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Experimentando a vizinha  | Cornos | Acervo de Contos

Experimentando a vizinha 

Experimentando a vizinha 

Ainda não temos filhos, eu e a minha esposa trabalhamos e precisávamos de alguém para receber os moveis novos que havíamos comprado. A minha esposa confiou a chave da nossa casa a uma vizinha para que ela pudesse receber os moveis, caso fossem entregar e nos não estivéssemos em casa. Ela é daquelas que gosta da sua casa brilhando com tudo no seu devido lugar e quando eu estou de folga, me arruma mais serviço do que se eu estive-se trabalhando e é por isso que quando eu vou ter uma folguinha, fico calado para não ter que trabalhar dobrado.

Saio primeiro porque trabalho mais distante e como estaria de folga naquele dia, fui para área de serviço e fiquei sentado por trás da maquina de lavar esperando ela sair, assim que o portão bateu confirmando a sua saída, eu entrei em casa e fui direto para o meu quarto, quando eu estava trocando de roupa escutei o barulho da chave na porta da sala e logo imaginei que ela tive-se esquecido algo e havia retornado para buscar e rapidamente tratei de me esconder para não gerar uma confusão maior. Me enfiei só de cueca de baixo da cama e parecia uma eternidade enquanto eu aguardava mas, a casa estava silenciosa e como eu não tinha certeza, permaneci quieto lá em baixo. Passado algum tempo, a porta do meu quarto entre abriu como se alguém quisesse espiar lá dentro, eu ainda não tinha a certeza de quem era mas, aos pouco quando a porta foi se abrindo e mostrando para a pessoa que o quarto estava vazio eu vi que o pé era de uma mulher. Quando ela teve a certeza de que não havia ninguém no quarto, acendeu a luz e entrou, foi direto para o guarda-roupa e eu só escutava o remexer dos cabides, logo em seguida ela se despiu, vi quando as suas roupas caíram pelo chão, ela começou a experimentar as roupas da minha esposa que em seguida também foram caindo pelo chão enquanto ela vestia outra e por mais curiosidade que eu estive-se em dar uma espiada, procurei me manter quieto acreditando que assim que ela termina-se ela iria embora mas, não foi o que aconteceu. Quando acabou de experimentar as roupas ela partiu para gaveta de peças intimas, eu podia ver os seus pés girando de um lado para o outro enquanto ela se observava no espelho, eu acabei ficando excitado em saber que aquela mulher nua estava tão próxima que me atrevi a apanhar a sua calcinha que estava caída no chão, o forro estava úmido e o cheiro de boceta entranhou pelo meu nariz fazendo o meu cacete pulsar. 

Ela estava em cima da minha cama e o seu peso quase fazia o estrado encostar no meu corpo diminuindo o meu espaço embaixo dela, ouvi ela sussurrar o meu nome excitada varias vezes, parecia estar fantasiando ser a minha esposa em nossos momentos íntimos, não me contive e acabei saindo de baixo da cama. A vizinha tomou um grande susto quando me viu só de cueca na sua frente e se encolheu toda tentando desesperadamente tapar a sua nudez, fui me aproximando devagar e enquanto eu diminuía a distancia entre a gente, ela foi se esquivando ate ficar acuada no canto da cama. Tomei seu rosto em minhas mãos e acariciei mas, seus olhos envergonhados insistiam em fugir, comecei a lhe dar beijinhos na fase enquanto ela continuava a se acuar e fui me aproximando dos seus lábios ate ela se deixar beijar. Enquanto nos beijávamos comecei a tocar o seu corpo e fui repelido, então peguei a sua mão e conduzi ate o meu cacete, ela recuou o braço rápido como se tive-se ganho um grande choque mas eu insisti segurando a sua mão sobre o meu cacete duro e sem nenhuma persuasão ela se manteve serena segurando o meu cacete enquanto voltávamos a nos beijar, abracei a vizinha e comecei a girar o seu corpo tirando ela daquele canto e fui me deitando sobre ela que não largava o meu cacete. Mesmo de cueca eu fui pressionando o meu cacete duro contra a boceta da vizinha que me envolveu em seus braços e me arranhava as costas com as suas unhas, meu cacete apontava na sua boceta como se fosse entrar mas era impedido pelo minha cueca e envolvido pelas suas pernas e braços eu não conseguiria retirar. Me levantei trazendo a vizinha no colo, a pressionei contra a parede para que as minhas mãos ficassem livres e entre os voluptuosos beijos em que as nossas línguas se enroscavam em fim pude colocar o meu cacete para fora e invadir aquela boceta molhada. Minha vizinha parecia uma largatixa rebolando contra a parede enquanto o meu cacete entrava e saia rápido da sua boceta, eu precisava dominar aquela relação se não a sua boceta gostosa iria me fazer gozar em poucos minutos, me afastei da parede e ela ficou pendurada ao meu pescoço, seu corpo arqueado para trás enquanto seus peitos balançavam a cada socada, meu cacete escorrega gostoso mas ela ainda dominava a relação forçando o seu corpo contra o meu, virei repousando as suas costas sobre a cama, levantei as suas pernas deixando a sua boceta bem exposta e de cima para baixo eu lhe plantei o cacete sem a menor pena e quando o meu saco começou a bater forte na sua bunda, ela gemeu colocando a sua mão sobre o ventre dizendo que eu estava indo muito fundo, virei ela de quatro na cama e segurei na sua cintura, pincelei o meu cacete que foi logo chupado pela sua boceta e juntos continuamos a meter, era um ritmo gostoso e compassado que eu acabei gozando dentro da sua boceta e continuei no mesmo balanço metendo o meu cacete na sua boceta ate ela anunciar que também estava gozando, mais algumas investidas e ela se projetou para frente fugindo, disse que precisava de um tempo porque a sua boceta estava pegando fogo, olhou para o meu cacete ainda duro com cara de espanto e perguntou se eu não tinha gozado, balancei a cabeça em negativa, chamando por ela e ela veio engatinhando sobre a cama, parou na minha frente e sem colocar as mãos começou a esfregar o seu rosto no meu cacete, abocanhou e começou a fazer o sobe e desce com a cabeça, voltou a se esfregar no meu cacete agora todo babado ficando com o seu rosto todo brilhoso e lambuzado e novamente voltou a abocanhar, mesmo sem falar nada, eu havia entendido o pedido dela e não demorei a gozar sobre a sua face, fiquei batendo com o meu cacete no seu rosto ate sair a ultima gotinha e depois fiquei assistindo ela conduzia tudo para a sua boca e se delicia com a porra que escorria entre os seus lábios.

Os moveis foram entregues, a minha esposa reclamou da bagunça no seu guarda-roupa e eu aleguei que iria tentar montar mas, quando vi que perderíamos a garantia coloquei tudo de volta justificando a bagunça. A vizinha veio mais tarde lhe devolver a chave da nossa casa e antes de sair, me sussurrou rapidamente enfrente ao portão. 

Quando é que eu te vejo de novo?  

E eu respondi, não sei, quem sabe na minha próxima folga ou quando o seu marido não estiver na sua casa e ela saiu rindo com aquela cara de travessa, aquela de quem havia feito alguma coisa de errado. Agora só me resta esperar uma oportunidade para fazer a continuação deste conto erótico com a minha vizinha.

 

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