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Analogia Parte II. | Cornos | Acervo de Contos

Analogia Parte II.

Ao acordar a primeira coisa que fiz foi ligar pro Fernando dizendo que não iríamos namorar à noite, inventei que sairia com meu irmão. A essa altura o André já tinha feito um café da manhã incrível e já estava na piscina. Tomei o café às pressas, e fui me juntar a ele, que me recebeu com um sorriso acusador e uma pergunta, - Tomou o café direitinho?! Precisa recuperar a energia! Eu perguntei - por que? Ele respondeu ? ontem quando cheguei você estava desmaiada! Corei, ele riu e me chamou pra água, ficamos na piscina toda manhã, a tarde saímos juntos, e a vontade de dar pra ele crescia cada vez mais. À noite ele se arrumava, quando perguntei ? Vai sair? ? Vou, por que? ? Pensei que ficaríamos juntos, sei lá vendo um filme! ? E o Fernando? ? Ele não vem hoje, e eu não queria ficar sozinha! ? Bom se é assim, que tal sairmos pra jantar e depois vemos o filme? ? Fechadíssimo! Respondi.

Saímos, jantamos, tudo muito agradável, voltamos pra casa, chegando fui tomar banho, vesti meu baby-doll preto, já que minha intenção não era ver filme, ele fez o mesmo e vestiu uma bermuda e camiseta. Sentados no sofá, começamos a ver o filme, a temperatura caiu um pouquinho, então fui pegar um lençol que joguei por sobre as pernas e ele o compartilhou comigo, eu não conseguia sequer prestar atenção no filme de tanto tesão, lá pela metade do filme, com o silencio imperando e os olhos de ambos fixos na tela, aconteceu o que eu tanto esperava, senti o dorso de sua mão direita roçar de levinho a parte de trás de minhas coxas, já que eu estava com os pés em cima do sofá e a bunda voltada pra ele que mantinha os olhos vidrados na tela da TV, senti gradativamente a pressão da sua mão aumentar, então separei sutilmente as pernas e senti sua mão avançar lentamente para entre minhas coxas, um arrepio de tesão me estremeceu, estava a ponto de gozar, sua mão agora vagueava entre minhas coxas, tudo sob o lençol e com os olhos de ambos colados na tela, separei ainda mais as pernas, sentindo minha conivência ele aumentou a pressão da mão que a essa altura já tocava minha virilha, então o senti tentando arredar minha calcinha, uma tensão enorme se apoderava da situação, os olhos sequer piscavam grudados na tela com medo de uma das partes recriminar o que acontecia debaixo do lençol que se tornou o nosso melhor aliado, eu já não agüentava de tesão quando dei pause e disse que ia beber água, bebi água fui no banheiro, e com as pernas mal suportando o peso do corpo de tanto tesão tirei a calcinha ensopada para facilitar as coisas, voltei pro sofá, o volume embaixo do lençol era enorme, sentei na mesma posição, tudo havia voltado a estaca zero, menos o tesão que imperava, demorou algum tempo até eu sentir novamente como se fosse um dejà vu, o dorso de sua mão depois a palma, até que ele chegou no ponto onde paramos, e mesmo com os olhos na TV, pude sentir seu ar de surpresa quando não encontrou mais a calcinha, quando ele começou a brincar sutilmente com meu clitóris eu me posicionei melhor para deixá-lo bem a vontade, então vagarosamente sob o lençol encaminhei minha mão esquerda para sua perna, deslizei suavemente até onde eu queria, então toquei naquele monumento sob o lençol, comecei acariciá-lo sobre a bermuda, sentia-o latejando em minha mão enquanto meu maninho com os dedos desbravava minha bocetinha depilada a essa altura totalmente encharcada. Enfim, nos entregamos. Ele me deitou e começou a beijar meu pescoço descendo lento para meus seios, passou a língua devagar nos meus mamilos rijos de tesão, enquanto despia a parte de baixo do baby-doll descia pela minha barriguinha revezando lambidas e mordiscadas até chegar no umbiguinho, onde parou e vislumbrou minha xaninha lisinha e ensopada implorando por seu pinto, então ele começou a lamber minha virilha e aos poucos com uma paciência quase que irritante, tocou meu clitóris com a língua, foi o bastante para eu me extasiar num orgasmo quase infinito, quando os sentidos voltaram sua língua já fazia movimentos circulares dentro de mim, me deixando ainda mais tonta. Não resisti e o empurrei para o outro lado do sofá caindo sobre seu peito, fazendo o mesmo que ele havia feito comigo. Tirei sua bermuda, ele usava uma cueca slip que quase não suportava o tamanho do seu membro, por sobre a cueca apliquei leves mordiscadas naquele volume assustador, então ele próprio tirou sua cueca deixando aquele mastro pulsante quase tocando meus lábios, segurei-o forte com a mão que sequer o conseguia abarcar de tão grosso, punhetei por algum tempo aquela tentação melada, não me contive e comecei a fazer caricias com a língua por toda a cabeça, e quando marejava o néctar da luxúria eu forçava a língua na sua fenda para sorver até a última gota, comecei a chupar forte tentando engolir um pouco mais que a cabeça enquanto pensava, ?será que eu aguento?? Então ele foi se levantando aos poucos, até invertermos novamente as posições, e ele voltou a me chupar freneticamente, só que desta vez introduziu a língua no meu cuzinho, não agüentei e supliquei ? Por favor, me fode eu não agüento mais! Então ele segurou firme seu pinto gigante e masturbou minha bocetinha hora no clitóris hora na portinha, o segurei firme pela cintura e forcei meu corpo contra o dele sentindo aquela ?coisa? enorme me rasgando. Ofegante ele parou e disse: - Não posso! Eu disse: - Mas por que? ? Nós somos irmãos... e eu não tenho sequer uma camisinha! Eu pensei, quem vai ligar pra camisinha numa hora dessas, até esqueci do anticoncepcional, e disse: - você não pode parar agora, não vou agüentar! ? Só tem um jeito! Disse ele. ? Qual? ? Só se você deixar eu comer seu cuzinho! Aquilo me assombrou, eu tava com medo de dar a boceta pra ele, imagina o cuzinho. Mas ele sabia como e quando pedir, então liberei o que ele queria. Ele me pôs de quatro no sofá, enfiou a língua dentro do meu cú fazendo movimentos circulares combinados com um vaivém alucinante, meu buraquinho ficou super relaxado. Então ele se levantou, passou aquela pica enorme na minha bocetinha deixando penetrar de leve, foi o bastante para outro orgasmo, que ele soube como aproveitar, enquanto eu me contorcia de prazer e forçava minha boceta contra aquele caralho a fim de senti-lo por inteiro, ele o encaminhou na portinha de trás, fazendo leves movimentos de vaivém quase imperceptíveis revezados com linguadas super molhadas, que relaxavam meu cuzinho cada vez mais, e lentamente foi introduzindo aquele colosso em mim, segurando firme meu seio com uma mão enquanto a outra massageava sutilmente meu grelinho, recobrei os sentidos quando senti meu buraquinho ser invadido pela glande, que como um ponteiro, era um pouco mais aguda. Senti um arrepio partir do cóxi até a nuca, quase perdi o sentindo, aproveitei a vertigem e forcei o bumbum pra trás, foi a melhor dor do mundo, então ele se aprumou abrindo meu bumbum com as mãos e deixando eu fazer o movimento, comecei devagarzinho e fui aumentando a intensidade conforme amenizava a dor, aos poucos meu cuzinho parecia ficar anestesiado com aquela anaconda desbravando ele. A essa altura eu estava completamente entregue ao prazer que já dominava de longe a dor, foi quando senti suas mãos contornarem minha cinturinha com força administrando de vez a situação, e como um garanhão ele comeu gostoso meu cuzinho, no auge da luxúria entre gemidos comecei a ouvi-lo sussurrar ? Vai putinha, mete gostoso! Vocês não sabem o quanto isso me excita. A razão já não cabia no contexto, e eu respondi ? Ai maninho, come meu cuzinho, fode com força, mete gostoso! Eu só queria me sentir arrombada, e foi o que ele fez com louvor. Depois de eu ter gozado inúmeras vezes senti uma estocada funda e um esguicho que parecia uma mangueira pulsando dentro de mim e me enchendo de porra, pensei que haveria uma pequena trégua, mas sem tirar o pauzão do meu cuzinho, me virou e sentou no sofá, começamos tudo de novo, só que agora era eu por cima, comecei a rebolar naquele caralho imenso, com movimentos intensos em cima em baixo,meus dedos junto com os dele hora massageando meu grelinho hora introduzidos na minha bocetinha rosadinha e completamente ensopada, então quando senti ele morder a parte de trás do meu pescoço gozei como uma vadia numa orgia e quando senti que seria a vez dele, me levantei e cai de boca naquele mastro lambuzado, enquanto meu cuzinho não parava de latejar eu pedia pra ele gozar na minha boquinha, então ele segurou minha nuca e forçou pra baixo, senti várias esguichadas no fundo da garganta, era tanto leite que eu cheguei a engasgar mas engoli tudinho, depois ele me sentou no colo sorriu e disse: - Cê é louquinha! (muitos risos).

Fomos pro chuveiro trepamos, depois prá piscina trepamos depois pro quarto... Ah! Depois o putinho comeu minha bocetinha, espertinho não! Sei que no outro dia eu não agüentava nem sentar.

 

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