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Comi a noiva no casamento | Acervo de Contos

Comi a noiva no casamento

Meu nome é Fabio e eu sou administrador de empresas, tenho um bom emprego, e sou também fotografo amador. Gosto de fotografia desde muito jovem. Aprendi a revelar meus filmes(quando só existia filmes), e acho que por um talento natural, consigo tirara belas fotos. Com o tempo fui sendo convidado para fotografar festinhas de aniversário e outros eventos sociais pequenos. Nada importante, mas eu gostava daquilo. Com a desculpa de fotografar as garotas, eu sempre conseguia um ou outro numero de telefone e isso me rendeu alguns encontros memoráveis. Eu aprendi a usar a fotografia para seduzir. Na primeira vez que isso aconteceu, foi meio que sem planejar. Tinha uma garota numa festa, que toda vez que a fotografava, ela sorria e procurava fazer poses sensuais. Eu comecei a dar uma atenção especial a ela. Tirei dezenas de fotos dela e no final da festa já estávamos bem à vontade um com o outro, então eu lhe disse que ela era muito bonita e fotogênica e que as suas fotos iam ficar prontas no dia seguinte. Mas disse também que eu gostaria de tirar mais fotos dela com aquele vestido de festa que estava muito bonito. Eu a convidei para ir comigo até meu apartamento, onde eu tinha um pequeno estudio, com iluminação apropriada, e poderia colocar a maquinas nos tripés e fazer fotos de melhor qualidade. Ela foi. Tirei várias fotos dela com o vestido de festa, e depois sugeri fotos mais sensuais porque sem duvida ela era muito bonita e as fotos ficariam ótimas. Ela acabou concordando em baixar as alças do vestido para as fotos. Depois concordou em deixar eu fotografar seus seios. O vestido foi baixado até a cintura. Tirei boas fotos. Depois eu queria uma foto(só uma) dela só de calcinha.
-NÂO! É claro que não!
Logo depois eu a fotografava só de calcinha.
-essa agora vai ser sem nada ta?
Nesse ponto ela já não relutava tanto e acabou tirando a calcinha. Depois de muitas fotos, eu estava de pau tremendamente duro e deixando aparecer totalmente para ela. Coloquei a câmera no automático e me sentei ao seu lado no sofá. Fizemos algumas poses sensuais. Depois disso não nos importamos mais com a câmera. As fotos iam sair ótimas. Fiquei no sofá ao seu lado e fui ajeitando seus cabelos, tocando levemente os seus seios, depois comecei a desabotoar minha camisa. Ela abriu minha calça, e tirou meu pau para fora e beijou a cabeça dele. Beijou varias vezes e comentou.
-minha nossa!!!
Depois foi tentando engolir ele todo. Só foi a metade e eu senti tocar o fundo de sua garganta. Ela engasgou e tossiu forte, babando todo meu pau. Quando se recuperou da tosse, ela olhou para mim com um sorriso nos lábios e lagrimas nos olhos.
-é muito grande! Mas eu vou conseguir!
Ela voltou a tentar e voltou a engasgar. Eu vi que ela estava adorando fazer as tentativas. Num dado momento eu senti meu pau inteiro na sua boca. A cabeça e um bom pedaço dele havia penetrado fundo na garganta dela. Ela ficou assim meio parada fazendo um som estranho, só para eu sentir o que estava acontecendo, e depois soltou meu pau. Ele estava totalmente babado e ela agora não engasgava mais, porem as lagrimas escorriam ate o queixo misturando com sua saliva que escorria da boca. Quando ela engoliu novamente eu gozei. Gozei lá no fundo da garganta dela. Ela segurou o máximo que pôde e depois soltou devagar com um gemido rouco. Meu pau veio saindo da boca dela, trazendo junto, baba e porra. Eu ainda estava gozando e ela manteve somente a cabeça dentro da boca para aproveitar o restinho de porra. A buceta dela era deliciosa. Rosada e cheirosa. Totalmente raspada, bem do jeito que eu gosto. O cu deu um pouco de trabalho para comer. Ela reclamou muito, jurou que era virgem de cu. Mas se era verdade, então eu não ia deixar ela ir embora com o cu virgem de jeito nenhum. Era muito apertado porque parecia ter sido pouco usado mesmo, ou era verdade a estória de virgindade, mas eu me encarreguei de deixá-lo mais folgado naquela noite. Como estava difícil de entrar eu coloquei novamente o pau na boca dela e enfiei até o fundo da garganta, para ela engasgar e babar. Com o pau bem babado foi um pouco mais fácil de arrancar o cabacinho do cu dela. Foi muito gostoso. Depois disso eu voltei a utilizar a mesma tática várias vezes com outras garotas. Em quase toda festa eu encontrava uma candidata a modelo para fotografar em casa.

Eu nunca cobrei nada pelo meu trabalho de fotógrafo. Cobrava só o material, portanto saia sempre bem barato, e com isso estava sempre sendo requisitado. Há um ano eu fui convidado a fotografar um casamento de um colega de trabalho. O Rubens se casou com a Maristela. Ele é chefe de uma outra seção e eu só o conheço de vista e de algumas reuniões. Ela eu não conhecia até o dia do ensaio de casamento. É muito bonita, e quando eu a vi pensei comigo que ela era muita areia para o caminhãozinho do Rubens. Alta, esguia, loira(tingida é claro), olhos castanhos muito grandes e um sorriso de incendiar quartel de corpo de bombeiros.

A festa foi na mansão dos pais do Rubens. Uma casa grande, devia ter umas quatro ou cinco suítes e um grande salão onde se realizava a festa. Um grupo pequeno de convidados, quase todos da família do noivo, e alguns amigos. E lá estava eu com meu aparato todo. Uma parafernália de fios flashes e câmeras. O tempo todo eu sondava as damas de honra para ver se ia conseguir arrastar uma delas(ou quem sabe duas) para meu covil. Senti que a noite ia ser das boas. Havia pelo menos duas candidatas a modelo entre as damas de honra, porque sempre que eu apontava a câmera, elas se abriam em poses e sorrisos. Mas a noiva me requisitava a todo instante. Ela era e queria ser o centro das atenções. Principalmente das fotos. Eu a seguia por todo lado na festa. O noivo não queria saber de fotos, só queria beber com os amigos, e isso a irritava profundamente. Eu não sabia como convencê-lo a posar junto com ela para tanta foto. Nem consegui imaginar porque ela queria tirar fotos junto com aquilo. Cara mais que escroto! Bem tarde, os principais convidados já tinham ido embora, as damas de honra também, mas o noivo e seu amigos já muito bêbados, continuavam numa mesa cantando e bebendo mais. Eu continuava ali com as câmeras acompanhando a noiva(agora esposa), nesse ponto, já bastante irritada com o noivo(agora marido), que não dava o menor sinal de lembrar da existência dela.

Fomos para o quarto do novo casal, fotografar a noiva junto com os presentes de casamento. Algumas fotos depois e ela caiu no choro. Disse que o noivo tinha estragado a noite mais importante da vida dela. Que ele era isso e era aquilo e não era nada disso nem daquilo. Enfim reclamou e chorou muito, enquanto eu a abraçava e dizia coisas que eu mesmo não acreditava, só para ver se ela melhorava. A maquiagem borrada os olhos inchados e muitos xingamentos depois, ela finalmente parou de chorar. Eu peguei uma toalha no banheiro, molhei na água, e fiquei limpando seu rosto e conversando com ela. Disse que ela era a mulher mais linda que eu já tinha visto, e que hoje ela estava mais linda ainda, e que ela não podia deixar que um pouco de bebedeira do marido estragasse a noite.
-Como não? A noite já está estragada!
-Nada disso. Eu vou sair um pouquinho e você vai vestir a camisola de núpcias e eu vou fazer as fotos mais sensuais do mundo com você vestida com ela.
Eu fui ao salão e a turminha continuava na mesma batida. Bebendo e cantando cada vez mais desafinados. Peguei duas doses duplas de uísque e subi novamente. Ela estava maravilhosa. Camisola longa, quase totalmente transparente, deixando ver seu corpo perfeito através do tecido. Deu a bebida para ela. Ela tomou um pouquinho e fez careta. Então eu disse para ela beber o restante de um só gole. Eu a ajudei com o copo e ela bebeu. Seu rosto ficou muito vermelho na hora, deixando ela mais linda ainda. Eu também bebi, e comecei a fotografar ela de camisola. Logo depois ela foi ficando mais à vontade e eu a convenci a tirar a calcinha que ficava muito nítida sob a transparência. Ela levantou a camisola com ambas as mãos deixando à mostra suas pernas maravilhosas e olhando para mim de forma provocante, e retirou a calcinha bem devagar. Enquanto ela fazia isso eu tirei varias fotos. Meu pau já estava duro como ferro. Eu resolvi deixar ela notar bem descaradamente o volume que ele fazia sob minha calça. Notei que ela notou. E notou varias vezes. Falei para ela sentar em cima da cama e levantar um pouco a camisola de forma a mostrar bem suas pernas que eram lindas. Ela sorriu e obedeceu levantando muito mais do que eu esperava. Vi seus pelos pretos aparecerem entre as coxas. Fotografei. Pedi para ela soltar uma das alças da camisola para aparecer parte do peito. Ela soltou e enquanto eu a fotografava, ela começou a chorar novamente. Eu sentei na beirada da cama e a abracei. Disse que tudo isso não tinha a menor importância, que o que importava era o que viria depois. Disse que ela era a garota mais linda que eu já vira(novamente). Fiquei abraçando e alisando seus cabelos. Fui apertando ela bem forte, até que aproximei meu rosto do dela bem devagarinho, e fui procurando sua boca com a minha. Ela abriu seus lábios só um pouquinho e eu beijei sua boca. Quase só toquei os lábios. Depois fui beijando e beijando e beijando mais. Enfiei a língua no fundo da sua boca, e chupei a língua dela. Ela abriu minha camisa e ficou acariciando meu peito. Eu me deitei sobre ela e abri minha calça. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e fui empurrando devagar. Entrou. Entrou tão suave e gostoso, que só então eu percebi o quanto ela estava molhada. Sua camisola ainda estava enrolada na sua cintura. Eu a fiz ficar de quatro, arranquei a camisola dela e joguei sobre meu equipamento fotográfico. Coloquei novamente meu pau na buceta dela e fiquei metendo e ouvindo a cantoria do noivo-marido lá no salão. Cantoria de bêbado. Bêbado e corno. Enquanto eu a comia, ficava olhando a beleza do seu cuzinho totalmente aberto(não me pareceu intacto, alguém já tinha brincado por ali) bem ali na minha frente. Segurei até ela gozar. Depois de gozar ela se deixou cair de bruços sobre a cama comigo ainda dentro. Fui estocando enquanto sentia sua bunda redonda e macia me acomodar deliciosamente, até que eu senti que ela teria um segundo gozo. Aí gozei junto com ela.

A cantoria tinha parado e eu me apressei a ir embora. Levei a camisola dela comigo.

Uma semana depois eu fui até a casa deles levar as fotos. E ela pareceu nem me reconhecer. Estava toda dengosa com o marido. Alguns meses depois o Rubens me visitou na minha sala e me disse todo eufórico:
-vou ser papai! Engravidei a Maristela na noite de núpcias. Fiquei sabendo hoje!
-parabéns. Assim na primeira?
-comigo é assim! Você pode não acreditar, mas naquela noite, mesmo bêbado, eu a deixei dum jeito que no dia seguinte ela até fugiu de mim. E não se esqueça você é nosso fotografo oficial. Tem que documentar a gravidez, o nascimento, aniversários, todos os eventos enfim. A Maristela disse que faz questão de que seja você. Não vá me decepcionar!

Lá ia eu de novo com meu equipamento.

 

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12/06/2010 | 71458 visitas

 
 
 
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