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De suicida a amante | Cornos | Acervo de Contos

De suicida a amante

O nome dela era Helen, repleta de amores avassaladores e paixões descabidas que quando acabam geralmente levam a um porre e em alguns casos a algo mais.

Foi o que aconteceu com a Helen, o namoradinho havia terminado o namorico e ela tinha ficado arrasada, alguns porres com as amigas não resolveram a questão e ela então quis se matar, tomou uma porção de remédios e foi parar no hospital, alguns dias depois estava em casa, envergonhada e um pouco melhor, a mãe dela que era minha aluna pois dou aulas particulares a alunos do EJA (educação de Jovens e Adultos) que conversasse com ela, pois, apesar de ser bem mais velho 32 anos, costumo gostar das mesmas coisas que esses ajovens e segundo ela ?sei falar a língua deles?, no começo relutei um pouco dizendo que iria pensar, mas minha esposa me disse que deveria ir e quem sabe ela iria desabafar um pouco comigo já que não tinha muitos amigos, topei e no dia marcado ela veio até minha casa com a mãe dela, eu estava deitado no sofá assistindo a um filme de aventura, minha mulher havia saído com minha filha e a mãe da Helen disse que iria se encontrar com elas no mercado, disse que era para a filha se comportar, olhei para ao menina e tive de colocar imediatamente uma almofada sobre meu colo, afinal ela era bem gostosinha, magra com uma bundinha bem redondinha seios médios para o seu corpo cabelos aloirados quase a te a cintura.

Quando a mãe dela ia saindo ele reclamou dizendo que não queria babá e que não iria tentar fazer nada de errado, a mãe deu de ombros e saiu, perguntei-lhe o porque de estar tão chateada, e ela emudeceu, ficou assim até que eu fui buscar uma cerveja na geladeira e comecei a beber então ela me pediu um gole, disse que daria uma latinha se ela me contasse porque estava tão chateada, ela então pediu a cerveja primeiro, fui até a geladeira e trouxe uma, ela começou e bebericar e a esparramar suas frustrações adolescentes, falou do namorado e de traição, então eu disse que ela deveria procurar um homem de verdade e não um moleque que nem sabia bater um punheta, ela sorriu e disse que os homens geralmente são casados, então disse que podem até ser mas não são capados.

Nesta hora vi os olhos dela fitarem o volume que eu já não fazia questão de esconder, e disse a pela que se quisesse eu estava ali para mostrar a ela que a vida podia oferecer bem mais que menininhos se ela quisesse, então antes de ouvir a resposta dela pedia licença e fui ao banheiro tirar uma água do joelho, quando ia colocar o pau para dentro da calça ela apareceu ficamos frente a frente e ela olhando ara mau pau apenas disse que iria pegar outra cerveja mas ficou parada na minha frente, então eu disse que poderia pegar para ver como era o pau de um homem, ela disse que era muito maior que o do tal garoto, então colocou as mãos meio trêmulas e antes que pudesse dizer algo dei-lhe um beijo que a fez amolecer as pernas a menina não soltava meu pau de jeito nenhum, então eu disse chupa, chupa ele meu bem, hoje vou te fazer minha mulher, e serei o seu homem, ela colocou meio que sem jeito o pau já duro feito rocha na boca e começou a chupar aos poucos foi seguindo minhas dicas e em instantes já chupava feito uma profissional, senti que ia gozar e disse a ela para continuar, gozei muito forte e ela engasgou com minha porra mas ao invés de achar ruim e brigar começou a rir e a lamber tudo, tirei a roupa dela e então pude ver aquele corpinho delicioso, sua bucetinha semi virgem raspadinha e os biquinhos de seus peito bem durinhos e rosinhas tomamos um banho e a joguei na minha cama, abri ?lhe as pernas e agora era minha vez de lhe retribuir o favor dei-lhe a melhor chupada que consegui e lhe arranquei gritos e gemidos de prazer, a danada gozou umas 4 vezes com minha língua dentro dela então vi que era a hora de faze-la minha para sempre, dei-lhe uma chupada e comecei a masturba-la ao mesmo tempo, ela ficou maluca, e falava palavras desconexas como se estivesse dopada, me chamava de seu macho, seu homem e coisas do tipo, dizia que se fosse morrer queria que fosse assim, quando ia gozar novamente parei e em um rápido movimento a penetrei, neste momento ele encravou suas unhas nas minhas costas o que me fez soltar u urro de dor e de prazer e enterrar ainda mais meu pau nela que parecia quanto mais eu metia mais ele encravava as unhas em mim, bombeei muito nela e ela parecia possuída então coloquei ela por cima e ela começou a pular, chegava a quase tirar o pau todo de dentro dela e depois descia com violência, o que me causou certa dor nos bagos, gozei novamente só que dentro dela e ela não parava, meu pau se recusava a amolecer como aliás sempre fazer de pois de uma gozada tão intensa, então me aproveitei e pedia para lhe comer o rabinho então ela sem prensar duas vezes tirou a minha rola e apontado para a portinha de seu cuzinho virgem, sentou-se em cima engolindo todo ele em meio a um grito que me deixou com a cabeça zonza, senti um ardor e percebi que tinha sangue saindo de sua xoxota e agora deveria estar acontecendo a mesma coisa com o seu cuzinho, sabe, não sou nenhum cavalo, mas não é qualquer mulher que leva minha rola no rabo não, são 18cm grosso mesmo e ela ali chorando e bombeando em cima do mau pau, dei-lhe um beijo e limpei suas lágrimas, então ela começou a cavalgar meu pau como fazia com a boceta, então gozei novamente e enchi o cuzinho dela de porra, fodemos até umas 18:00 depois tomamos outro banho foi quando pude ver o estrago que tinha feito, dei-lhe mais uma chupada e a fiz gozar mais umas duas vezes então ela me chupou na sala vendo TV até a hora que ouvi o barulho dos carro chegar, nós nos recompomos e cada um em um sofá diferente apenas sorrimos quando chegou a hora dela ir para casa, a mãe então no outro dia disse que queria falar comigo, agradeceu o que tinha feito pela filha dela por que era outra pessoa estava alegre e feliz,não ficava mais trancada no quarto, ao perguntar o que a filha lhe dissera me respondeu que eu tinha conversado e que tinha me comprometido a ajuda-la com a lição sempre que tivesse dificuldade, que não me importasse com os menininhos, que o meu homem iria chegar na hora certa.

E pensar que uma boa foda fez aquilo tudo, hoje ganhei uma aluna e uma amante deliciosa que não se importa de eu ser casado, mesmo porque ela tem os seus namoradinhos, mas quando precisa de um homem sempre vem atrás de mim.

 

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