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Dividindo o amante | Cornos | Acervo de Contos

Dividindo o amante

Essa é uma continuação de oficializando o amante.

Minha vida parecia estar voltando ao normal porque as vezes eu ficava semanas sem ver o Edu, nos falávamos muito ao telefone e por mais que o meu corpo o deseja-se, era com o meu marido que eu acabava aliviando o meu fogo e criando as minhas fantasias.

Conversei a respeito do comportamento do meu marido com o Edu e para a minha surpresa ele também parecia compartilhar do mesmo desejo, nunca havia pensado em ser dividida e nos últimos meses tanto o meu marido como o Edu só falavam de uma transa a três, levou algum tempo para que eu toma-se coragem mas finalmente esse dia chegou.

A casa era inteiramente nossa, eu havia mandado as crianças para avó. Recebemos o Edu na sala e ele e o meu marido pareciam amigos de infância conversando naturalmente como se nada estive-se acontecendo, eu me encontrava completamente perdida entre eles dois, o calor e o nervosismo tomavam conta do meu corpo sem saber o rumo que essa relação iria tomar nas nossas vidas.

A primeira iniciativa partiu do meu marido, após uma declaração de amor, dizendo que faria qualquer coisa pelo meu prazer, ele me puxou abruptamente para um beijo, fiquei completamente arrepiada dos pés a cabeça quando senti as mãos do Edu alisando as minhas coxas, suas mãos levantaram o meu vestido, puxaram a minha calcinha para baixo, afastaram as minhas pernas e ele caiu de boca na minha boceta, o meu marido livrou meus braços do meu vestido, enrolando ele na minha cintura e começou a mamar meus peitos e assim iniciava a minha mais nova e prazerosa rotina de orgias.

Apesar de estar muito molhada e excitada acho que o nervosismo não me deixava relaxar e gozar, toda aquela novidade era muita loucura para a minha cabeça e enquanto eles simplesmente se revezavam entre a minha boca e a minha boceta. Eu ficava de quatro no sofá onde eu chupava um enquanto o outro me possuía e foi justamente o meu marido que consegui acordar o vulcão adormecido, se agarrando ao meu vestido ele me trotava continuamente ate que o seu cacete me fez entrar em um estagio de erupção, a minha boceta começou a esguichar sucessivamente jatos e mais jatos de prazer, eu não conseguia me controlar e eles continuavam a me possuir enquanto eu me contorcia alagando todo o sofá. Eu amava o meu marido, ele sempre foi um homem maravilhoso mas, quando eu comecei a me senti carente e abandonada, conheci o Edu, um homem maravilhoso que devolveu a minha alto estima me desejando como mulher e para contemplar toda essa minha felicidade, agora eu tinha os dois homens da minha vida me possuindo e me devorando como se eu fosse a ultima mulher na face da terra, era tanto prazer que tudo aquilo parecia um sonho da onde eu não queria mais acordar e também nem podia porque depois que eu entrei em estagio de erupção, eu não parei mais de gozar. Edu me puxou e eu me sentei no seu colo, claro que já me sentei gozando só de sentir o seu cacete quente invadindo a minha boceta, logo em seguida foi a vez do meu marido me possuir por trás, um lugar que ate então era virgem para ele mesmo após anos e anos de casamento e ele só consegui realizar o seu desejo sem que eu reclama-se porque o Edu já havia me iniciado carinhosamente nessa pratica sexual e foi Edu quem lhe ofereceu o meu cuzinho, arregaçando a minha bunda e lhe mostrando o meu cuzinho que piscava junto com as contrações da minha boceta.

Os dois estavam surpreendentes e viris, parecia travar um tipo de competição para descobrir quem me levaria mais vezes ao orgasmo, eu me encontrava completamente acabada e já não sabia mas dizer quantas vezes eu gozei e qual deles que me fez mais gozar, mas os dois ainda estavam com os seus cacetes rígidos e reluzentes querendo me virar em qualquer posição que os facilita-se me penetrar, foi difícil conseguir uma trégua e certamente eles só parariam quando também gozassem e foi então que eu me ajoelhei entre os dois e me pus a chupa-los com voracidade, hora um hora o outro, as vezes tentava engolir os dois cacetes de uma só vez, dava uma batidinha no meu rosto ou na minha língua pedindo para que eles me dessem o seu prazer e não demorou para que o Edu me atende-se e começa-se a gozar na minha boca, logo em seguida foi a vez do meu marido, eu ainda estava com a minha boca cheia quando ele começou a gozar, ele segurou na minha cabeça e ficou friccionando para frente e para trás ate sair a ultima gota e quando eu recolhi todo o seu prazer, engoli tudo deixando-o mas uma vez pasmo por não saber que eu adorava saborear o seu prazer a final ele sempre queria gozar dentro da minha boceta, me empurrava tudo de uma só vez para gozar bem lá no fundo e eu não o contrariava e nem pedia para que ele goza-se na minha boca temendo que ele me acha-se uma vadia vulgar.  

Nunca mais haveria monotonia no meu casamento, eu começava a descobrir o sexo tarde porque antes só pensava em fazer amor e agora queria rapidamente realizar todos os meus desejo, um por um. Foi uma tarde maravilhosa que eu guardarei para sempre na minha memória apesar de um incidente meio estranho. Entre tantas descobertas naquela tarde, uma delas foi levantada pelo Edu, ele disse que o meu marido tinha tendência homossexual porque enquanto ele me possuía, nesse mesmo instante o meu marido insistia em lamber a minha boceta e certamente ele teria recebido o seu cacete pela cara entre uma e outra escapulida e que logo em seguida ele também teria segurado no seu cacete para reconduzi-lo a minha boceta. Era uma acusação muito estranha, anos ao lado dele sem que eu percebe-se quais eram as suas reais preferências, duvidei mas, seguindo as orientações do Edu eu descobri que ele gostava de uma lambida e um dedinho no cu, só me faltava agora ter que dividir o meu amante com ele.  

 

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