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O prazer de ser corno | Cornos | Acervo de Contos

O prazer de ser corno

Ficava muito excitada quando o meu marido começava a falar sacanagem no meu ouvido, ele fantasiava jogos eróticos e um dia chegou em casa com um par de algemas, num outro dia queria me vendar e freqüentemente ele perguntava se eu nunca tinha imaginado ser possuída por dois homens ao mesmo tempo. Ate então eu não tinha idéia da sua real intenção e jamais achei que ele fosse capaz de me dividir com um outro homem, acreditava que toda aquela sacanagem era só para me provocar mas já estava ficando quase habitual ele me algemar, me vendar e usar alguns dos seus brinquedinhos enquanto me dizia inúmeras perversões ao ouvido. 

As algemas nunca me marcaram porque eu não me debatia na cama, não lutava contra elas mas as vendas eram a minha agonia, era um longo tempo de duvidas e ansiedade a espera do seu toque e sem saber como ele me possuiria, eu ficava ali acorrentada e exposta, fixa a posição que ele escolhe-se permitindo que ele me usa-se como bem quisesse. Já fazia algum tempo que ele chegava acompanhado de um amigo a nossa casa e depois que esse amigo ia embora ele começava com as perguntas sobre nos três ficamos juntos me fazendo imaginar que o cacete do seu amigo era enorme e que ele me deixaria toda aberta. Claro que eu ficava toda molhada quando ouvia isso e acho que entre quatro paredes vale tudo entre um casal mas, incluir alguém em nossa relação estava fora de cogitação. Eu o amava muito e não me via nos braços de um outro homem, tudo era a excitação do momento onde eu me deixava levar pelos seus devaneios e juntos embarcávamos em um grande deliciosos orgasmo.

Certa vez fiquei muito insegura enquanto estava algemada e vendada, tive a impressão de ter ouvido outra voz no quarto e exigia que ele me solta-se imediatamente mas suas caricias e sussurros me fizeram relaxar. Essa sensação de estar sendo vista por outra pessoa me acompanhou durante algumas semanas e enquanto isso eu me recusava a ficar presa mas não consegui resistir muito tempo a sua persuasão e logo voltei a permitir a minha prisão. Vendada, eu ficava muito sensível ao toque e curtia essa sensação do mistério mas, podia jurar que estava sendo possuída por um outro homem, a pegada era outra, o calor do corpo, a pulsação do seu cacete dentro da minha xana, o tamanho da sua mão na minha cintura e a textura do seu cacete me evidenciavam que ele não estava usando um dos seus brinquedinhos, mas a certeza veio no dia seguinte enquanto eu limpava a casa. Encontrei na cestinha do banheiro dois preservativos usados e isso não fazia sentido por que mesmo que ele alega-se que estaria usando os preservativos nos brinquedinhos, os brinquedinhos não deixariam os preservativos cheios de leite e mesmo porque quando ele disse que iria gozar, correu e enfiou o seu cacete na minha boca. 

Me torturei o dia inteiro tentando imaginar o que eu faria quando ele chega-se do serviço acompanhado do seu amigo naquela noite e quando por fim eles chegaram, não fiz nada, acho que na verdade eu sempre soube e usava a venda para tirar a minha culpa do adultério mas hoje o meu maridinho teria uma grande surpresa. Ele levou o seu amigo ate a porta enquanto eu recolhia os pratos do jantar em seguida fui para o quarto me preparar para dormir e quando ele chegou todo fogoso ao nosso quarto, me encontrou vestida em uma langerie rendada e muito erótica mas que depressa ele correu para a cômoda em busca das algemas e da venda que não estavam lá, e eu indiquei com o dedo a onde estavam, apontando para a poltrona. Antes que ele paga-se, eu o fiz sentar na poltrona e envolvi de uma maneira que quando ele se deu conta, era ele quem estava preso, comecei a dançar e a rebolar no seu colo, esfregava meus peitos na sua cara e enquanto eu lhe provocava ele se debatia inutilmente tentando se soltar, voltei para cama e de quatro fiquei lhe exibindo a minha xana, abria, corria os dedos e os lambia. Ele olhava constantemente para a porta do nosso quarto como se a qualquer momento fosse ser flagrado e insistia para que eu lhe solta-se ou pelo menos tranca-se a porta, não demorou muito e a porta rangeu suavemente e no canto superior a cabeça do seu amigo surgiu sorrateiramente espreitando para dentro do quarto, permaneci imóvel na minha posição e ele se aproximou rapidamente e logo foi me tocando com intimidade sem perceber que eu não estava usando a venda e nem as algemas. Meu marido chamou pelo nome do seu amigo e ele confuso desviou a sua atenção e quando tornou a me olhar eu já tinha o seu enorme cacete em minhas mãos, ele ficou surpreso quando eu comecei a lhe chupar e olhava para o meu marido sem entender direito o que estava acontecendo quando por fim eu pude confirmar com mais clareza que eram seus, os sussurros que eu ouvia enquanto estava vendada. Meu marido esbravejou se debateu e me xingou, ficou mais de uma hora preso me assistindo transar com o seu amigo e quando por fim se calou, fui em sua direção, coloquei o seu cacete para fora e comecei a lhe chupar enquanto o seu amigo me possuía por trás, logo eu tinha dois homens gemendo de prazer e só faltava ter os dois me possuindo ao mesmo tempo para me sentir inteiramente realizada com as sacanagens que o meu marido me sussurrava ao ouvido. Me sentei no seu colo, ajeitei o seu cacete na minha xana, empinei a minha bunda ao máximo e a abri forçando-a com as mãos, o meu botão ficou completamente exposto convidando o seu amigo a me penetrar. Mesmo estando separados eu podia sentir os dois cacetes me invadindo juntos e logo fiquei com desejo de uni-los em minha xana, soltei o meu marido para nos ajeitarmos melhor mas antes tive que deixar ele extravasar a sua fúria ele me possuiu com violência que o balançar mal deixava eu abocanhar o seu amigo e quando suavizou as suas investidas a minha xana estava cheia de leite, o seu amigo que tocava uma enquanto nos via transar gozou logo em seguida lambuzando os meus peitos e eu que a pesar de ter perdido as contas de quantas vezes gozei, fiquei na vontade porque ter os dois na minha xana ficou para um outro dia. 

Tive uma noite de deusa sendo possuída por dos homens, dormi feito um anjo e acordei sem culpa, nua e grudada aos lençóis, o cheiro do leite exalava pelo quarto e eu só conseguia pensar em tudo o que tinha acontecido, logo fiquei excitada e ansiosa, será que mais tarde tudo se repetiria, meu marido continuaria permissivo a essa situação ou já teria realizado o seu desejo de me ver com outro homem.  

Espero que não!!! rsrsrsrs

 

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