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Incentivando minha esposa meter | Acervo de Contos

Incentivando minha esposa meter

Sou casado com a Bel, minha adorada esposa, branquinha, baixinha, de boca carnuda e olhos azuis que formam um conjunto harmonioso, uma mulher normal, mas bonita. Sempre tive enorme desejo de vê-la transar com outros homens, mas em nossas transas, quando eu abordava o assunto, ela brigava, dizia que eu não a amava, mas nas brincadeiras na cama, sempre rolava a fantasia, ela me contava de seus antigos namorados, o que tinha feito com eles, etc. Moramos na cidade de Cruzeiro, interior de SP e em nossa cidade há um tradicional baile às quintas-feiras, quem conhece sabe que termina às 01:30 H, até por ser no meio da semana, eu embora não saiba dançar absolutamente nada, a levava para dançar e ficava de pau duro vendo-a dançar com alguns conhecidos, chegando em casa transávamos gostoso, até que numa sexta-feira, eu disse que no final de semana, ela deveria sair, paquerar e ser paquerada e o sexo, somente se ela se sentisse à vontade, ela disse que até poderia sair, mas para curtir, dançar. Já é um começo, pensei, na manhã seguinte, fomos à compras, mas fiz questão de escolher suas roupas, calças jeans apertadas e de cintura baixa, sapatos altos e blusas decotadas, os seios de minha gata são médios, e ficariam lindo com o decote. Naquela noite, ela estava linda, calça jeans, de cintura baixa, sapatos altos (scarpins) e uma blusa preta de alças, decote generoso, mas sem exageros, ela saiu de casa após 23:00 H, pois temos um casal de filhos (10 e 07 anos) e ela queria sair depois que eles dormissem, eu ofereci a ela preservativos, mas ela recusou levá-los, isso me desanimou um pouco, pois achei que ela não iria "aprontar" nada. Fiquei deitado impaciente, olhando toda hora no relógio, quando eram quase 03 horas, até pelo horário, tive certeza que ela estava com alguém, isso deixou-me com muitos ciúmes, mas misturado com um tesão enorme, não resisti e me masturbei gostoso, a imaginando nas mais diversas situações de sexo, às 04:30 H, mais ou menos, ouvi barulho na porta, corri e minha adorada esposa entra pela sala, sem maquiagem, sem batom, cabelos desalinhados e com hálito de vinho, fomos para o quarto e pedi para ela me contar tudo, ela rindo me chamou de "doidinho" e e fez prometer que não brigaria, já que eu havia insistido muito naquela situação, ela mal conseguia respirar e fiz todas as promessas possíveis, pois queria ouvir logo tudinho que ela havia feito, que segue abaixo:
Ela disse que mal saiu de casa e poucos quarteirões adiante, um rapaz jovem, num carro branco ofereceu carona e a paquerou, ela disse que não entraria no carro de um desconhecido, mas que iria beber vinho no calçadão de nossa cidade, onde tempos vários bares, ele concordou e lá se encontraram, ela se chamava Diego, trabalhava numa Faculdade da região, depois de muito conversarem, foram para uma rua sem saída, deserta e começaram a das uns amassos, ele ao receber a chupeta maravilhosa que ela faz, não resistiu e gozou fartamente, um pouco na boca dela, um pouco no rosto, cabelos, pediu muitas desculpas, disse que ninguém o chupará tão gostoso, mas jovem como só, logo o pau dele estava duro de novo, foram para o banco traseiro do veículo, ela com medo de tirar toda a roupas, mas baixou a calça, ele puxou sua minúscula calcinha de lado e após vestir uma camisinha, bombou muito na bucetinha da minha esposinha, mãe dedicada e à partir daquela noite, putinha corneadora. Trocaram de posição, ele sentado e ela no colo dele, com a pica toda na bucetinha rosada, ele não aguentou muito tempo e gozou de novo, enchendo a camisinha de porra. Este primeira metida dela, ocorreu em março de 2009 e de lá para cá, não parou mais de meter com machos sortudos de Cruzeiro e região, teve uma semana que ela meteu todas as noites, com cinco caras diferentes, deu um média de quase 1 cara por noite, Já teve machos de Lavrinhas, Lorena, São José dos Campos e claro, de nossa cidade. Adoro levar minha esposa para os bailes e deixá-la à vontade para escolher o sortudo da noite, depois volto para casa e a espero chegar, cabelos molhados, chupões no pescoço, hálito de porra, bucetinha vermelha. Como a cidade é pequena, certa vez fomos a uma exposição agorpecuária que temos e cruzamos com uns 05 caras que já havim metido na minha esposinha. Espero que gostem e escrevem e-mail, procuramos homens acima de 35 anos e de preferência casados, eu fico somente em casa esperando para ouvir os detalhes da foda.
Espero que tenham gostado, há muitas outras estórias, mas contarei em outras oportunidades.
Abraços

 

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07/07/2010 | 45855 visitas

 
 
 
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