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Meu marido com o meu amante | Cornos | Acervo de Contos

Meu marido com o meu amante

Decepcionada com o amante

Essa é a terceira parte da minha historia que começou com oficializando o amante onde eu conto como e porque me tornei uma adultera. Na segunda parte em dividindo o amante eu relato surpreendentemente como o meu marido aceitou o par de chifres que eu lhe botei e nessa eu vou resumir para vocês uma parte da minha vida de orgias que só estava começando.

Os dias que se seguiram foram de muito sexo, eu e o meu marido começávamos a relembrar os detalhes da nossa primeira aventura a três e ficávamos muito excitados e quando menos percebíamos em meio as nossas caricias já estávamos nos amando loucamente e o mesmo aconteceu dias e dias após quando eu finalmente reencontrei o Edu que insistia em me dizer que o meu marido era gay. Embora os dois me cobrassem uma segunda aventura a três, eu ficava temerosa em juntar os dois homens da minha vida e acabar com toda magia que eu vivia naquele momento, eu tinha um carinho enorme pelos dois e cada um me completava a sua maneira, eu não sabia como explicar esse sentimento mais na verdade eu estava dividida porque eu os amava e tinha medo de acabar estragando tudo mas, a duvida é uma coisa intrigante que nos persegue e nos provoca e mesmo não querendo acreditar no que o Edu me dizia, afinal eram quase vinte anos de casamento, eu fui tirar a prova e fiquei surpresa em saber o quanto o meu marido estava permissivo. Iniciamos uma preliminar e quando eu comecei a chupar o seu cacete, dei uma atenção especial para as suas bolas é claro que enquanto eu chupava as suas bolas eu fui vagarosamente também lambendo o seu cu, o que antes era extremamente proibido mas agora, ele ate levantou as perninhas para que a minha língua invadi-se o seu rabo e se ele queria sentir algo invadindo o seu rabo eu lhe introduzi um dedinho e como ele não reclamou logo em seguida forcei passagem e lhe introduzi mais um e em poucos minutos enquanto eu friccionava o seu cu e o seu cacete ele gozou, eu continuei com a brincadeira no seu rabo e utilizei o seu próprio gozo que escorria para lubrificar o seu cu e lhe introduzir o terceiro e o quarto dedinho. Tudo bem, a minha mão é pequenininha e quatro dedinhos meus no seu rabo talvez não se aproxime da grossura do seu enorme cacete no meu cuzinho mas, eu continuei forçando, forçando ate enterrar toda a minha mãozinha no seu rabo e toda a minha mãozinha com certeza era bem maior que todo o seu cacete e se ele estava achando aquilo prazeroso as suspeitas do Edu só poderiam ser verdadeiras.

Eu continuava a me encontrar com o Edu as escondidas, ao contrario do meu marido que aceitava naturalmente a minha aventura sexual, a mulher dele não sabia da sua vida dupla dificultando os nossos encontros noturnos e para matar a minha saudade só me restava aceitar os nossos encontros a três porque com o bom e velho futebol nos finais de semana que ainda servem de desculpas para muitos maridos traírem as suas esposas num horário a cima de qualquer suspeita, o meu marido conseguia ir ate casa do Edu e lhe buscar para bater um bolão na nossa cama. Foram vários e vários encontros e a cada um que passava nos três ganhávamos mais e mais intimidade na cama ate que um dia, eu sai mais cedo do serviço e sem conseguir falar com o Edu, fui direto para a minha casa, pelo horário os meus filhos ainda deveriam estar no colégio e o meu marido deveria estar no trabalho mas, para a minha surpresa quando entrei em casa e vi copos de cerveja sobre a mesinha ao lado do sofá, detectei que tinha alguma coisa acontecendo no ar e fui na ponta dos pés ate o meu quarto, colei o meu ouvido na porta antes de a abrir e eu ouvi a minha cama rangendo em meio aos gemidos. Fiquei puta de raiva com a traição do meu marido mas, me contive em invadir o quarto a final, se eu tinha o Edu porque ele também não poderia ter alguém. Retornei ainda inconformada para sala porque se o meu marido tinha me feito dividir a minha intimidade como ele, porque ele poderia me esconder a sua, novamente na sala eu olhei para a mesinha, vi os copos sobre ela e as garrafas pelo chão mas, ao lado de um copo tinha um chaveiro, um chaveiro de carro que quando eu examinei, sabia muito bem a quem pertencia, novamente eu retornei a porta do meu quarto com a certeza de que saberia o que veria pela minha frente mas, para a minha surpresa desta vez, quando eu tomei coragem em abrir aquela porta, flagrei o meu marido de quatro para o Edu que socava o seu cacete no cu dele.

Para quem sempre insistiu em me fazer acreditar que o meu marido era gay, o que me levou a brincar com a sua intimidade lhe proporcionando um imenso prazer ao lhe introduzir a minha mão no seu rabo em nossos mais sórdidos momentos de luxuria , foi uma grande decepção ver o meu amante Edu enrabado o meu marido. As nossas futuras relações começaram a ter um envolvimento muito maior pela parte deles a minha boceta e o meu cuzinho não eram mais uma exclusividade dos seus cacete que agora deslizavam facilmente um pelo rabo do outro, nem mesmo as minhas chupadas eram mais solitárias porque agora eu tinha que dividi-lo com uma outra boca, desta vez não existia mais duvidas quanto ao meu marido e o meu amante serem gays porque logo eu percebi que eu não era mais o recheio daquele sanduíche, porque as vezes eu ficava vendo um comer o outro.    

Sempre pensei num casamento para toda a vida e nunca tinha imaginado que um dia eu teria um amante e o mais difícil de acreditar é que quando eu arruma-se um, teria que dividi-lo com o meu marido, eu comecei a recordar algumas das nossas conversas onde o meu marido sempre cogitava a possibilidade de incluirmos alguém em nossa relação e relembrando os detalhes dessa historia que nunca foi para frente porque eu não concordava com a idéia de ser tocada por outra mulher, revertia a historia para ele lhe perguntando se ele aceitaria ser tocado por um outro homem e lembro-me que ele me deixava um pouco horrorizada com as suas afirmações, que eu acreditava ser apenas provocações. Foi um choque anunciado e por mais estranha que pareça ver essa cena, um homem enrabando o outro eu superei e aceitei o meu marido assim como ele aceitou o meu amante Edu e nos continuamos casados e nos amando ate hoje mais sempre arrumando novos parceiros para completar o nosso prazer.

 

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