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Na sacristia | Cornos | Acervo de Contos

Na sacristia

O relacionamento deles sempre foi muito conturbado, como amigo, acompanhei de perto as idas e vindas deste romance ate o dia do matrimonio. O tradicional sempre foi a noiva se atrasar mas, nesse casamento quem estava atrasado a mais de uma hora era o seu noivo, deixando a noiva histérica. 

O padre tinha outros casamentos para realizar e pediu que a noiva aguarda-se com os seus convidados na sacristia pela espera do seu noivo, alguns convidados se retiraram mas, a maioria deles se juntaram a família na sacristia, a demora irritava a noiva que aos prantos expulsou todo mundo preferindo ficar sozinha. 

A despedida de solteiro tinha deixado o noivo completamente embriagado depois de uma noite de orgia, a noticia tinha sido dada por um dos seus amigos que também havia participado da festa e que prontamente se ofereceu para ir buscar o noivo em sua casa. Depois do comentário circular entre os convidados, as damas de honra foram ate a sacristia, bateram na porta e repassaram a noticia tentando acalmar a noiva de que um amigo teria ido buscar o seu noivo mas, é claro que elas também concluíram o comentário de que ele estaria de porre depois da orgia que varou a madrugada toda, em seguida a mando da noiva uma das damas de honra veio me chamar e prontamente eu fui ver o que ela queria.

Embora eu sempre tenha sido discreto e respeitado o relacionamento deles, ela sabia que eu arrastava uma asa pro lado dela, varias foram as vezes nas suas idas e vindas que eu tentei me aproximar mas, ela amava o seu noivo e sempre me teve como um bom amigo. Bati na porta, ela abriu e eu entrei, a sua maquilagem estava borrada pelas lagrimas mas ainda sim ela estava linda, ela perguntou se eu sabia porque ela me chamou e eu respondi porque éramos amigos, ela disse que não e concluiu dizendo que naquele momento tudo o que ela precisava, era de alguém que a amasse de verdade e que a fizesse sentir o desejo de ser mulher. Com toda aquela confusão, na hora eu não entendi direito o que ela queria dizer e quando tentei me pronunciar fui silenciado com um beijo inesperado, levei alguns segundos para assimilar aquele informação e quando tentei dizer que ela estava nervosa e confundindo as coisas, ela disse que sabia exatamente o que ela queria, se o seu noivo teve a sua despedida de solteiro, ela também queria ter a dela, por mais que eu a deseja-se tentei dizer que ali não era a hora e nem o lugar e ela respondeu que se eu a possui-se ali o próximo encontro eu escolheria a hora e o lugar.

Eu evitava olhar em seus olhos tentava resistir a esta proposta tentadora mas, ela se aproximou e novamente me beijou, desta vez ela levou a sua mão sobre a minha calça e acariciou o meu cacete me perguntando se eu não a queria mais. Ela aproveitou que eu fiquei sem palavras porque ainda lambia os meus lábios saboreando o seu beijo e se ajoelhou na minha frente, rapidamente ela abriu o meu cinto, baixou o meu zíper, desabotoou a minha calça, colocando o meu cacete para fora e começou a me chupar. Quando o meu cacete ficou bem duro ela se levantou me pedindo para que eu a possui-se, foi trabalhoso tentar levantar as varias camadas do seu vestido de noiva e quando por fim conseguimos, ela usava uma meia calça sobre a sua calcinha que seria difícil de retirar sem ter que abrir o seu vestido porque nos últimos ajuste a costureira havia dado alguns pontos que prendiam a sua meia calça ao vestido. Rasguei a sua meia calça e ainda assim ela me impedia de retirar a sua calçinha, me obrigando a rasga-la também, contemplei a sua boceta nua admirando o seu grelo saliente sobressaindo entre os seus lábios e quando desfolhei, vi que ela já estava toda molhadinha mais ainda assim não perdi a oportunidade de lamber aquela boceta cheirosa, ela me puxava pelos cabelos me pedindo para que eu a possui-se e eu a atendi, vestida de noiva e deitada sobre uma mesa de tabua corrida na sacristia eu a penetrei com voracidade, entrei suavemente sentindo o meu cacete deslizar no calor da sua boceta e depois fui aumentando a intensidade das minhas estocadas fazendo a mesa ranger, ela mordia uma das suas mãos tentando conter os seus gritos de prazer e se eu alivia-se a intensidade das minhas investidas ela pedia, me fode, me fode e eu continuava socando o meu cacete com força naquela boceta greluda. Desesperadamente ela começou a pedir para que eu retira-se se não ela iria molhar todo o seu vestido, levantou da mesa segurando o seu vestido ainda no alto me mandando sentar na cadeira e veio por cima, montou e quando começou a rebolar no meu cacete, o seu liquido quente de prazer começou a escorrer pelas minhas pernas, era tanto tesão que o meu cacete começou a pulsar forte dentro da sua boceta mas, ela se levantou e tornou a se ajoelhar entre as minhas pernas, abocanhou o meu cacete e só parou de me chupar quando eu gozei na sua boca e depois como num ato de vingança ela disse que, na hora do sim, aquele filho da puta iria sentir o gosto de outro cacete na sua boca.

Já haviam batido na porta da sacristia uma vez mas, nos ainda estávamos ocupados e pela insistência na segunda, só podia ser a chegada do seu noivo, nos recompomos rapidamente e quando sai, disse que ela estava terminando de retocar a maquilagem, as damas de honra riram porque sabiam o que eu estava fazendo lá dentro e entraram apresadas para ajudar a noiva a se aprontar. O casamento prosseguiu apesar das quatro horas de atraso e para todos os convidados que assistiram aquele beijo de língua envolvente no altar, acharam que era a maior prova de amor daquele casal sem saber da doce vingança que a noiva trazia em seus lábios.

No salão de festas onde os noivos receberam os seus convidados, o comentário era geral e eu podia perceber como eles me olhavam com certa indignação, exceto a noiva e as damas de honra que eram as suas cúmplices, me retirei da festa para não piorar o mal estar e sem conseguir fazer contato nos dias que se seguiram, fiquei preocupado em saber se alguma coisa havia mudado na nossa amizade ou se aquele contato interferiria diretamente na sua vida de casada, depois de dois meses uma das suas damas de honra me ligou e pediu para que eu fosse ate a sua casa, achei estranho ela não querer me adiantar o assunto pelo telefone sempre repetindo de que era algo do meu interesse. Quando ela abriu a porta do seu apartamento, eu pude perceber pelo seu sorriso e a sua carinha de safada que algo de bom aconteceria, a segui ate o seu quarto onde encontrei a minha amiga recém casada vestida de noivinha sexy, ela usava um corpete branco que valorizava o seu busto, meia-calça com renda nas coxas, salto alto fino, calcinha pequena cravada na bunda e a sua grinalda em véu lhe cobria suavemente o rosto. Eu fiquei petrificado admirando a beleza das suas curvas quando a ouvi dizer: você quer se casar comigo, ou melhor como eu já sou casada, você quer se o meu amante ate que a morte nos separe. Ainda sem palavras eu a admirava quando a sua dama de honra disse: diz que sim seu bobo, vai lá e enfia o seu dedo no anelzinho dela. A minha noivinha desviou o seu olhar retrucando com a sua dama de honra que saiu do quarto batendo a porta. A parti deste ponto eu não consigo mais detalhar com exatidão essa minha historia porque as coisas aconteceram muito rápido, eu só me lembro que caímos envolvidos na cama num caloroso beijo e que nos amamos loucamente ate o dia amanhecer.

 

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