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Excursão a Itaipu | Cornos | Acervo de Contos

Excursão a Itaipu

Uma vizinha no meu bairro frequentemente promove passeios turísticos e num desses passeios que essa minha historia começa. Normalmente se formam grupos de farofeiros onde cada um combina o que vai levar para comer mas, nesse o grupo havia combinado em fazer um churrasco e a dona da excursão cobrou um diferencial na passagem incluindo todas as despesas. A paquera já começava na concentração antes de sair e quem não se arranjou na saída teria que correr atrás do prejuízo quando chega-se lá. Quando chegamos a Itaipu o ônibus parou a sombra de uma frondosa amendoeira onde montaram a churrasqueira, a maioria das garotas se trancaram no ônibus para vestirem os seus biquínis enquanto os rapazes tentavam encarar aquele mar violento onde só quem entrava eram os surfistas. Resumindo as garotas que não ficaram deitadas ao sol pegando um bronzeado, ficaram em torno da churrasqueira rebolando seus corpos suados ao som da batucada dos rapazes que não se atreveram encarar aquele mar violento. Churrasco, cerveja, batucada e garotas semi-nuas enroladas em suas toalhas de praia, a maioria dos que se arranjaram começaram a sumir entre a vegetação enquanto outros que decidiram beber enchiam a cara. Tentei inutilmente paquerar uma garota sem saber que ela já tinha escolhido o seu par, só que o carinha que ela escolheu estava preferindo mais a bebida do que lhe dar a devida atenção. Depois de horas e horas, a bebida liberada começou a fazer as suas primeiras vitimas, alguns passaram mal e outros simplesmente apagaram, saíram de órbita num sono profundo para o prazer da malandragem que não perdoou na hora de zoar, foram pintados com batons e pasta de dente, fizeram transinhas, penduraram enfeites no cabelos e rolou ate algumas fotos mais ousadas mas, quando uma das garotas apagou de porre, foi o delírio da rapaziada que levou a garota para o ônibus e fizeram fila para meter no rabo dela, como diz o ditado cu de bêbado não tem dono. Embora eu não tenha participado deste quase estrupo, fiquei cheio de tesão porque a garota estava afim e ate provocava dizendo que o dela tinha dono mas, como ela apagou a orgia continuou só com o seu corpo porque ela estava fora de órbita. 

Hora de encarar os muitos quilômetros do retorno e o pessoal começou a se enfiar no ônibus de qualquer maneira, tinha gente bêbada e caída para tudo que é lado, ocupando mais de um lugar e o pessoal que estava sóbrio estava exausto da praia, acabei tendo que voltar em pé. Fiquei ao lado da garota que eu estava paquerando e o namoradinho dela estava bêbado e adormecido sobre o seu colo. Curva pra cá e pra lá e eu que estava cheio de tesão comecei a tirar um saro no ombro da garota, ela se esquivou por diversas vezes, ficava me olhando seria e eu olhando através da janela vendo os carros passar me fazia de inocente como se não estive-se fazendo nada, com o decorrer da viajem a garota parou de se esquivar, meu pau estava duro igual a uma pedra e ela já não me olhava mais tão seria. Comecei a sentir o seu ombro acariciar o meu pau mas, continuei olhando através da janela, logo em seguida ela tateou sobre o meu short e eu continuava fingindo não ver e então ela prosseguiu, colocou o meu pau para fora e começou a lhe dar beijinhos, lambidas e chupões ate enfiar tudo dentro da sua boca e começar a fazer um delicioso vai e vem. A maioria dos passageiros dormiam quem não estava embriagado, estava exausto da praia, ela levantou a cabeça do seu namorado e repousou sobre o banco, fomos para o minúsculo sanitário do ônibus onde eu sentei na privada e ela veio por cima, meu pau escorregou na sua xota enquanto eu chupava os seus peitos e naquele balançinho do ônibus nos viemos metendo pela estrada a fora ate chegarmos em casa. 

Quando chegamos, seu namorado tentava entender porque todo mundo ria da sua cara alheio a galhada que ele levou e achou que estavam rindo da sua cara pintada que trazia escrito na testa a palavra, corno         

 

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