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Minha tia e o gringo corno | Cornos | Acervo de Contos

Minha tia e o gringo corno

Minha tia sambava e requebrava ate o chão, uma mulata gostosa de parar o transito e foi justamente o que aconteceu. Um gringo se encantou pelo seu rebolado e a levou para conhecer a Europa, foram vários anos ate que ela retornou para o Brasil já casada com esse gringo. O estranho foi que na sua volta ela passou a residir em Curitiba e nos mal tínhamos contato com ela.

Eu tinha ido a serviço em Florianópolis e a pedido da minha mãe fui procurar o endereço dela na volta, essa procura foi um pouco demorada e eu acabei chegando tarde na sua casa. O marido dela ficou me olhando desconfiado como se estive-se me avaliando e não pareceu muito satisfeito quando ela me convidou para passar a noite na casa deles, assim que a minha tia recolheu a mesa do jantar e foi para cozinha ele começou a falar que eles haviam optado por morar em Curitiba porque tinha melhores condições para o tratamento dela. Claro que perguntei o que ela tinha e se era grave e ele me respondeu que ela sofria de sonambulismo e que o perigo seria acordá-la durante uma dessas crises do sono e quando ela acordava é que o grande problema começava e explicou:

Como ela já havia se recolhido para dormir normalmente estava em trajes íntimos ou completamente nua e que ele agora escondia as chaves da casa sempre em um lugar diferente porque quando ela saia para rua de madrugada, se atirava nos braços do primeiro estranho que cruza-se o seu caminho e cada um reagia de um jeito a essa situação, uns se aproveitavam de uma mulher linda e atraente semi-nua e outros a repudiavam chamando-a de vagabunda e quando ela acordava do transe ficava morta de vergonha e sem entender porque estava nua, na rua e nos braços de um estranho.

Achando o assunto muito delicado e esquisito, porque nunca conheci uma pessoa com essa doença e também nunca soube de um caso desses na nossa família, preferi não fazer mas perguntas mesmo porque, minha tia vinha retornado para sala e nos continuamos o assunto do jantar que era lhe contar como estavam todos os parentes distantes. 

Com o avançar da hora eles me mostraram a onde eu iria dormir se despediram e foram para o quarto deles, mesmo sendo a casa da minha tia era um lugar diferente e eu demorei a pegar no sono e quando por fim adormeci, fui acordado com o ranger das dobradiças da porta do meu quarto. A luz se acendeu e eu pude ver que ela estava nua por baixo da fina e transparente camisola branca, o marido da minha tia apareceu por trás dela com um dedo na frente dos lábios me pedindo silencio e eu continuei imóvel como se estive-se dormindo. Minha tia se aproximou, levantou a minha coberta e se aninhou ao meu lado, eu olhava para o marido dela sem entender direito o que estava acontecendo ou o que eu deveria fazer e ele sussurrava para que eu não a acorda-se e deixa-se ela fazer o que ela quisesse que quando ela termina-se ela retornaria para o quarto deles como se ela nunca tive-se saído de lá durante o sono.

 O corpo da minha tia segue o padrão de beleza de toda mulata sambista, ela começou a esfregar aquele seu cobiçado bumbum no meu cacete e eu que ate então nunca havia lhe faltado com o respeito, me segurava para não pensar maldades com o rabo dela mas, depois de se esfregar e não obter nenhuma resposta ela levou uma das suas mãos ate o meu cacete e começou a massagear, automaticamente tentei conter a mão dela mas o seu marido sussurrando insistia para que eu não a acorda-se e ainda com o seu dedo sobre os lábios fazia o sinal de silencio. 

Cheguei a pensar que a minha tia fosse retornar para o quarto dela quando ela se levantou mas, muito pelo contrario ela só se sentou e deitou virada para os meus pés, jogou a sua perna sobre o meu corpo e foi deslizando para trás dando beijinho ate chegar no meu cacete, abaixou a minha sunga e caiu de boca no meu cacete, conforme ela foi deslizando a sua camisola foi ficando enrugada entre os nossos corpos e a sua boceta molhada ficou aberta e próxima do meu rosto. Sei que ela é minha tia mas, não consegui resistir aquele cheiro de boceta no meu nariz e o meu cacete começou a endurecer na sua boca, ainda me contive a qualquer tipo de toque e prontamente procurei com os meus olhos pelo marido dela que nos assistia excitado massageando o próprio cacete sobre a roupa, minha tia também queria ser chupada e enquanto ela me masturbava, ergueu o seu corpo ficando quase sentada com a sua boceta na minha cara e quando eu enfiei a minha língua naquela boceta molhada ela voltou a me chupar. Alguns gemidos contido e sabor da sua boceta evidenciava o seu primeiro gozo enquanto eu continuava a enfiar a minha língua naquela boceta, logo em seguida foi o segundo, terceiro e por fim ela teve um orgasmo esguichando vários espasmos na minha boca, ser banhado pelo seu prazer me deixou tão excitado que eu comecei a enfiar a minha língua cada vez mais fundo naquele rabo e ela não agüentando de excitação acabou fugindo da minha língua sem parar de me chupar, sua cabeça subia e descia rapidamente enquanto ela fazia uma forte sucção no meu cacete. Olhei para o marido dela e sussurrei avisando que se a minha tia não para-se de me chupar eu iria acabar gozando na sua boca e é claro que a resposta dele não me surpreendeu. Para um homem que conseguia ficar excitado em ver a sua amada esposa, que ele dizia ser sonâmbula, praticando sexo com outros homens sem o menor pudor, só poderia ser: goza, goza na boca dessa vadia e foi justamente o que eu fiz. Os movimentos da sua cabeça cessaram enquanto ela absolvia cada gota do meu prazer em seguida as sucções retornaram e eu acabei constatando que a minha tia havia engolido todo o meu gozo e ainda continuava a me chupar, segurei nas suas mãos e fui puxando suavemente e ela se deixou ser conduzida, montou no meu cacete, guio ele para entrada da sua boceta e começou a cavalgar gostoso. O marido da minha tia colocou o seu cacete para fora e começou a se masturbar enquanto se posicionava procurando o melhor ângulo para assistir a essa penetração, chegando ate a levantar a camisola da minha tia só para ver o meu cacete invadindo a boceta dela. 

Era uma cena inacreditável ver aquele gringo corno se masturbando, ele tinha uma mulher bonita nas mãos e com um corpo lindo mas, preferia se masturbar do que meter rabo da minha tia que se fingia de sonâmbula para satisfazer as suas necessidades sexuais e as dele também, sempre transando com um estranho só para ele se deleitar. Se esse gringo corno queria ver uma boa penetração, essa era uma boa oportunidade de lhe mostrar um desejo antigo e secreto que eu tinha, por diversas vezes ate eu que era o seu sobrinho favorito ficava babando em lhe ver sambar, com aquele biquíni pequenininho que ficava enfiado no meio da sua bunda e que a deixava completamente desnudada, sempre respeitei a minha tia mas confesso que olhava para aquela bunda redondinha e perfeita, excitado e por diversas vezes já me imaginei entrando naquele rabo. 

Coloquei a minha tia de quatro e fiquei em pé na cama, pincelei o meu cacete no rabo dela e comecei a forçar passagem, a minha tia tentou se esquivar mas eu a segurei firme e fui empurrando de vagar ate o meu cacete invadir aquele rabo apertado. Eu já me sentia satisfeito e só faltava eu gozar naquele rabo para me sentir completamente realizado mas, atendendo ao desejo visual do gringo, retirei o meu cacete e arregacei a bunda da minha tia para que ele visse o seu rabo aberto, ele cuspiu no rabo dela para lubrificar e eu recoloquei e retirei varias vezes sempre lhe mostrando o rabo dela bem arregaçado mas, esse constante bota e tira deixou o meu cacete em brasas e em uma das introduções eu não agüentei e comecei gozar no rabo da minha tia, o meu cacete pulsava forte enquanto o seu rabo me contraia e quando eu acabei de encher aquele rabo com o meu prazer, foi justamente a hora que o gringo corno entrou em cena lambendo todo o gozo que escorria do rabo da minha tia.

Eu sempre ouvi falar em taras e perversões mas, depois desta semana maravilhosa de muito sexo que eu passei com a minha tia em Curitiba, não duvido de mais nada.    

 

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