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Eu, ela e o colega na praia | Acervo de Contos

Eu, ela e o colega na praia

Esse caso ocorreu mesmo. Já faz dez anos de nosso casamento, mas quando isso aconteceu éramos recém-casados. Minha esposa na época começou a trabalhar em uma firma de engenharia. Ela era, magrinha, bonitinha, inocente, o corpo e o rosto semelhante aos da atriz Ana Paula Arósio. Era feliz com a vida de casada. Até que começou a falar de um colega, que teria um sítio perto de uma praia de nudismo, no Litoral Norte de Salvador. Aquilo me intrigou, mas não levei a sério. Até que um dia ela me disse que o tal a amigo a convidou para conhecer o local e me chamou também. Ela falou para eu não me preocupar, porque ele também era casado e a mulher dele estaria também na praia. No sábado, nós nos aprontamos e pegamos a estrada. O amigo dela, um rapaz alto, corpo atlético, bem definido, nos recebeu na porta do sítio, dizendo que a mulher dele não fora, porque estava fazendo plantão. Não me importei com isso e fomos para a praia.
O dia estava nublado e na praia havia poucas pessoas. Ele nos explicou que aquela parte, próximo ao sítio, era uma praia normal, mas que mais adiante, cerca de um quilômetro depois, era onde começava a praia de nudismo. Ju, minha esposa, fez uma cara de safada e perguntou se ele ia muito nessa praia, ele então respondeu:
- Às vezes, mas geralmente só tem gente velha e não chama muito a atenção. Vocês querem ir? - perguntou, sendo que antes de minha esposa responder eu me adiantei e disse que não, muito obrigado. Ele riu e fomos tomar umas cervejas na barraca. Foi onde Ju retirou a canga e mostrou o corpinho bem definido em um pequeno biquíni. Eu fiquei olhando a cara do colega dela, que ficou vermelha, mas não disse nada. Ficamos conversando amenidades. Por volta de meio dia, já tínhamos bebido várias garrafas, quando a própria Ju disse que devíamos fazer uma visitinha à tal praia de nudista, ?pra gente dá risada? disse sorrindo. Como eu estava um pouco tonto e também alegre, concordei e fomos os três andando pela praia. Ela de biquíni e nós dois de bermuda somente.
Quando estávamos chegando perto da praia, o colega dela falou que ninguém poderia entrar vestido e que nós teríamos de ficar nus também, se quiséssemos penetrar no local, o qual tinha lá suas regras. Eu gelei, mas para o meu espanto, Ju concordou prontamente, dizendo que iria tirar a roupa primeiro. Eu não estava acreditando. Tirou a parte de baixo primeiro (!) e logo depois a de cima. Eu estava atônito, não sabia como explicar o fato de estar com minha mulher nua ao lado de um estranho. Eu não sabia o que fazer e, para não parecer que era um otário, também tirei a bermuda e a sunga, ficando todo envergonhado. Nesse instante, Ju disse toda safada: ?Alex, agora é a sua vez, também tire sua roupa!?. E aí veio o espanto geral: O sujeito tirou a bermuda e baixou a sunga de vez, revelando um senhor pau: todo cheio de veia, longo e grosso como de um touro. Eu fiquei gelado, e a Ju pasma, o rosto rubro de constrangimento, suspirando: ?incrível!?
Ele deu uma risada e mandou que a gente fosse andando para ver a praia. Nós tentávamos andar normalmente, mas a imagem daquela pica balançando não saía nem de minha cabeça e muito menos da dela. A media que andávamos, ficávamos batendo papo naturalmente tentando esquecer o acontecimento, porém o pau do cara ia endurecendo e ficando envergado, parecendo um mastro de um barco a vela. A situação ficou tensa, porque nada do que dizíamos fazia o pau dele amolecer, ao contrário, parecia mais empinado a cada momento. Eu olhava para um lado e para o outro, enquanto Ju não tirava o olho de cima da pica do sujeito. Quando estávamos chegando perto da praia, nós avistamos algumas pessoas, e todas ficaram sorrindo da cena: eu andando ao lado de minha mulher nua e um cara com uma pica enorme toda endurecida, como se fosse cassetete apontando pra todo mundo. Constrangido com a situação, perguntei diretamente se ele iria ficar assim. Ele respondeu que as vezes ?a coisa? amolecia, mas que ficou daquela maneira porque viu a Ju nua e depilada. Ele sugeriu que nós andássemos mais para a diante, porque haveria menos pessoas lá na frente e ele poderia tentar ?aliviar...?.
Andamos para além do pedaço onde estavam as pessoas, chegando a uma praia bem deserta. Ali, eu me vi numa cena bizarra, olhando ao lado dela para o pau do sujeito, impávido, duríssimo. O sujeito era exibicionista, e quando notou nosso interesse ele ficou mexendo no membro que parecia ter uns 23 cm, sem pegá-lo. Mexia no abdômen e o seu pau obedecia, subindo e descendo, até estremecer e endurecer totalmente. Ju estava hipinotizada. Não sabia o que falar e quando olhei para suas pernas, estavam completamente molhadas, parecia que estava tendo um orgasmo. Era a cena mais pornográfica que eu tinha visto. Minha mulher estava babando. O colega dela então falou que quando pau dele estava assim ele precisava gozar de alguma forma e aí começou a mastubar-se. Ju quase desmaiou com o que via, o cara batendo uma punheta naquela anaconda bem em na sua frente. Ela não agüentou e perguntou, sem olhar para mim, se poderia tocar no pau dele. Eu fiquei estarrecido, em estado de choque. Ele, rindo, disse para que ela ficasse a vontade. Ela não perdeu tempo e com a cara de sapeca foi até o cara e tocou na cabeça da pica dele, fazendo ela dar um pulo pra cima. ?Olha como ela se mexe?, disse ela sorrindo, pegando o pau de vez. Quando segurou a vara com as duas mãos, gemeu na hora, exclamando: ?que pau gostoso!?.
Eu não sabia o que fazer, ela parecia estar em êxtase segurando a vara do colega, que ficava dando risada. Aí ela se virou para mim séria e perguntou se poderia chupar a pica dele, afirmando que ?só assim ele poderia se aliviar e todos nós poderíamos andar a vontade?. Eu não sabia o que fazer e não disse nada. Ela então se ojoelhou na areia da praia e começou a chupar o mastro. A cabeça mal cabia na boquinha dela, mas ela se esforçava com volúpia, completamente despudorada. A cena era demais, o cara com o pau mais duro e grande que eu tinha visto, sendo chupado por minha jovem e até ali inocente mulher. Ela não agüentava e falava que era uma pica deliciosa e continuava a chupar com fúria, toda babada. Em certo momento, ele perguntou se ela já tinha tomado ?tapa de pica?. Ela respondeu que não. Aí o cara começou a bater o mastro no seu rosto fazendo ela gemer extasiada. Os ?tapas? se sucediam de um lado e de outro e cada vez mais forte . Então ele não agüentou mais e falou que queria sentir a ?garganta? dela, e enfiou a pica com força na sua boca. Foi um choque. Minha esposa recém-casada, com com um pau que parecia de uma jumento enterrado na boca. Eu quase ia socorrê-la, porque parecia que ela estava sendo estuprada pela boca, mas ela, mesmo engasgando, voltou a respirar e falou que nunca tinha gozado na garganta antes e aquilo tinha sido sensacional. O cara continuou a fuder a boca dela, e ela gozando como se fosse uma puta. Ele dizia coisas obscenas como ?chupa, putinha, chupa que ela é toda sua?. Às vezes retirava o pau, batia em seus lábios e olhava o cacete envergado, como admirando a própria proeza. Ela não sabia o que dizer, era um gozo só. Então, eu quebrei o gelo, e falei que era para ele gozar logo, porque ela não agüentaria mais, mas, para a minha surpresa, Ju respondeu: ?Agora não, porque eu vou gozar nesse mastro, custe o que custar; e você vai me ajudar?, e se levantou e mandou que eu segurasse ela pelo ombro, enquanto ela abria as pernas. O sujeito enterrou a estaca dentro de sua boceta de vez, fazendo ela gritar de dor e de prazer. Foram os minutos mais dramáticos de minha vida, porque o cara metia com força, e ela gozava a todo momento, gritando muito alto mesmo. O sujeito não se cansava e continuava a bombar, bombar, chegando as pernas dela ficarem bambas, de tanto gozar no pau dele. Eu olhava para os lados da praia, com medo de alguém está observando, mas para meu sossego não tinha ninguém.
Quando eu pensei que ia parar, ele retirou o pau dizendo que ainda não estava preparado para gozar, que precisava de mais. Como eu sabia que ela não gostava de sexo anal, resolvi me vingar e disse: ?meta então no cu dela?, pensando que ela iria pular para fora. Ledo engando, ela não só não gritou como abriu mais as pernas para receber a pica duríssima do colaga. Ele meteu devagar a princípio, Ju gritava, mas ele continuava metendo a vara nela. Quando ela começou a ficar mais aliviada, ele disse ?rebola nessa pica, para seu maridinho ver você gozar pelo cu?, e ela obedeceu e começou a rebolar. Parecia uma escrava sexual, tudo que ele pedia ela fazia. Aí, ele então mandou: ?Fique de quatro, agora, porque eu vou meter com vontade?. Minha esposinha já quase desfalecida ficou de quatro, eu ajudando ela para que não caísse, e vi quando o cara meteu a tora no seu cu. Foram momentos impressionantes, porque eu via aquela que nunca tinha gostado de fazer sexo anal, receber com todo prazer uma pica daquela arrombadora. Ela gozava tanto que começou a delirar: ?Que pica gostosa, como é bom dar o cu, como isso é bom...?. Depois de muita estocada, o colega dela puxou o pau pra fora (melado de sangue) e disse que iria gozar na cara dela. O sujeito gozou várias gofadas de esperma no rosto de minha esposa, nos peitos, na cabeça e ainda teve esguichadas passando pelo seu ouvido, indo parar a mais um metro de distância. O cara era anormal, e mesmo depois de alguns minutos após a trepada ele ainda estava com o cacete, que eu chamarei de ?pau-estaca?, em pé!
Ele aproximou o pau da boca de Ju desfalecida e mandou ela chupar mais. Ela chupava como se estivesse dopada. Ele falou para ela, dando uns ?tapinhas? no seu rosto: ?Diga que você ama essa pica, vai, e se você fizer isso eu gozo outra vez na sua cara?. Que loucura, ela começou a dizer que amava a pica dele, mas ele queria que ela gritasse mais alto, aí então ela gritou: ?eu amo sua pica, porra, eu amo, eu amo...?. E o cara cumpriu a promessa, batendo outra punheta e gozando várias vezes ainda no seu lindo rostinho. Segundos depois, ele falou para mim: ?fique tranqüilo que agora ele vai baixar?, falou dando risada, deixando o pau em cima do rosto de Ju, até que o mastro ?se acalmou?. Ela balbuciou dizendo que nunca tinha gozado tanto na vida. Eu sugeri que ela fosse dar uma caída para se limpar, e nisso ela se levantou e, sem nenhum pudor, saiu andando segurando a pica do cara até o mar. Quando íamos saindo e passando pela praia onde estavam as pessoas, notei que todos nos observavam. Viam agora eu segurando ela quase desfalecida, e seu colega andando com o pau balançando, mas saciado. Sabiam o que tinha acontecido, só não sabiam que eu era o marido dela (ou sabiam?). Então, eu pedi para ele não dizer nada na empresa dela, para não prejudicá-la. Ele concordou, mas ressaltou rindo: ?Eu não falo nada, mas vou querer meter outra vez nesse cuzinho?, disse dando um tapinha na bunda dela, que sorriu como se concordando. Na ida de carro para Salvador, eu falei com ela que nunca mais iria em uma praia de nudismo e para ela não ter mais nenhum contato com esse colega. Ela concordou, dizendo que me amava, mas depois eu descobrir que ela não só voltou a encontrar com o cara, como fez minha irmã e a irmã dela, ambas casadas, outras duas vítimas do ?pau-estaca?, mas isso é outra história...

 

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28/07/2010 | 58238 visitas

 
 
 
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