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Comi a noiva em Curitiba | Cornos | Acervo de Contos

Comi a noiva em Curitiba

Recebi um e-mail de uma garota de Curitiba que pediu para chama-la de Vá. Vá é uma morena clara, 1,70m, 67kg, 25 anos, peitos e bumbum pequenos mas redondinhos.

Disse que leu outro conto meu e que se interessou, falou que estava noiva, que teve mais 4 caras que transou além do noivo, mas que nenhum fez ela se sentir mulher, que a comeu gostoso como suas amigas falam quando conversam de sexo. Disse que todos inclusive seu noivo, apenas entram no meio de suas pernas socam um pouco e esta feito a transa, reclamou que de todos apenas um chupou ela, na verdade apenas umas lambidinhas, que seu noivo não gostava de receber nem fazer sexo oral.

Falou que apesar do sexo seu noivo era um bom rapaz, que não tinha que reclamar que apenas tinha vontade de se sentir bem comida.

Conversamos algum tempo, trocamos fotos para ver se rolava afinidade, ela se interessou, e marcamos de nos conhecer.

No determinado dia, nos encontramos em um barzinho em Curitiba, tomamos uns drinks e nos conhecemos melhor, era impressionante como Vá reclamava dos homens no qual transou, parece que ela não teve sorte na vida, disse que o primeiro foi um namoro de colégio, ambos eram inexperientes, mas o cara a machucou demais no tirar seu cabaço ficou mais uns quatro meses e acabaram. O segundo foi um caso de praia, onde forma com alguns amigos e ela ficava com um rapaz, que só sabia fazer papai mamãe, ela deu umas 3 vezes na praia para ele, mas não passaram disso. O terceiro era mais velho, este que chupou um pouco ela, mas era duas lambidinhas segundo ela, apenas para babar e meter mais fácil, mas a transa era de 15 minutos e acabava, deu umas 5 vezes para ele até conhecer seu atual noivo, onde estão alguns anos juntos. Seu noivo não gosta de sexo oral, e quando muda de posição é apenas de ladinho, disse que parece ter preguiça quando faz sexo.

Vá foi ao banheiro, quando voltou supreendentemente me deu um beijo na boca na volta, perguntando por que eu não levaria ela em um lugar mais tranquilo, já que ela gostou tanto de mim.

Saímos do bar e fomos a um motel, próximo ao parque Barigui, chegamos lá Vá e nós começamos a nos agarrar antes de entrar no quarto ainda, eu sou alto ela também, facilitava nossas pegadas, Vá se ajoelhou no chão tirou meu pau para fora e começou a chupar, segurava com duas mãos e lambia, babava, sua língua se contorcia na cabeça de meu pau, senti vir uma gota de porra na cabeça, ela lambeu e me perguntou se era porra, disse que sim, ela falou que nunca tomou, mas tinha um gosto bom.

Levei ela para cama, foi minha vez de retribuir, tirei cada peça de sua roupa, sua pele era branquinha, sua boca vermelha, e sua bucetinha rosadinha sem nenhum pelo, beijei suas costas, seus ombros, descia lambendo até chegar em sua bundinha, dei mordidas, beijei, abri um pouco suas pernas a ponto de lamber sua virilha, vi que sua bucetinha estava melada, vireo ela de frente beijei sua boca, desci lambendo seus peitos, mordi os bicos e fiquei lambendo ao mesmo tempo, ela estava arrepiada, meu pau estava duro no meio de suas pernas, ela tentou colocar em sua bucetinha mas não deixei, desci lambendo suas barriga, beijando, ouvia seus gemido, até chegar em sua bucetinha, estava muito molhada, lambi dos lados, movimentos leves, até chegar em seus clitóris, suguei o mesmo para o sangue circular e ativar os nervos desta região, lambia apenas com a ponta da língua, levemente para ela se acostumar, as lambidas aumentavam o ritmo, conforme ela gemia, chupei por volta de uns 20 minutos, quando ela deu um gemido alto, seu primeiro gozo oral estava vindo, ela tremia, sentia sua bucetinha contrair em minha boca, não perdi o embalo e dava lambidinhas de leve no seu clitóris, queria emendar um gozo no outro, e não foi difícil, ela gemeu alto de novo, anunciando mais um gozo.

Me pediu um beijo para sentir o gosto de sua bucetinha, me agradeceu, e que estava com tesão que nunca sentiu na vida. Me come Bruno por favor implorou, virei ela de costa, mandei arrebitar bem a bunda para cima, encostei a cabecinha e deixei deslizar para dentro, Vá tem um cabelo comprido, enrolei na mão e disse, queria ser comida então toma, e comecei a socar, meti com vontade, ela gemia muito, chamava ela de puta, vadia, sua bucetinha molhada mais, dava tapas em sua bunda enquanto a outra mão puxava ela pelos cabelos, meti assim, por algum tempo, ela deitou de bruços na cama e sem tirar o pau continuei metendo, o ritmo era frenético, até ela morder meu pau, estava gozando de novo, deixei ela gozar e relaxar com meu pau dentro.

Vá se virou e me beijava muito, falou que já estava acabada, mas queria sentar no meu pau, deitei ela veio por cima, nossos beijos, tinham palavrões no meio, fiz ela se sentir vagabunda do jeito que ela queria, vi que ela estava cansada e não aguentava mais dar, falei para ela ajoelhar na cama que tinha uma surpresa, mandei ela chupar, ela pediu para avisar quando ia gozar, assim fiz, mas mandei ela chupar, ela tirou na hora que gozei, mas o primeiro jato acertou sua garganta, fazendo ela tomar a primeira gozada na boca de sua vida, o segundo e terceiro jato forma em sua cara, vi que ela se sentiu bem e veio chupar meu pau, sugou cada gota de porra, limpou meu pau, falou que gostoso que era minha porra.

Fomos para banho, tinha porra em seu cabelo, demos risada da situação, mas ela estava muito feliz, era visível em seus olhos, saímos do motel, deixei ela próximo a sua casa, me deu um beijo longo, me agradeceu, e disse que iriamos repetir, desde que fosse sem compromisso, pois, não queria que ninguém soubesse, falei a ela que não tinha problema, que nunca eu iria procura-la, mas quando ela quisesse de novo sabia meu telefone.

A noite ela me mandou uma foto de sua bucetinha vermelha de tanto que eu meti de presente.

 

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