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NA PRAIA DE IRACEMA | Cornos | Acervo de Contos

NA PRAIA DE IRACEMA

Fui passar as férias do meio do ano em Fortaleza. Não sei bem o porquê de ter escolhido Fortaleza, em meio a tantas cidades lindas, no litoral brasileiro. Desembarquei no aeroporto da cidade e uma van me levou para o hotel, que fica a uns três quarteirões da orla marítima. Cheguei no hotel, arrumei minhas coisas, tomei um banho e fui me molhar nas águas do mar. A primeira praia em que cheguei foi Iracema, com aquele belo monumento de Iracema . Andei descalço pela praia e fui conhecendo aquela linda cidade. Em cada parada, uma pausa para as fotos. Eram fotos maravilhosas.

Resolvi caminhar sobre uma muralha de pedras, daquelas que foram construídas para impedir que as águas do mar invadissem as avenidas da cidade. Era começo de noite e queria fazer umas fotos da cidade vistas por um ângulo diferente. Logo na entrada da muralha, um senhor me avisou para tomar cuidado, porque aquele local era perigoso; para cuidar da minha câmera e da minha carteira, onde estavam meu dinheiro, cartões bancários e documentos. Fiquei apreensivo, querendo muito apreciar as belezas da cidade, mas com medo de ser assaltado. Mesmo assim, caminhei, desci pelas pedreiras até encontrar com a água e a cada passo, uma cena inusitada: casais fazendo sexo sem nenhum pudor: homo e heteros, mas uns 90% eram casais homo, masculino. Numa descida até as águas, encontrei um jovem magrinho, não tão belo, que ia até ali a procura de sexo. Ofereceu-me um boquete, o que ele sabia fazer, com maestria. Fui embora e quando estava saindo da muralha, aquele senhor que havia me avisado para tomar cuidado, ofereceu para ?me dar?. Agradeci, e rumei para o hotel.

No outro dia, fiz um city-tour e fui até a bela praia de Canoa Quebrada. À tardinha, de volta a Fortaleza, estive novamente na orla marítima, onde pude passear e encantar-me com a beleza da cidade. Fui ao porto e ao antigo porto. Conheci aquelas ?fortalezas? e casas de shows lindas. De volta à Praia de Iracema, passeei novamente pela ?muralha? número 01, meio amedrontado. Fui até o final da muralha, contemplei as belezas da cidade, vista à noite e quando ia embora, percebi que estava sendo seguido por uns rapazes. Parei, pedi a um rapaz que me fizesse uma foto e falei que estava com medo, pois estava sendo seguido. Ele me disse que eram garotos da cidade, a procura de sexo. Após ser fotografado, agradeci ao ?fotógrafo? e sai. Fiquei gelado, quando eles me cercaram. Eram fortes, malhados e percebi que frequentavam alguma academia. Do nada, um moreno claro, muito bonito, aproximado de 1,80 m., uns 75 kgs, corpo bem definido, se ofereceu para ficar comigo. Diante do meu silêncio, provocado pelo medo, disse a ele que ali não era um local seguro e que não curtia ficar ali. Ele se ofereceu para pagar o motel. Perguntei o que ele curtia e ele me disse que ?tudo?. Já sentindo o maior tesão, pela beleza daquele jovem e pela situação inusitada em que vivíamos. Disse a ele que estava num hotel próximo e que, se quisesse poderíamos ir para lá, pois estava hospedado num quarto de casal. Ele me seguiu e orientei a ele que fosse para a porta do elevador, enquanto eu pegava a chave do quarto no balcão. Subimos para o quarto e chegando lá, já não resistíamos. Fechei a porta e caímos no abraço. Beijávamos, e como aquele cara sabia beijar. Entre beijos e abraços, era possível sentir a dureza dos nossos mastros, roçando um no outro. Ele me pediu para tomar um banho. Foi para o banheiro e dai a pouco resolvi esfregar as suas costas. No banheiro, fizemos muita putaria e resolvemos ir para a cama. Abraços, beijos, mamei naqueles mamilos, lambi seu umbigo e segui por aquele ?caminho da felicidade? até chegar no seu caralho, que era moreno, tamanho médio (uns 14 cms) e um saco durinho. Fiz um delicioso boquete naquele deus grego e pedi a ele que também me chupasse. Deitei de costas e ele veio me chupando, da mesma forma que havia feito com ele. E o cara tinha uma experiência na arte de chupar, que nunca havia visto nada igual. Lambia a minha virilha, chupava a cabeça da minha rola, passava a língua por toda a sua extensão. Lambia meu saco e aquilo me deixava louco. Adquiri confiança com o belo rapaz e fui relaxando. Em dado momento, o cara levanta-me as pernas, enfia a cabeça por entre as minhas pernas e faz-me um delicioso cunete. Nunca tinha experimentado aquela sensação. Depois, mostrei a ele que havia aprendido a lição e também lhe meti a língua no seu buraquinho, sem nojo. Afinal, ele havia tomado um banho perto de mim e vi que estava limpinho. Perguntei a ele se poderia comê-lo e ele disse que sim. Passei vaselina no seu cuzinho e fui alargando-o para que não houvesse muito sofrimento. Ele pediu para eu deitar de costas e ele mesmo encapou o meu caralho e sentou-se em cima, para poder controlar a dor. Foi difícil romper, porque apesar de ser muito experiente, parece que era pouco usado. Depois de alguns minutos tentando, senti que a cabecinha havia entrado. Ele parou um pouco, ficou quieto até a dor passar e depois foi, devagarinho, se ajeitando em cima da minha rola. Dai a pouco, o carinha já estava cavalgando... Como era lindo ver a cara daquele macho sendo dominado e feito de minha fêmea. Mudamos de posição, colocando-o de frango assado. Depois, o comi de quatro, de ladinho... Gozamos como loucos. Pegamos um refrigerante no frigobar para repor todo líquido perdido naquela suadeira. Liguei no restaurante e pedi uma pizza. Enquanto a pizza não vinha, já estava duro feito rocha novamente e perguntei a ele se poderia come-lo novamente. Ele já posicionou-se e dei-lhe mais ferro... Gozei mais, em grande quantidade. Mas desta vez, na sua boca. Ele devorou todo o meu leitinho e limpou tudo. Ficamos deitados, de conchinha, namorando... de repente, bate na porta. Fui atender. Era a nossa pizza chegando. Paguei ao entregador, que me olhava com uma cara muito lerda, tentando ver dentro do quarto. Sentamos na mesa, tomamos refrigerante e comemos bastante. Afinal, parecíamos dois leões famintos.

O cara era tão lindo e gostoso que eu não conseguia ficar de ?pau mole?. Nada diminuía o tesão que sentia por ele. Deitamos para dormir. De madrugada, acordei com ele me bolinando e acabamos tendo mais uma seção de sexo. Às 05:30 seu celular despertou, pois ele tinha que ir trabalhar. Fizemos sexo novamente, em todas as posições para nos despedir. Ele tomou um banho e vestiu-se para trabalhar. Combinamos que, quando ele voltasse do trabalho iria passar no hotel para me levar para dormir com ele na sua casa.

Busquei informações sobre o bairro onde ele morava e soube que era um bairro perigoso. Fiquei com medo.

Passei o dia na praia de Cumbuco e quando voltei fui passear na Feira de Artesanato e conhecer outros pontos turísticos da cidade.

Não contamos o nome de um para o outro, não trocamos números de telefone nem endereço de e-mail. Mas sem dúvidas, esse moreno de Fortaleza foi o cara mais lindo que já vi e o macho mais fogoso que conheci: corpo atlético, cara de mau, mas que chora por causa de uma pica e na cama, vira uma puta.

 

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