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Do Rio para ser Corno em Curitiba | Cornos | Acervo de Contos

Do Rio para ser Corno em Curitiba

Sou de Curitiba, mas através de outros contos meus, conheci um casal do Rio de Janeiro, Otávio e Ana, ambos empresários e com a fantasia de um menage masculino. Otávio tinha seus 44 anos, boa aparência e Ana seus 25 anos, loirinha bronzeada.

Conversamos por e-mails , watts, algum tempo, onde eles me disseram que eles queriam outro homem para transar com ela, que no Rio era complicado por serem empresários, tinham medo de acabarem se complicando por serem empresários conhecidos.

Otávio me disse que tinha negócios em Curitiba e que a cada dois meses vinham para cá. Que na próxima oportunidade poderíamos marcar um encontro. Combinamos e na data prevista recebi um watts dizendo que estavam em Curitiba e que poderíamos nos conhecer pessoalmente.

Marcamos em um restaurante almoço no dia seguinte, cheguei um pouco antes do casal, eles me ligaram dizendo que estavam chegando, disse que os esperava, quando avistei eles na porta, Otávio elegante terno e gravata, Ana simplesmente deliciosa, vestido tubinho, salto, e um sorriso largo no rosto.

Cumprimentamo-nos, senti o cheiro gostoso de mulher de Ana. ? Nossa como você é alto mesmo! Disse Ana . Tenho 1,89m, 93 kg 19 cm.

Almoçamos, conversamos, demos boas risadas, ambos estavam bem nervosos, tentei descontrai-los, não falei absolutamente nada de sexo, só deixei o papo rolar. Terminamos o almoço e fui ao banheiro, afim de deixar o casal sozinho, para ver que rolava. Quando voltei Otávio já havia pedido a conta  e pagado, disse, a ele que eu pagaria, insistiu dizendo que eu era convidado deles, e ele aria as honras.

Saímos do restaurante, quando Ana surpreendentemente pegou em minha mão ao invés de Otávio, como se ela fosse minha mulher, quando Otávio disse: - Ana gostou de você, é realmente o que nos disse, simpático, educado, extrovertido, e eu tenho que voltar ao trabalho, para não deixar Ana no hotel, quer cuidar dela para mim a tarde?

Sem dúvidas disse que sim, que ela seria bem cuidada. Eu e Ana fomos em direção ao meu carro, ela dizendo que ligaria ao seu marido depois, fomos ao motel My Garden, chegamos lá Ana pediu para cuidar dela sem machuca-la, que o pau de seu marido era pequeno.

Peguei  Ana no colo, iniciamos num beijo longo e guloso, deitei ela na cama, minha boca queria devorar ela inteira, beijava ela e tirava peça por peça de sua roupa, até deixa-la com um fio dental vermelho minúsculo. Ana veio por cima de mim e tirou minha roupa, meus 19 cm latejavam de tesão, Ana abocanhou, sugava, chupava,  lambia, parecia que nunca tinha visto um pau antes. Subiu até minha boca e começou a esfregar sua bucetinha em meu pau, ela puxou a calcinha de lado e senti meu pau lambuzar com seu néctar que escorria da bucetinha, ela dizia, ta vendo o tesão que estou de você, tô molhada assim, para sentar aqui, posso?

Nesse momento senti meu pau escorregar para dentro dela, olhei em seu rosto, vi um gemido de prazer, sua bucetinha era apertada, mas cada centímetro entrou até sentir apenas minhas bolas de fora, ela rebolava, me beijava, sua cavalgava foi aumentando o ritmo, suas unhas cravaram em meu peito, foi quando ela anunciou seu gozo, ela ficou tremula, disse que era a posição predileta dela para gozar.

Deitei-a na cama, arranquei sua calcinha, e fui provar o sabor daquele doce, sua bucetinha estava muito molhada, lambi dos lados, minha língua percorria cada pedaço daquela bucetinha lisinha, cheguei em seu clitóris, estava durinho de tesão, suguei ele, delambidas leves, forte, ela se contorcia, coloquei um dedo na porta de seu cuzinho, comecei a massagear, enquanto lambia seu clitóris, não demorou e ela anunciou novo gozo.

Ana disse que sua bundinha era tortura seu ponto fraco, coloquei Ana de quatro, esfreguei meu pau em sua bucetinha e fui entrando novamente, deixei ela acostumar, enrolei a mão em seu cabelo e disse que ia foder ela bem gostoso, puxei ela de encontro a mim, e comecei a socar, forte, dava tapas com a outra mão em sua bunda, e metia muito, ouvia ele gemer alto, puxei ela pelos cabelos encostei em seu ouvido, e disse: - Sua putinha deliciosa, que bucetinha gostosa, ta feliz dando para outro, vou te comer sempre, safada, vadia, sentia sua bucetinha molhar mais, quando ela falou:  - Come meu cuzinho, por favor!

Não poderia dizer não, peguei lubrificando, antes dei uns beijinho em sua bunda, massageei e introduzi um dedo com lubrificante.

Comecei a colocar a cabecinha, senti que era apertadinho e ouvi um grito de dor, pedi se queria que parasse, ela disse não, coloquei a cabecinha, e tirava, a ponto de deixar ela acostumar, quando senti que ela estava mais confortável, fui introduzindo devagar, pedi para ela não se mexer, quando vi ela pegando no telefone e ligando para o marido.

- Amor, agora você é corninho, ele já me fez gozar duas vezes, e sabe que ta fazendo agora? Sabe meu cuzinho que você nunca comeu, ele ta me rasgando, ui, que dor gostosa!

Fiquei com mais tesão parecia que meu pau dobrou de tamanho, quando vi estava inteiro nela, ela gemia no telefone, falando que eu estava arrebentando ela, mas não era para parar, falei que já estava tudo dentro, ela disse mete agora. Iniciei movimentos leves, seu rabinho estava bem lubrificado, toquei em seu clitóris sua bucetinha escorria d emolhada que estava, conforme ela falava com o marido aumentei as estocadas, apenas ouvia ele gemer alto, chegou a soltar o telefone com o marido na linha, segurei firme ela e meti gostoso, seu rabinho já estava folgado, a dor tinha virado tesão, Ana falava como estava ficando gostoso, não doía mais, pediu para eu arrombar, mete, mete, soquei muito, estávamos suados de tesão, quando disse que ia gozar, Ana falou para gozar dentro do cuzinho dela, pois, seria primeira vez que alguém faria isso, quando esguichei jatos de porra em seu rabo.

Deitamos na cama, sem sair de dentro dela, dava beijinhos em seu pescoço para ela relaxar, quando lembramos do marido no telefone. Oi amor disse Ana, ele acabou de gozar dentro do meu rabinho meu corninho, te amo, mas que gostoso dar para outro, agora ele esta ainda dentro de mim e me enchendo de carinho e beijos.

Otávio pediu para falar comigo, eu estava ofegante ainda, me agradeceu, falei que cuidaria de sua esposa, ela esta em boas mãos, desligamos e fomos ao banho.

Conversamos bastante, Ana falava das coisas que tinha vontade uma era anal, e seu marido nunca ligou para isso, disse que amava, mas viaja demais deixando ela sozinha, e toparam juntos de fazer um ménage para ver se melhorava a relação.

Meu pau estava duro de novo, ela ajoelhou no banheiro mesmo e começou a me chupar, perguntava se que queria gozar em sua boca, me lambia e punhetava, que homem não gosta disso, me pedia porra, não dava para negar, soltei mais uma gozada para ela, mas desta vez em sua garganta, que fez questão de engolir, e limpar bem meu pau.

Olhamos no relógio já eram quase 18 horas, saímos do motel, e fui deixa-la ao hotel que estava hospedada, seu marido ainda não havia chegado, ela me deu um longo beijo, dizendo que ela iria querer sempre que viessem a Curitiba.

A noite Otávio, me mandou mensagem agradecendo por ter cuidado de sua esposa, sendo carinhoso, gentil, e por ter arrombado ela todinha, disse que deixei ela toda assada seu rabinho e sua bucetinha estavam vermelha, e que ela só havia deixado ele chupar, que não aguentava dar de novo aquele dia, e me pediu para ser amante de sua esposa nas vindas a Curitiba, sempre serei, é muito bom fazer casais felizes, para aqueles que tem a mesma fantasia, ou querem se divertir sem compromisso, com sigilo, descrição, mandem um e-mail dimostrari@hotmail.com.

 

 

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