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Fazia tempo que eu era corno | Cornos | Acervo de Contos

Fazia tempo que eu era corno

Para ser sincero, eu sempre fui corno, minha esposa me colocava chifres e eu não sabia.



Tudo aconteceu por ingenuidade minha.



Eu tinha vontade de ser corno, não sabia que eu era corno.



Naquela época eu sentia muita vontade de ser corno, isso faz 5 anos.



Tudo por que a minha esposa mostrava ser muito tímida, eu queria que ela se soltasse.



A coitadinha da minha esposa achava absurdo a minha conversa com ela sobre traição. Eu dizia que queria ser corno. Ela ficava sem saber o que dizer pra mim, ela dava para o seu chefe na empresa.



Minha esposa me perguntava como ela iria fazer se sempre foi fiel.



Eu pensava que iria ser difícil, mas pedia para Laura se soltar com os rapazes, com nossos amigos, no trabalho etc.



Eu dizia que a queria bem safada. Minha mulher sorria achava que seria difícil, mas ela começou aceitar a idéia de transar com outros homens.



Foi a partir daí que eu comecei a levá-la em salão de danças e pedia pra ela ficar bem a vontade com qualquer rapaz que viesse tirá-la pra dançar. Era uma maravilha ver a minha esposa dançando bem agarradinha. Minha mulher sorria e dançava se esfregando no rapaz. Isso aconteceu algumas vezes em finais de semanas, até que um dia no salão onde freqüentávamos, ela conheceu o Beto. Minha mulher tinha dançado naquele dia com vários rapazes e sem nenhuma novidade, mas esse Beto foi corajoso, mesmo sabendo que ela era casada quis come-la sem se importar comigo. Ele veio em minha mesa abraçado com a minha esposa e me perguntou assim: Vocês são casados?



Respondi que sim.



Ele se apresentou dizendo se chamar Roberto mas podia chamá-lo de Beto.



Eu apertei sua mão e disse: Meu nome é Victor, prazer em conhecê-lo.



Ele disse: Você não tem ciúme de me ver com sua mulher?



Eu respondi que estava acostumado e que ele podia ficar a vontade com ela.



Ele me agradeceu e ficaram perto de mim se beijando.



Eles dançaram por perto, sentavam, dançavam, conversaram muito, beijavam se agarrando o tempo todo na minha presença. Às vezes minha esposa falava em meu ouvido que estava adorando o rapaz.



Ela disse assim: Ele é bastante carinhoso e muito safado amor. Eu acho que esse vai dar certo pra fazer comigo tudo que você sempre quis e muito mais, eu sei que estou gostando.



Depois de bastante tempo o Beto falou para mim assim: Victor, eu gostaria de ficar mais a vontade com a sua esposa, se não tiver problemas pra você, gostaria de dar umas voltas com ela, sair um pouco, aqui tem muita gente.



Minha esposa olhou pra mim e disse: Amor empresta-me a chave do carro, quero conhecer um pouco melhor o Beto.



Naquele momento meu coração partiu ao meio. Nossa, que fazer se a minha esposa queria sair com o rapaz?



Entreguei a chave do carro com a cabeça baixa sem nada dizer.



Ela me beijou e disse: Amor a gente não demora, te amo.



Saíram abraçados.



Pra mim foi difícil espera a volta da minha esposa.



Fiquei bebendo na mesa sozinho.



Pra mim pareceu uma eternidade, mas eu acho que foi apenas meia hora.



Ela voltou toda descabelada, nossa, o que teria acontecido.



Minha esposa me beijou na boca, senti o aroma de esperma.



Ela sorriu e disse: Adorei o Beto amor, quero ir pra casa com ele.



O rapaz sorriu pra mim e disse: Vivi, sua mulher é um tezão, me fez a melhor chupeta em toda minha vida, esporrei gostoso na boca dela. Agora quero muito mais vou comer a sua mulher na sua casa Vivi, estou tarado por ela.



Minha esposa olhava pra mim com ar de felicidade, mas ela perguntou se estava tudo bem comigo. Disse que sim.



Eu aceitei. Era tudo pela sacanagem, mas meu coração disparado.



Não imaginava que eu iria ficar assim, comecei a sentir ciúme, incrível.



Pensava contra aquilo que estava acontecendo. Minha mulher, essa pessoa que eu amo. Eu estava permitindo e sendo uma biscate deixar outro tocar nela, fazer isso tudo, e agora, sei lá mais o que ele queria. É claro queria meter na minha mulher.



Minha esposa que sempre foi muito tímida, era de estranhar ela se comportar daquele jeito, mas também poderá eu vinha fazendo a cabeça dela a quanto tempo.



Eu tinha que ser forte, minha vontade sempre foi de ser corno e não podia agora fraquejar. Minha esposa estava beijando o rapaz na boca e se esfregando nele, já estava sendo corno. Faltava consumar o ato, mas eles estavam ali naquela sacanagem erótica um querendo entrar dentro do outro.



Eu com minha cara de corno acompanhando todos os movimentos.



O rapaz era muito legal, divertido, experiente, sabia o que queria conosco e dizia que iria fazer as coisas que tínhamos vontade.



Ele era arrogante, mas mesmo assim um cara legal.



Quando chegamos em casa ele disse assim pra mim: Victor, a casa é sua mas eu quero que você fique a vontade e me deixe bem a vontade, pois você não está acostumado com isso.



Era verdade, eu estava meio constrangido, ele me acalmou.



Minha mulher foi tomar um banho.



Fiquei com o Beto conversando na sala.



O Beto me contou que teve alguns casos com mulheres casadas, mas sempre foi escondido do marido, e ele estava contente de estar em minha casa na minha presença.



O Beto me agradeceu por eu confiar nele. Ele me disse assim: Victor você é um cara muito legal, você não vai se arrepender, quero dar muito prazer a você e a sua mulher. Quero ser bem franco com você.



Eu ficava pensando nas coisas que ele dizia, como eu cheguei naquele ponto, mas queria continuar, eu estava decidido ir até o fim.



Victor, é a primeira vez mesmo que vocês trazem alguém na sua casa?



Eu disse que sim, nunca tinha acontecido aquilo antes.



Ele me perguntou: Você ama a sua mulher?



Respondi que sim.



Ele cada vez mais audacioso me falava sobre as nossas intimidades, queria saber de tudo e eu falei que ele poderia dizer ou perguntar o que quisesse.



O Beto elogiava a minha mulher, dizia que ela era muito gostosa.



Ele me perguntou assim: Você sabe o que vai acontecer quando sua mulher sair do banheiro?



Respondi: Eu imagino.



Ele novamente me forçava a dizer: Você imagina o que Victor? fala:



Respondi: Imagino que vocês vão transar.



O Beto: Victor, eu vou fazer muito mais carinhos nela. Sua esposa já chupou meu pau, gozei na boca dela, nós vamos ficar pelados, sua mulher vai chupar mais minha rola, vou meter meu pau na buceta dela, eu quero fazer a maior putaria na sua frente. Estou até sentindo calor, vou tirar minha camisa.



Eu disse pode tirar, fique a vontade.



Ele tirou a camisa e a calça, ficou só de cueca.



Eu olhei para o volume do pau dele.



O Beto percebeu e deu risada para mim.



Victor, meu pau vibra quando escuto você dizer que ama a sua esposa, olha pra isso.



Eu olhei, disse: Nossa é grande.



O pau dele era grande grosso.



Ele me perguntou: O que representa a sua esposa pra você.



Falei: A Laurinha é tudo na minha vida, eu a amo de verdade e tenho muito respeito por ela, talvez você nem saiba que minha mulher é tímida, pra você não parece, eu tenho trabalhado a cabeça dela pra ela ficar liberal mais solta.



Ele disse assim: Nossa que tezão estou sentindo pela sua mulher, ela pode ser uma santa pra você, mas fique sabendo que vou fazer dela uma verdadeira putinha. Ela está louca pra entrar na minha vara.



Ele passava a mão em seu pinto por cima da cueca e dizia pra mim: Olha só o tezão que eu fico pela sua mulher. Você acha legal isso? Quero saber se você não sente ciúmes.



Respondi: Eu sempre quis ver minha mulher com outro homem, mas confesso que estou sentindo ciúmes escutando você dizer isso e eu ver você ficar desse jeito.



Ele: Vou fazer sua esposa gozar muito na minha pica. Mas eu não quero que você veja.



Achei um absurdo o que ele me disse e perguntei o por que dele não querer que eu visse ele transar com a minha esposa. O Beto com seu jeito bem sem vergonha me disse assim: Eu não vou transar, a palavra transar é pouco para o que eu quero fazer com sua mulher, vou foder nela, quero meter meu caralho duro na buceta dela. Quero que você sinta bastante ciúme, e quero que você aprenda a se controlar é esse meu desejo com você.



Pensei comigo que loucura ele estava me dizendo. Por que ele não queria que eu visse?



Ele dizia repetidamente pra mim: Quero que você se sinta verdadeiramente um corno, vou meter a pica na sua putinha, ela vai ser uma puta na minha rola.



Eu não sabia o que pensar diante do rapaz que insistia em dizer o que ele queria conosco. Percebia-se que ele tinha muitas fantasias.



De repente o chuveiro fechou. O Beto esfregou uma mão na outra e disse: Victor está chegando a hora. Você aceita em sair um pouco, ir até o portão? Me faça um favor, vai procurar algum Bar aberto e me compra um maço de cigarros. Eu quero que você se sinta um verdadeiro corno, quero que você sinta que a sua mulher está lhe traindo. Isso vai me dar muito tezão.



Comecei a me aborrecer, mas ele tinha razão, talvez fosse melhor eu nem ver mesmo.



Resolvi sair e fui procurar um Bar aberto aquela hora da madrugada.



As palavras dele ficaram na minha cabeça:Eu quero que você se sinta um verdadeiro corno, quero que você sinta que a sua mulher está lhe traindo. Isso vai me dar muito tezão.



Eu queria muito ver minha esposa trepando com ele, mas ele não queria que eu visse, acabei aceitando sua proposta.



Andando lentamente cheguei até o portão. Pensei, pensei. Olhei a noite estrelada. Estava muito ansioso, mas tinha que me controlar conforme o Beto falou. Concordei que minha ansiedade não era legal e me fazia mal. Pensava em várias coisas na minha vida, o amor que tinha pela minha esposa e se ela realmente me amava. Dentro de mim comecei a ter duvidas. Bobagem, minha esposa me ama, ela está fazendo isso porque eu pedi. Fui eu que inventei toda essa loucura. Minha esposa me ama também. Abri o portão e saí. Seguia pelas ruas imaginando, parece que eu estava escutando gemidos da minha mulher. Fiquei em duvida se eu voltava ou seguia. Que duvida cruel foi aquela minha. Andei de pressa. Que bobagem, pressa pra que. Meu corpo tremia. Diminui os passos, meu coração batia disparado. Nossa que desespero. Pensei que ia morrer. Os gemidos na minha cabeça pareciam ser reais. Eu pensava: Minha esposa está entrando na pica do rapaz, eles deviam estar em pleno prazer. Minha esposa e o Beto estavam curtindo a safadeza daquela farra sexual. Comecei a me arrepender daquela idéia maluca de querer fazer essa aberração. Agora não tinha mais volta. Pelo jeito minha esposa estava tendo um belo orgasmo.



Eu,....., nossa, que desespero. Eu estava preso aos meus pensamentos, não conseguia raciocinar nada. Queria tanto ver a minha mulher, lhe abraçar. Meus olhos encheram de lagrimas. Fui andando sozinho nas ruas desertas. Que coisa. Como resolver aquela situação.



Os Bares estavam fechados, tentava outro. Também estava fechado e assim foram vários.



Nossa quanto desespero eu sentia e não podia fazer nada.



Achei uma luz acesa. Finalmente um Barzinho em um Posto de gasolina.



Não sou de chorar, mas naquele momento eu chorei com lagrimas e soluçava baixinho.



A primeira coisa que eu pedi foi uma dose de wisk, naquela época eu ainda bebia.



Tomei uma, outra e outra.



Comprei o cigarro do rapaz e voltei.



Tinham passado muito tempo, o dia estava clareado.



Cheguei em casa estava tudo em silencio.



Entrei pela cozinha. Chegando na sala as roupas dos dois jogadas ao chão. Passou na minha cabeça rapidamente como foi que aconteceu no momento que a minha esposa saiu do banho com aquela camisola que estava no chão. Aquele tarado deve ter agarrado a minha esposa, não ela que se atirou aos braços dele.



Que importa, minha esposa será que perguntou por mim? Sei lá, será que ele contou que mando eu sair. A calcinha da minha esposa jogada no sofá. Era uma tanguinha minúscula que a minha esposa ainda não tinha usado, fui eu quem comprei pra ela usar quando alguém viesse em casa pra come-la. Lembrei que eu tinha falado pra minha mulher usar com algum macho que ela quisesse. Lembrei que minha esposa me disse que ia usar em um dia especial. A calcinha estava úmida, molhada pela sua auto lubrificação vaginal.



A cueca dele jogada também no chão.



Para que pressa? Eles estavam no quarto. O aroma de sexo exalava fortemente. Minha mulher pelada parecia desfalecida. O corpo dela toda melada de esperma.



O rapaz quando me viu sorriu pra mim e não disse nada. Levantou pelado e foi ao banheiro. Minha esposa sorriu pra mim e disse: Amor, ele me comeu. Olha como estou toda lambuzada, mas foi muito gotoso. Obrigada, eu te amo amor.



Ela abriu os braços pra mim e me chamou.



Fui ao seu encontro. Ela disse assim pra mim: Amor eu te amo. Era isso que você queria de mim?



Não sei por que naquele momento comecei a sentir excitação. Meu pau ficou duro de repente.



Tirei minha roupa e fui pra cima dela.



Ela me disse assim: Amor quero que você me lambe, me chupa, veja como estou, como fiquei.



Toda minha angustia tinha acabado. Abracei, beijei minha esposa e falei: Eu te amo amor, você é maravilhosa.



Ela disse pra mim: Eu sabia que você ia gostar amor, pensei em você o tempo inteiro. O Beto tem um cacetão grande amor, fiquei arrombada.



Ela me contou sobre o tezão que ela sentiu, pensou que não ia aquentar. E falou que o rapaz não quis usar preservativo: O Beto não quis usar camisinha, ele falou que queria me encher de porra, e eu deixei ele me comer assim mesmo, só pra você me encontrar desse jeito amor, nossa queria que você estivesse aqui pra me ver gozar gostoso amor.



Eu não disse nada. Minha esposa me ama, ela queria que eu a lambesse, entrei no meio das pernas, passei minha lingua, senti o caldo de esperma que escorria, chupei, era só porra que saía daquela bucetinha que só eu usava, agora estava aberta, eu imaginava isso, o Beto pelo jeito parecia um jegue.



Nossa quanto tezão eu estava sentindo. Eu até tremia de tanto tezão.



O Beto entrou no quarto e começou a falar: A Laurinha não queria transar comigo hoje, eu tinha combinado com ela de encontra-la no serviço durante a semana, ela ia lhe trair, trepar comigo escondido, mas quando você aceitou que eu podia vir pra sua casa. Eu estava no maior tezão pela sua mulher, meti a pica nela, comi gostoso sua mulher, depois pedi pra Laurinha não tomar banho pra você chupar toda minha porra. Lambe, chupa seu corno. Sua mulher é muito gostosa, rebolou feito uma putinha, gemeu pra caralho na minha pica, você é um corno manso Vivi, fiquei louco pra foder nela.



Eu nem me importava com o que ele dizia e sentia ainda mais tezão.



Meu pau estava muito duro resolvi meter nela, abria suas pernas coloquei em sua buceta. Meu pau entrou de uma vez. Ela estava arrombada, bem aberta e ainda sentindo tezão comigo. O Beto disse assim: Está vendo seu corno como sua mulherzinha está arrombada, é disso que ela gosta.



Minha esposa pediu pra ficar em cima de mim.



Eu fiquei por baixo e minha esposa em cima pra cavalgar na minha pica ela adora essa posição.



O Beto se aproximou e mandou minha esposa chupar a pica dele.



A Lili pegou no pau dele ainda mole e começou alisá-lo, aquilo foi crescendo e engrossando, eu pude ver na minha frente que cacetão de respeito, ela punhetava e colocou na boca. Senti muito tezão nessa hora. Minha mulher chupava a rola do rapaz, ela e se movimentava me dando prazer com aquela sua buceta arrombada. Minha esposa com a pica dele na boca rebolando no meu pau, que maravilha. Então o safado disse assim pra minha mulher: Agora Laurinha eu quero que você beija a boca do corno do seu marido.



Minha mulher se curvou pra me beijar ele falou assim: Isso Vivi, beija a boca da sua putinha molhada com a minha rola, beija sua putinha, você já lambeu minha porra na buceta dela.



A Laurinha curvada me beijando, o rapaz falava e passava a mão na bunda dela e enfiando o dedo no cuzinho da minha mulher e disse assim: Daqui a pouco vou comer a sua bundinha minha gostosa, quero que você se sinta galinha, você disse que ia sentir vergonha de dar pra mim na frente dele, mas eu gosto de ver cara do corno manso.



Nem acreditei, mas ele insistia e contava: Vivi a sua mulher queria dar pra mim, ela pediu pra eu falar com você e também ela inventou a falta de cigarro pra você sair, ela queria dar pra mim sozinha, eu queria que você visse ela entrando na minha pica, o melhor você vai ver agora, eu comer o rabinho dela. Mela o cuzinho dela pra mim Vivi.



Passei meu dedo na xota dela cheia de porra e coloquei no anelzinho da minha esposa. Minha esposa sorriu pra mim. Ele levantou e foi por traz dela e disse: Abraça esse corno e levanta bem a bunda que eu vou deixar você toda arrombada agora.



Minha mulher me abraçou e me beijou e disse: Amor eu te amo.



Eu falei pra ela: Eu te amo amor, mais que tudo, te amo, te amo de verdade.



A Laurinha me apertou, a respiração dela ficou ofegante e profunda. De repente ouvia-se o sussurrar dela: Ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa haaaaaaaaaaaa.



Ela pediu: De vagar, põe de vagar. Aaaaiiii, põe, pode por mais um pouco.



Ela disse pra mim: Está entrando no meu cuzinho amor.



haaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ai, ai, ai, aaaaaaiiiiiiiiiii, aaaiiiiiiiii, haaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii



Eu perguntei: Está doendo amor? Pede pra ele tirar.



Ela respondeu: Ta, ta, ta gostoso, haaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii, põoooooooooeee, põeeeeeeee, que delícia, está me abrindo toda, noooossssssssssssssaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.



Eu ficava sem saber e esperava as atitudes dela mas eu percebia que aumentava cada vez mais o tezão da minha mulher que gemia em nossas picas. Eu comia a buceta da minha mulher e o rapaz metia aquele bruta caralhão no cuzinho dela.



Minha mulher gemia e pedia mais, o rapaz falava pra ela: Tome pica no cu sua putona sem vergonha, cadela ordinária. Quero você toda arrombada sua puta.



Nossa, eu fiquei bobo como ela podia ter aquentado tudo aquilo no cuzinho, não era possível, ela rebolava e pedia mais.



Nossa que loucura, o Beto metia e minha esposa pedia mais.



Minha mulher gozou uma porção de vezes, talvez por causa do wisk eu demorei pra gozar, mas quando eu fui gozar o Beto também gozou no rabinho da minha mulher.



Minha esposa ficou muito cansada, o Beto tinha fodido nela bastante antes que eu chegasse, e agora eu comendo a bucetinha e o Beto metendo no cuzinho dela, a coitada não aquentava mais de tanto que metemos.



Paramos um pouco.



Eu abraçado com a minha esposa de frente e o Beto colado na bunda da minha esposa dormimos.



Acordamos depois de muito tempo, o sol estava bem alto.



Fomos nós três para o banheiro, a safadeza retomou.



Depois eu perguntei para ela: Amor, eu te amo, mas quero saber uma coisa: como você aquentou no cuzinho esse cacetão?



O Beto deu risada e me contou: Faz tempo que você é corno, ela me disse que sempre quis lhe contar, mas tinha vergonha. O chefe da sua mulher come ela direto, o chefe dela gosta de comer o rabinho da sua esposinha, ela faz tempo que é putinha do chefinho dela seu corno, eu não sou o primeiro. Você é um homem de sorte, sua mulher te ama, se fosse por isso ela tinha ido embora com ele, mas ela lhe ama de verdade, mas gosta de dar a buceta e o rabo seu corno babaca.



Eu nunca tinha percebido, depois minha esposa me contou tudo como aconteceu, e me sinto muito feliz em saber que a minha esposa me ama apesar dela ser adultera, uma putinha com cara de santa que me enganou e me fez feliz. O Beto passou a freqüentar a nossa casa e sempre fodia de todas as formas e comia o cuzinho da minha esposa chamando a de putona e eu de corno manso chifrudo.



Depois do Beto aconteceram muitas coisas,



Deixa para outra vez entrar aqui vou postar novamente.



Se alguém quiser nos conhecer eu peço que mande e-mail e não me adicione não fico teclando, apenas posso trocar e-mail e se for o caso marcaremos um encontro. cornobroxa@hotmail.com

 

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