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Corno Asumido, pedi para ser Manso | Acervo de Contos

Corno Asumido, pedi para ser Manso

Meu nome é Pedro, casado há 21 anos com a Vera e esta é a verídica história de como me tornei um corno manso. Na época estávamos casados há dois anos e meio e tínhamos uma filha, eu tinha 25 anos e a Vera estava 22 e morávamos numa pequena cidade no interior da região centro oeste. Um ano antes fui promovido e transferido para a nova agencia que o banco tinha aberto nesta cidade, que estava tendo um grande desenvolvimento devido à expansão agrícola na região. Eu estava contente, tinha tido um bom aumento e só pensava em economizar para comprar uma casa e garantir o nosso futuro, achava normal trabalhar além do horário e nem notei que o meu casamento não estava indo bem. Certo dia, tivemos uma briga por causa de uma compra de joias que a Vera tinha feito, durante a discussão ela reclamou que eu só sabia guardar dinheiro e dar bronca, que não ligava mais para ela e era por isto que eu era chifrudo. Perguntei que história era esta de eu ser chifrudo, ela falou é isto mesmo que você ouviu, eu dei para outro homem, você é um corno chifrudo. Entrou no quarto de nossa filha que estava chorando e se trancou lá dentro, eu fiquei ali me remoendo de raiva, no fundo eu não acreditava que ela tivesse falado a verdade, afinal ela nunca deu motivo para desconfiar dela. Cansei de esperar ela sair do quarto e fui dormir, mas a ideia dela metendo com outro homem não saia da minha cabeça, tentava adivinhar com quem ela poderia ter feito e ao mesmo tempo vinha na minha cabeça a imagem dela sendo comida por outro homem. No dia seguinte eu estava mais calmo e chamei a Vera para termos uma conversa, ela veio, sentou do meu lado e eu falei que tinha pensado muito e mesmo sabendo que ela tinha me traído, eu estava disposto a esquecer da história do chifre e viver bem com ela, ela falou que também queria viver bem comigo, que estava muito arrependida e que não esperava que eu fosse perdoar ela. Abraçamos-nos, ela falou que eu podia ficar tranquilo que a história do chifre já tinha acabado há mais de dois meses, falei que era melhor assim, mas que eu gostaria saber para quem ela tinha dado. Ela falou que ela tinha metido com o Dr. Marcio, o dentista com quem ela tinha tratado dos dentes, que durante o tratamento eles tinham mantido um caso, que eles metiam no próprio consultório. Falei que eu nunca desconfiei de nada e pedi para ela contar tudo desde o começo, ela falou que durante as consultas eles sempre conversavam, ele muito atencioso ouvia tudo o que ela tinha para dizer e aos poucos ela foi envolvida e começou a sentir atração por ele e um dia eles acabaram se beijando, falou que achou bom, mas que ela saiu do consultório muito nervosa. Na outra consulta tornaram a se beijar e o Dr. Marcio sugeriu para mudar as consultas para o ultimo horário, assim eles poderiam ficar mais a vontade, que ela não precisava se preocupar que ninguém ia ficar sabendo, ela falou que nunca tinha me traído e ele falou que ela muito bonita para ser de um homem só e para tudo sempre tem uma primeira vez. Ela movida pela atração que sentia por ele, a curiosidade de saber como era meter com outro homem e pelo tesão que tinha despertado nela, não teve duvida, na saída agendou a próxima consulta para o ultimo horário. No dia da consulta ela falou que estava nervosa, que assim que chegou a secretária se despediu e foi embora deixando ela sozinha na sala de espera, quando chegou a vez dela, ela entrou e o Dr. Marcio foi logo trancando a porta, depois começou a beija-la e foi tirando a roupa dela deixando ela só de calcinha e sutiã. Enquanto ele tirava a roupa, pediu para ela tirar a calcinha, depois nu com o pau duro apontando para cima, abraçou ela, depois se abaixou um pouco e ela sentiu o pau se encaixando na entrada da xaninha, depois se levantou e num só golpe enterrou o pau na sua buceta e meteu nela em pé por uns cinco minutos. Depois ajeitou ela na cadeira com as pernas bem aberta, deixando a buceta bem exposta, chupou e enfiou a língua dentro dela deixando ela louquinha de tesão e gozar na boca dele, depois enfiou o pau nela e meteram até ele gozar dentro dela. Ele pegou lencinhos de papel e limpou a buceta dela, depois ajudou ela a se vestir, ele também se vestiu depois deram um beijinho e ela veio embora e que apesar de ter gozado gostoso ela saiu do consultório cheia de tesão e quando chegou em casa foi correndo bater uma siririca e se lavar.  Depois disto meteram eles mais quatro vezes e que o Dr. Marcio nem cobrou a ultima parcela do tratamento e para que eu não desconfiasse de nada ele deu um recibo. Só de imaginar o Dr. Marcio metendo na buceta Vera, me deixou pau duro, eu não sabia que me daria tanto tesão saber que outro homem tinha metido na minha esposa. Comecei a acariciar a buceta dela, ela percebeu que o estado do meu pau e perguntou se eu queria enfiar, falei que primeiro eu queria beijar e chupar a buceta dela, ela tirou a roupa e ali na sala mesmo eu chupei a xaninha dela, ela abocanhou meu pau e no sofá fizemos um delicioso 69, depois enterrei o pau na sua buceta dela e metemos e gozamos bem gostoso. Falei que eu tinha gostado muito de comer ela sabendo que outro homem tinha comido ela, que a buceta dela parecia ter ficado mais gostosa depois de ter me corneado. Fomos para nosso quarto e eu quis saber mais, perguntei pelo tamanho do pau dele, quis saber em sobre as posições que eles meteram, todas estas coisas que um corno quer saber, acabamos transando de novo e depois dormimos abraçadinhos. Depois disso, comecei a desejar que ela metesse de novo com o Dr. Marcio, queria ver a Vera com a buceta alargada pelo pau dele e cheia de porra fresquinha. A Vera no começo não concordou, mas depois ela acabou cedendo e prometeu procurar o Dr. Marcio, certo dia ela me chamou para irmos junto marcar para ela fazer o orçamento, ficamos um pouco chateados, pois no horário desejado só tinha vaga para dali a quinze dias, que antes disto só se houvesse alguma desistência. Três dias, na sexta-feira, ela me recebeu toda eufórica, disse que a secretária do Dr. Marcio tinha ligado e que esta noite eu ia ganhar a bucetinha dela cheia de porra. Pediu para eu liberar a babá, assim poderíamos conversar mais a vontade, voltei para o quarto e ela já estava no banho, perguntou se eu estava contente, respondi que sim e ela falou que estava doida para sentir o pau do Dr. Marcio dentro dela, gozar gostoso no pau dele e trazer a buceta cheia de porra para o corninho ver. Vocês não imaginam o tesão que é ver a sua esposa se preparando para meter com outro homem, depois a Vera colocou um vestido solto, falou que era mais fácil de tirar e facilitava muito na hora da trepada. Fomos para o portão e ficamos aguardando um pouco até chegar a o horário da Vera ir para o consultório, ela estava bastante tranquila, esta seria a sexta vez que ela ia meter com o Dr. Marcio, eu estava um pouco nervoso, era a minha primeira experiência como corno manso e eu estava ansioso para ver como ia ficar a bucetinha dela depois meter com outro homem. Me deu um beijo e falou que já estava na hora, pediu eu para guardar o tesão para quando ela chegasse, fiquei olhando até ela virar a esquina, entrei em casa para esperar ela voltar, não é nada fácil ficar esperando, principalmente na primeira vez. Até que não tive sorte e não tive que esperar muito, uns cinquenta minutos depois ouvi o barulho do portão abrindo e corri ao encontro dela que me recebeu com um lindo sorriso. Nos abraçamos e beijamos, perguntei como tinha sido, ela falou que tinha sido muito bom, enquanto íamos para o nosso quarto, ela contou que assim que chegou, a secretária se despediu e foi embora, logo depois saiu o Dr. Marcio e a pessoa que estava sendo atendida, que eles entraram e trancaram a porta, começaram a se beijar e a tirar a roupa, disse que deu uma chupada gostosa no cacete dele deixando ele louco de tesão, que retribuiu chupando a buceta dela e depois enfiou o pau na buceta e fodeu ela com força até ela gozar gostoso e depois ele se retesou e socou fundo e começou a encher ela de porra, que na hora ela só pensava na minha reação quando ela chegasse com a buceta toda esporreada. No nosso quarto, ela tirou o vestido e mostrou a calcinha melada, depois puxou a calcinha para me mostrar buceta melada de porra, terminou de tirar a calcinha e deitou na cama, cheguei perto e tive a maravilhosa visão da buceta toda melada com os pentelhos grudados em sua volta, a entrada da sua grutinha estava meio aberta e um liquido viscoso começou a sair de dentro dela. Tentei beijar a xaninha e a Vera segurou a minha cabeça e fechou as pernas, falou que ela estava suja e perguntou se eu não tinha nojo. Falei que não, que eu queria chupar ela daquele jeito mesmo, que eu queria sentir o gosto da porra que o Dr. Marcio tinha deixado dentro dela, ela abriu as pernas e falou, então chupa meu corninho, sente o gosto da porra que a putinha da sua esposa foi buscar para você. Beijei, lambi, enfiei o dedo, chupei, sentindo o gosto e engolindo a porra, fiz tudo o que tinha direito, fazendo a Vera gozar na minha boca. Depois enfiei o pau na sua buceta, que deslizou para dentro sem nenhuma resistência, quando tirei o pau e ele saiu brilhando envolvido pela porra, comecei a brincar na portinha e fiquei curtindo os fios de porra que se formavam entre o meu pau e buceta dela, sempre que eu me afastava. Enfiei o pau na buceta dela e tentei me controlar para não gozar logo e curtir a bucetinha laceada e cheia de porra, mas não consegui aguentar por muito tempo porque a Vera começou a falar no meu no meu ouvido: - Goza meu corninho, me enche de porra como o Dr. Marcio fez, sua putinha acha o pau dele muito gostoso e sempre que você quiser ela vai meter com ele e vai trazer a cheia de porrinha para meu corninho chupar. Ainda ficamos morando na cidade por sete meses e durante este tempo a Vera buscou porra uma dezena de vezes, mas uma transferência veio interromper o nosso relacionamento com o doutor e ela só voltou a me cornear três anos depois, desta vez com um vizinho nosso, mas isto é outra história.

 

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01/07/2012 | 73897 visitas

 
 
 
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