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O melhor amigo? Convidado especial | Cornos | Acervo de Contos

O melhor amigo? Convidado especial

Naquela tarde resolvi andar pela cidade para comprar algumas coisas no comércio. Deixei o carro estacionado em uma vaga e comecei a caminhar pelas lojas. Quando entrei em uma das lojas, logo fui atendido por uma vendedora. Solicitei a ela o que eu procurava e no instante em que ela se ausentou para ir buscar, uma pessoa que estava a poucos metros de onde eu estava me chamou a atenção.

Comecei a olhar para esta pessoa e me aproximar dela. Quando eu estava mais próximo ela começou a olhar para mim também. Quando ela esboçou um sorriso já não tive mais dúvidas que era ele mesmo:

- Deivis. Que satisfação em revê-lo, amigo.... falei para ele. Faz muito tempo que não vejo você.

Ele também ficou muito surpreso e ao mesmo tempo muito feliz em se encontrar comigo novamente. Deivis é um amigo de infância. Aqueles que podemos classificar como ?melhor amigo?. Enquanto éramos criança e estudávamos junto, nossa amizade crescia a cada dia. Nosso elo de amizade nos tornava como praticamente dois irmãos. Era aquela coisa de um dormir na casa do outro, fazer as tarefas da escola juntos, assistir filmes e ver revistas de sexo (coisas de adolescente), jogar sempre no mesmo time de futebol....

Pedi a ele o que estava fazendo na cidade, já que há muitos anos não tinha nem notícias dele. Ele me falou que estava realizando um trabalho para uma empresa local e que em poucos dias voltaria para a sua cidade de origem.

Já que o tempo de sua estada era curto, resolvi convida-lo para conhecer a minha casa.

- Deivis, você está hospedado aqui mesmo na cidade?

- Sim, respondeu ele. Em um hotel aqui do centro mesmo.

- Então que tal jantarmos junto na minha casa hoje à noite? Isso se você não tiver nenhum compromisso.

- Pode ser respondeu ele. Não tenho nada agendado para esta noite.

Trocamos telefone e passei o endereço da minha casa para ele. Nos despedimos e combinamos de nos encontrar à noite.

Mais tarde, quando cheguei em casa, comentei com minha mulher que havia encontrado um grande amigo de infância e que ele viria jantar conosco.

No horário combinado, ele chegou na nossa casa. Apresentei-o para minha mulher e ela para ele.

Começamos a conversar descontraidamente para colocar toda a conversa em dia. Entre uma taça e outra de vinho, o tempo foi passando. Minha mulher notou que eu e ele éramos verdadeiros amigos, bem próximos, pois nas nossas conversas e atitudes não tinha qualquer tipo de frescura.

Depois do jantar, sentamos na sala. Nessa altura minha mulher já estava bem mais ambientada com a visita do meu amigo e também participava espontaneamente dos nossos assuntos.

Como fazia uma noite de muito calor, típica de verão, minha mulher estava vestida com uma mini-blusinha e um shortinho bem curtinho, enquanto nós de bermuda e camiseta.

Nesse período o tempo passou muito rápido e ele resolveu voltar para o hotel, pois no dia seguinte tinha compromissos de trabalho.

Ele se despediu da minha mulher e eu o acompanhei até o carro. Lá nos despedimos quando ele olhou novamente para a nossa casa e me falou discretamente:

- Nós somos verdadeiros amigos, por isso tenho a liberdade de te dizer: - Você tem uma mulher linda.

- Aquelas palavras mexeram comigo, e ao mesmo tempo respondi: - Obrigado. Ela é mesmo maravilhosa. Qualquer dia te falo sobre ela.

Ele foi embora e eu entrei em casa novamente. Eu e minha mulher continuamos a tomar vinho e a conversar a respeito dele. Nisso notei um certo interesse por parte da minha mulher, já que o Deivis era um cara de boa aparência e bem apresentável.

A conversa mudou um pouco de foco, começamos a nos beijar, rolando um clima bem gostoso. Tiramos a roupa e a nos acariciar completamente.

A coisa começou a esquentar de verdade. As palavras ?safadinhas? começaram a aparecer no nosso vocabulário. Meu pau já estava duro e minha mulher o acariciava numa punhetinha irresistível.

Começamos a foder bem gostoso e naquele vai-e-vem que fazíamos, não resistir mais em falar no ouvido dela:

- Amor! Sabe o que ele falou lá fora para mim de você?

- Não. Respondeu ela. O que foi que ele falou?

- Falou que você é uma linda mulher....

- É mesmo? Ele achou isso de mim? Num ar de surpresa e de certo tesão.

Nisso ela pediu para que eu ficasse de joelhos na cama. Logo ela ficou de quatro e começou novamente a tocar punheta e a chupar meu cacete. Abrindo as pernas e empinando totalmente sua bunda ela falou:

- Enquanto eu chupo seu pau gostoso, brinca com a minha bucetinha. Ela está toda moilhadinha e com vontade de acabar.

Aquele pedido me deixou com mais tesão ainda. Ela começou a chupar enquanto eu passava o dedinho na sua bucetinha molhada. Começamos a brincar naquela posição, quando novamente não me segurei mais e falei:

- E que tal imaginarmos que o Deivis está aqui com nós agora?

- Você quer? Perguntou ela para mim.

- Você chupa meu pau, enquanto meu dedinho na sua bucentinha é o cacete dele comendo você de quatro.

O ritmo começou a aumentar e ela a falar:

- Eu quero, eu quero, eu quero...... vai, vai, vai..... há estou gozando. Hhhhaaaaaaaaaaaaaaa.

Ela gozou. Pedi ela que não parasse, pois eu estava quase gozando. Ela continuou a chupar meu pau e minhas bolas até que eu também gozei na sua cara e nos seus seios.

Nos deitamos, e convencionamos que havia sido uma brincada gostosa. Quando perguntei:

- E que tal se ele realmente estivesse aqui, como imaginamos a pouco?

- Não sei, disse ela. Não tenho certeza. Você toparia?

- Falei que sim. Pois além de eu e ela, por várias vezes, já ter imaginado que estávamos transando a três, ter essa vontade, esse tesão, ele era um cara que eu conhecia, de confiança, meu amigo de infância, que entre nós não havia segredos e que essa era nossa chance de ouro.

- Então eu topo, respondeu ela. Tenho que confessar que esse seu amigo me chamou a atenção.

Vou falar com ele amanhã então.

No dia seguinte liguei para ele e marquei um lugar para conversarmos. Lá chegando comentamos sobre o jantar e eu já puxei o assunto sem maiores rodeios:

- Deivis, amigo, tenho que te contar algo. Eu e minha mulher, às vezes, quando transamos temos a fantasia, de junto a nós, ter mais uma pessoa. Um homem.

- Há tempo nós queremos isso, mas ainda não rolou. Não tivemos coragem e não encontramos a pessoa certa para isso, entende?

- Sei, sei, acompanhado de um ar misterioso e cheio de segundas intenções. Respondeu ele.

- Se você topar, essa pessoa para nós é você, cara.

Ele aceitou na hora. E até acrescentou.

- Amigo, eu não achei sua mulher apenas linda. Ela é gostosa, sensual, uma coisa de louco. Ontem à noite, enquanto conversávamos, meu pau começou a ficar duro só de ver aquela bunda que ela tem. Confesso para você que quando cheguei no hotel, embaixo do chuveiro toquei uma punheta daquelas pensando em trepar com ela.

- Deivis, então foi transmissão de pensamento, por que enquanto isso, lá em casa, nós transamos cara, imaginando que você estava lá.

- Marcamos para hoje à noite então? Pode ser?

- Sim. Vamos fazer o seguinte. Para não dar bandeira vamos para um motel. O que você acha?

- Perfeito. Respondi para ele. Já podemos ligar agora e fazer a reserva de uma suíte.

Ao chegar novamente em casa, falei tudo para a minha mulher. Ela tentou não demonstrar, mas ficou cheia de tesão.

Já à noite, no horário combinado, nos dirigimos ao motel. Chagamos lá e entramos todos juntos, no mesmo instante. Colocamos os carros na garagem e fechamos o portão.

Já na chegada houve uma troca de olhares devoradores entre nós.

Entramos na suíte e abrimos uma champagne para relaxarmos. Minha mulher, saiu do banheiro com uma camisola preta transparente e uma mini-calcinha, todinha enfiadinha no seu rabo.

Não demorou muito para começarmos a nos beijar e nos amassar, tudo com sabor de champagne. Estávamos ainda em pé quando ela parou de me beijar e se virou para beijar ele também. Não perdi tempo e a encoxei por trás, empurrando ainda mais sua calcinha para dentro do seu rabo.

Nossos sentimentos, gostos, cheiros, desejos se misturavam e nossas mãos, lábios e sexos não se controlavam mais.

Eu e ele estávamos somente de cueca. Ela ficou de joelhos, tirou nossos paus para fora e começou a chupa-los como se nunca havia feito antes. Seu desejo era tamanho que sua respiração, ofegante, não acompanhava o deslizar de seus lábios e de sua língua em nossos membros, nessa altura latejando de prazer.

Estávamos ainda em pé, enquanto ela de joelhos degustava nossos caralhos. Olhei para ela, pegando em seus cabelos:

- Você quer ser fudida agora?

- É só você ver como está a minha buceta....

Ela não desgrudava do pau do Deivis. Ele ainda ficou de pé, ao lado da cama. Ela ficou de quatro em cima da cama, chupando o pau dele. Comecei a acariciar seu bumbum maravilhoso. Coloquei a sua calcinha para o lado e verifiquei que sua bucetinha e seu rabinho estavam todos molhadinhos.

Meu pau latejava de tesão, vendo ela de quatro chupando o pau dele. Ele gemia de satisfação em receber aquela chupadinha safada. Comecei a passar meu pau na sua buceta, quando ela praticamente implorou:

- Coloca. Vai.

Nisso, comecei a introduzir a cabeça do meu cacete. Não precisou de qualquer esforço para em segundos ele estar totalmente dentro dela. Comecei num ritmo bem lento, aproveitando para colocar cada centímetro do meu pau em sua bucetinha apertada.

Ela estava adorando, tanto que além de chupar o pau dele, começo a jogar sua bunda em direção ao meu cacete, num ritmo acelerado. Não demorou muito e ela gozou, delicioso, num prazer indescritível.

Meu pau, ao sentir o gozo quentinho que molhou mais ainda sua xaninha, não resistiu e largou um jato de porra dentro dela, pulsando sem parar.

Nessa altura o Deivis também estava enlouquecido. Seu pau, que deveria ter uns 18, 19 cm, parecia ter 25. Ela toda safada, batendo uma punheta alucinante, olhou para ele e disse:

- Você também quer gozar gostoso? Então goza safado.

Com isso ele não agüentou mais e num grito de satisfação fez jorrar porra nos peitos dela.

Estávamos os três acabados, mas todos satisfeitos com o que tinha acontecido. Ficamos ali, peladinhos na cama, conversando até recompor as energias.

 

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