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O seguro cobre | Cornos | Acervo de Contos

O seguro cobre

Em angra dos reis existem muitas entradinhas particulares as margens da rodovia rio santos a maioria levam a pequenos condomínios ou a belas mansões de veraneio, a maioria é protegida por arbustos e arvoredos que só os proprietários ou moradores locais as conhecem.

Estava indo para a minha casa e a uns trinta metros de um retorno vi uma mulher pedindo carona. Passei direto mas ao entrar no retorno tive que esperar o fluxo do transito para cruzar a rodovia e me assustei quando inesperadamente a porta do meu carro se abriu, enquanto eu aguardava a passagem, a mulher que estava lá atrás veio e se sentou no banco do carona me perguntando para onde nos iríamos. Como eu não a conhecia, não havia essa historia de nos e rapidamente comecei a pensar, o que uma mulher bonita estaria fazendo ali sozinha no meio do nada, pedindo carona em uma rodovia sem saber para onde quer ir e para ela poder sair do meu carro eu tentei lhe assustar dizendo que eu iria lhe levar para um lugar deserto para foder o seu cu e ela simplesmente sorriu olhando para o meio das minhas pernas e logo em seguida tomou a iniciativa de apalpar o meu cacete dizendo que isso seria ótimo. Mediante a essa situação eu fiquei completamente sem rumo e ao invés de cruzar a pista eu tornei a colocar o carro na rodovia e fui seguindo lentamente no sentido a santos ate que eu passei por uma dessas estradinhas, avaliando visualmente o lugar que parecia ser perfeito, contornei e acessei essa estradinha estreita ate chegar numa curva em frente a um imenso portão, morro de um lado, penhasco com vista para mar do outro e uma densa vegetação que nos ocultava da rodovia nos permitindo apenas escutar os sons dos veículos que passavam em alta velocidade. Assim que eu parei o carro ela saiu, foi de um lado para o outro elogiando a beleza daquele lugar depois parou na frente do carro e começou a se despir, jogando a sua blusa no pára-brisa do carro, eu usei o limpador para remove-la e assim que a blusa saiu ela já estava arremessando a sua calcinha no pára-brisa. Com os peitinhos de fora e usando apenas uma saia ela sensualmente usava os dedinhos para me chamar e prontamente eu sai do carro ao seu encontro, mas ela correu no sentido ao contrario do carro e lá do outro lado ela se curvou levantando a saia me exibindo a sua linda bunda redondinha e a sua bela xoxota rosada me perguntando se eu queria foder o cuzinho dela, depois ela trepou na mala do meu carro mandando que eu tira-se logo a minha roupa, lambeu um dedinho e enfiou em baixo da sua saia enquanto mordia os lábios e usava o dedinho da outra mão para me chamar. Enquanto eu me despia ela se deitou de costa sobre o teto do carro ficando com a sua cabeça voltada para baixo no pára-brisa e quando fiquei nu trepei no capo do carro e fui atrás dela, ela começou a me chupar mas com a sua cabeça apoiada no pára-brisa eu estava praticamente fodendo a sua garganta que de tanto se engasgar a deixou com o rosto todo vermelho, os olhos cheios de lagrimas e a cara toda babada, por fim acabei me deitando sobre ela e iniciamos um delicioso meia nove ate escutar o teto do meu carro se amassando com o nosso peso, rapidamente quis sair dali para não piorar as avarias mas ela ficou de quatro sobre o teto do carro me pedindo para foder o seu cu. Excitado eu meio que esqueci do prejuízo do meu carro e me preparei para foder o cu dela lá em cima quando escutei o barulho de um carro atrás de nos, era uma caminhonete preta de vidros escuros que se aproximou suavemente e eu só percebi quando o radiador ligou para refrigerar o ar condicionado. Desci rapidamente chamando-a para descer também, mas ela insistia em continuar de quatro lá em cima me chamando para lhe foder e tentou me tranqüilizar dizendo que quem estava no outro carro era o seu marido, falando que ele gostava de lhe ver fodendo com outros homens. Se já estava sendo uma aventura insana e nada incomum encontrar com uma linda mulher desconhecida para fazer sexo em cima do teto do meu carro, ao ar livre e as margens de uma rodovia o que dizer de fazer tudo isso com o marido dela nos assistindo a uns cinco metros de distancia de dentro do seu carro, aquilo era muita loucura para mim, sentia o meu corpo tremer de nervoso enquanto me vestia rapidamente e só pensava em sair o mais rápido possível dali mas como a estradinha era estreita eu só poderia sair se o marido dela desse marcha re na caminhonete, enquanto eu estava me vestindo ela desceu e foi ate a camionete, o motorista arriou o vidro somente o suficiente para falar com ela, em seguida a caminhonete começou a acelerar roncando o motor enquanto se aproximando do meu carro, desci do carro em desespero quando ele encostou na traseira e começou a empurrar o meu carro na direção do penhasco. Assim que parou de empurrar a mulher tornou a subir e ficar de quatro em cima do meu carro dizendo que se eu não fode-se com ela o marido dela foderia com o meu carro. Eu estava nervoso e já havia perdido o tesão pela aquela foda, a essa altura eu só conseguia ver os prejuízos no meu carro e ela voltou a subir no teto do meu carro e de quatro me chamava para lhe foder, eu olhava para aquele rabo indeciso e demorei agir, mas ao escutar o ronco do motor da caminhonete acelerando prontamente subi no carro, dessa vez eu não me despi, só coloquei o cacete para fora da calça e tentei meter no cu daquela vagabunda, mas o meu cacete estava em meia bomba e ficava dobrando sem que eu consegui-se romper a pressão daquele cuzinho, então ela se deitou de frente para mim e abriu as pernas mandando eu meter na sua xoxota aos poucos aquele entra e sai foi deixando o meu cacete bem rígido e novamente eu tentei enfiar naquele cu, dessa vez o meu cacete foi rompendo a pressão do cuzinho dela e então eu comecei a socar sem piedade no cu daquela vagabunda escutando o teto do meu carro estalar com a nossa foda, sem clima eu demorei a gozar ainda mais que as vezes ela me pedia para tirar e arregaçava a bunda para que o seu marido lá da caminhonete vise o seu cuzão todo arrombado, mas ela gozou varias vezes esfregando a sua xoxota enquanto eu fodia o seu cu, eu desci depois que eu gozei e ela ainda continuou lá em cima arregaçando o cu para cagar a minha porra depois desceu pelo outro lado e entrou na caminhonete fiquei alguns minutos ali sozinho sem saber o que fazer tentando imaginar o que deveria estar se passando lá dentro da caminhonete e só poderia presumir que ela deveria estar chupando o marido para que ele também goza-se, isso logo se confirmou quando ela saiu pela janela da caminhonete com a cara toda melada de porra enquanto o veiculo dava marcha ré, me arremessando um cartão dizendo que o seguro deles cobriria o meu prejuízo.

 

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