós um puta desejo. Foi quando Michel me perguntou o que eu havia achado daquilo. Peguei a mão dele e coloquei para segurar meu pau, que estava duro feito uma rocha. Ele me disse que também estava de pau duro e me convidou para sairmos dali. Como estávamos à pé, não tínhamos muito o que fazer. Fomos andando pelas ruas da cidade, até que o levei a uma rua escura, inabitada. Lá, começamos um esfrega-esfrega e resolvemos apenas bater uma punheta, cada um para si, para descarregar as energias.

Fomos embora e Michel me acompanhou até mais próximo da minha casa e paramos numa esquina onde ficamos conversando. Ele me disse que estava louco pra ficar comigo e eu também queria muito comê-lo. Mas ele também queria ser ativo comigo. Propus a ele que, quem tivesse o pau maior, comeria o outro. Ele aceitou minha proposta e marcamos, no outro dia (domingo à tarde) na minha casa. Sai, comprei refrigerante, camisinha e um pote de vaselina para deflorar aquele carinha. No horário marcado, para minha surpresa, ele chegou. Sentamos na sala de visitas da minha casa; servi refrigerante e para minha surpresa, ele meteu a mão na minha rola, que já tava dura. Começamos uns amassos, lambi as orelhas dele, funguei no pescoço e ficamos só de cueca. Assustei com o volume dentro da cueca boxer dele. Levei pro quarto onde os preservativos e a vaselina já eram ingredientes da farra. Continuamos com a pegação e tiramos a cueca, um do outro. Fiquei de boca aberta: tenho uma rola de uns 17 cms, grossa, cabeçuda. Mas a rola daquele carinha era maior do que a minha (19 cms), também grossa, mas menos cabeçuda do que a minha. Pedi a ele para me chupar, ele chupou um pouco, mas disse que só chupava de camisinha. Coloquei a camisinha e ele me chupou bastante. Também não resisti e chupei aquele pauzão lindo e gostoso e aquele saco moreno. Expliquei para ele que sou virgem, que não aguentava aquele pauzão. Ele não se importou e me pediu para comê-lo. Meti a boca naquela bundona linda, morena e fui abrindo as bandas, até descobrir um cuzão também moreno, que já estava piscando me convidando para adentrar. Meti a língua e ouvia o bichinho uivando feito um lobo. Após deixa-lo molhado, mordido, passei a vaselina e fui enfiando um dedo. Depois, coloquei o segundo dedo e por fim, o terceiro dedo. Vi que estava preparado para aguentar rola. Coloquei ele de costas e sentei-me sobre seus peitos e coloquei ele para dar mais uma mamada. Batia com a rola na sua cara e na sua boca, chamando-o de ?vadia?, que ele era minha putinha e inúmeras outras sacanagens. Por fim, coloquei-o de frango assado e fui introduzindo devagarinho. Ele me pediu que parasse, pois não aguentava mais. Retirei, batemos uma punheta, juntos e gozamos. Ele lavou-se, vestiu-se e foi embora.

No outro dia, no serviço, subi no segundo andar para ajeitar umas coisas numa sala quando ele apareceu. Me perguntou se eu estava sozinho e se eu ia demorar lá. Disse que sim, que estava organizando o estoque e fazendo um inventário. Dai a pouco ele voltou e me chamou para o banheiro, onde mamei feito um bezerro naquela linda rola morena, da cabeça cor de rosa e do saco maravilhoso. Acabamos transformando aquelas salinhas em nosso motelzinho particular, onde ora um ora outro fazia um boquete gostoso. Mas lá, só rolava sexo oral. No final de semana seguinte, ele voltou na minha casa, onde consegui penetrá-lo por completo e comê-lo em todas as posições. Sempre aproveitava para mamar aquele caralho maravilhoso. Ai, nosso caso virou romance e sempre nos finais de semana, recebia Michel na minha casa, para um sexo mais gostoso.

 

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