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Cão que ladra não morde | Cornos | Acervo de Contos

Cão que ladra não morde

Cão que ladra não morde

Ela passou por mim empurrando seu carrinho no supermercado. Uma morena linda, tinha curvas perfeitas, seus peitos pareciam que iriam pular para fora da blusa e a mini-saia faltava um dedinho para mostrar a sua bunda. Fiquei hipnotizado olhando ela passar que nem percebi que ela estava acompanhada. Uma mão pesada posou sobre meu ombro e quando me virei para ver quem era, era o marido dela. Um cara alto e musculoso com uma cara amarrada vestindo essas camisetinhas apertada escrito jiu-jítsu, era uma visão que realmente dava medo e o cara disse me olhando sério que, só não iria arrebentar a minha cara porque eu não mexi com ela, mas que se ele me pegasse olhando de novo para a sua mulher, eu iria acordar num hospital. Tratei de seguir meu caminho e mudei de corredor, mas o supermercado parecia ter ficado pequeno e nos cruzamos várias vezes. O único problema é que agora ela sabia que eu tinha ficado babando quando ela passou e pelo visto, ela estava afim de ver o seu marido me surrar porque com aquela mini-saia curta não precisava se esforçar muito para exibir as suas curvas. Na ultima seção em que entrei, ela estava sozinha rapidamente dei uma busca com os olhos para ver onde ele estava, ela abaixou para ver um produto, sua calcinha vermelha estava enterrada na bunda, novamente procurei pelo seu marido e ela continuava a pesquisar preços, dessa vez ela se agachou de frente a calcinha dela era tão pequena e apertada que os lábios estavam fugindo pela lateral. Com essa visão, meu cacete ficou duro na hora e eu tive que dar uma ajeitadinha para disfarçar o volume na calça e ela assistindo eu me ajeitar começou a correr um dedinho sobre a sua racha, novamente corri os olhos para ver onde o marido dela estava escondido e como eu não o avistei achei melhor sair daquela seção, o clima estava ficando quente e se ele chegasse com certeza iria explodir. Fui para fila do caixa, logo após ela e o marido pararam na fila ao meu lado, percebi que ele não parava de me encarar enquanto ela não parava de se exibir, escutei ela comentar com ele que queria tomar sol sem o seu biquíni para sumir com a marquinha do bronzeado, instintivamente olhei rápido na direção deles e ainda pude ver ela esticando a sua blusa mostrando o bico do peito para ele. Aquela mulher era um tesão e era difícil resistir não olhar para ela, toda essa provocação parecia que iria gerar a maior confusão no caixa do supermercado, meu cacete ainda estava duro, puxava os meus pentelhos mas com ele ali do meu lado, não me atrevi a dar uma nova ajeitadinha. Fiquei com o meu corpo próximo ao carrinho para que as minhas compras pudesse esconder o volume do meu cacete, mas foi justamente aproveitando essa ocultação que ela tomou a iniciativa, sua mão alisou e apertou meu cacete sobre a minha calça. O primeiro olhar foi rápido para baixo para ver que mão era aquela que me alisava o segundo foi para o marido dela que parecia estar olhando para outro lugar, sem perceber a ação do que ela fazia. Aquilo cheirava encrenca! Fingi procurar algo no carrinho e sai como se tivesse lembrado de buscar algo que havia esquecido e fugi, segui ate o final do corredor, abandonei o meu carrinho e virei na direção da saída após avançar quatro seções era só virar e seguir direto o próximo corredor até a descida para o estacionamento, mas quando entrei no corredor, gelei, o brutamontes do marido dela estava lá, fazendo a segurança da saída. Dei meia volta na metade do corredor, podia sair a pé na portaria principal e outra hora voltaria para buscar meu carro e fazer minhas compras, quando virei no final da seção, trombei com ela e a segurei rapidamente para que ela não caisse, puxando-a contra meu corpo e por um breve momento eu pude sentir aqueles peitos rígidos, o perfume do seu corpo e aquela sensação de tesão quando o cacete pula dentro das calças. A soltei imediatamente com pedidos de desculpa e quando já me preparava para continuar o meu caminho, ela disse que estava cheia de tesão, que sabia que eu a queria e que o marido dela só gostava de ver ela transando com outro. Fiquei no meio do caminho, olhando para ela, indeciso, entre ficar ou ir embora e quando ele entrou na seção eu sabia que estava perdido e que agora seria impossível sair correndo pelo supermercado, se ela estivesse falando serio, eu tinha me dado bem mas se ela mentiu para me segurar, eu estava fodido. Era dia de semana por volta das 14 horas, tinha pouca gente no supermercado, fomos para o setor de papelaria e utensílios, não tinha ninguém lá, ele disse que ali estava bom, ficou tomando conta parado no inicio do corredor enquanto eu e ela seguimos adiante pelo corredor. Eu estava um pouco nervoso com assa situação olhava de um lado para o outro achando que a qualquer momento alguém entraria naquela seção e nos pegaria no fraga, mas provavelmente ninguém viria pelo outro lado era o final do supermercado e na outra ponta ele nos avisaria, paramos os carrinhos no meio do corredor interrompendo a passagem ela agachou, abaixou meu zíper e começou a me chupar enquanto se tocava depois ela levantou, virou, puxou sua calcinha para o lado e mandou que eu metesse, segurei naquela cintura por trás visualizando aquela bunda magnífica, pincelei e empurrei tudo de uma só vez na sua bucetinha. Comecei a socar quando o seu marido assoviou, nos recompomos rapidamente, um segurança do supermercado se aproximou e disse que o circuito interno tinha nos gravado e pediu que nós nos retirássemos, seguimos para o estacionamento peguei meu carro e estacionei ao lado do deles, procuramos pelas câmeras de vigilância, não vimos então abrimos as portas dos carros fazendo barreiras, reclinei o banco e novamente ela jogou a sua calcinha para o lado e montou, ela cavalgava freneticamente e rebolava gostoso no meu cacete, eu baixei as alças da sua blusa e segurei seus peitos que pulavam para poder sugar seus mamilos. O carro deles era quatro portas e o marido dela pediu para que nós fossemos para o banco traseiro, ela deitou e levantou as pernas ele gostava de ver a penetração, soquei sua bocetinha durante algum tempo naquela posição de repente ele começou a falar rápido, vira, vira e quando viramos para trocarmos de posição vi que ele se masturbava. Deitei na beirada do banco com as pernas para o lado de fora do carro, ela montou e depois deitou sobre meu peito, levou as mãos para trás abrindo bem a bunda, ele veio por trás e meteu seu cacete no rabo dela, ele urrava socando com tanta pressão que o carro inteiro balançava, ela gemia baixinho, mordendo os lábios suportando a fúria do seu marido, ele gozou rápido e logo o carro parou de balançar. Ele ainda estava alterado e bufando depois ter gozado e puxou a mulher pelos cabelos arrancando-a de cima de mim dizendo, fode essa vagabunda com vontade porque ela não é a sua namoradinha. Ela se curvou sobre a mala do meu carro com as pernas abertas e abriu bem a bunda me esperando, soquei com força no rabo dela e meu cacete deslizou fácil porque seu marido já tinha gozado no seu rabo. Novamente ele chamava a mulher de vagabunda perguntando se ela estava gostando e ela respondeu que queria ver a minha cara de tesão lhe fodendo, ele pediu para que eu deixa-se ela virar. Ela ficou com as mãos apoiadas na mala do meu carro e meteu seus pés na lateral do carro deles e novamente eu meti no rabo dela, que friccionava suas pernas fazendo a penetração ser mais intensa logo em seguida ela pediu para meter na sua boceta que ela iria gozar, eu estava com tanto tesão que já entrei gozando na boceta dela mas continuei socando cada vez mais rápido para não deixar amolecer. Ela começou a gemer alto sua boceta encharcada começou a fazer barulho a cada socada e eu continuava acelerando as socadas ate gozar de novo naquela boceta. Como não havíamos passado na portaria, novamente mandaram o segurança atrás da gente, a uns dois carros de distancia o segurança do supermercado assistia a tudo e quando gozamos ele se aproximou falando porque nos não procurávamos um motel para fazer essas coisas. O marido dela observou o cara, encostou a porta e ela fez sinal para o segurança se aproximar mais, agachou na frente dele e pois seu cacete duro para fora e deu uma boa chupada, depois colocou o cacete dele entre seus peitos e comprimiu os peitos com as suas mãos, o segurança fodia os peitos dela, ela aguardava pelo gozo dele de boca aberta e seu marido novamente se masturbava. O segurança lambuzou os peitos dela quando gozou e ela ainda lhe chupou por mais algum tempo, o marido gozou em seguida espirrando no rosto dela e ela passava a mão espalhando tudo pelos seus peitos e depois levantava os peitos para lamber seus mamilos, quando o radio de comunicação do segurança chiou perguntando se ele já tinha nos achado, ele respondeu que estava tudo ordem e que nos já estávamos de saída, o marido dela guardou o cacete e deu a volta para entrar no carro, ela reclinou o banco, meteu o pé no painel e ainda alisava a sua racha me olhando com desejo, como se ainda não estivesse satisfeita. Sai na frente, entrei na avenida principal devagar seguido de perto pelo carro deles liguei a seta e encostei na próxima esquina para saber para onde iríamos, só que o casal deu dois leves toques na buzina dizendo adeus e seguiram reto, não tinha como dar marcha ré para voltar, a avenida principal e nem como contornar o quarteirão a tempo de alcançá-los, porque na frente havia uma bifurcação e eu jamais saberia para que lado eles teriam seguido e o pior de tudo e que nem peguei um telefone para tentar um novo encontro. Para quem estava se cagando de medo do marido dela, eu só tenho uma conclusão, cão que ladra não morde.

 

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