Acervo de Contos

Escreva o seu conto

Escreva o seu próprio conto erótico e envie para o seu publico alvo.

envie-seu-conto

Assine nosso feeds

e receba os últimos contos eroticos do site

 
Recomende o site

Alisson - o lourão dotadão | Cornos | Acervo de Contos

Alisson - o lourão dotadão

Uma tarde, após o trabalho, retornava à pé para casa, quando um jovem louro que também seguia à pé, alcançou-me e fomos conversando. Era um rapaz aparentando uns 19 anos, 1,90 de altura, magro, um cabelo louro, bem cortado, com um penteado que realçava. Enfim, um rapaz muito bonito e que eu não o conhecia no bairro. Perguntei seu nome e ele me disse que é Alisson.

Quando nos despedimos, ele perguntou-me onde morava. Embora morássemos no mesmo bairro, nossas casas ficavam distantes. Ele disse que havia se mudado para o bairro há pouco tempo, motivo pelo qual nunca havia visto aquele rapazinho antes. Contei a ele qual era a minha casa, na esquina, e ele falou que depois iria me visitar pra gente conversar mais. Que havia gostado de conversar comigo, etc.

Cheguei a casa, lanchei, tomei banho e fui para meu quarto assistir os noticiários da tv. De repente, a campainha tocou. Fui atender e para minha surpresa era o moço louro que havia conhecido. Convidei para entrar e contei que estava assistindo jornal. Ele foi para o quarto comigo e ficamos assistindo jornal e jogando conversa fora. Ele mexeu no rack da televisão e viu alguns filmes. Interessou por um filme, da série ?brasileirinhas? e perguntou-me se era bom, se podíamos assistir, etc. Falei que se quisesse poderia levar para assistir em casa, mas ele disse que morava com os pais e não tinha como assistir filme pornô em casa. Permiti que ele colocasse o dvd no aparelho e ficamos encostados na cabeceira da cama, vendo aquela seção de pornografia. Fiquei muito excitado e não dava para disfarçar. Olhava para ele e ele com os olhos estufados, quase pulando na tela da televisão. Peguei sua mão e coloquei para segurar meu caralho, que tava duro feito pedra. Ele não reagiu e segurou, numa boa. Pedi para ele tirar pra fora e ele tirou, batendo uma punheta para mim. Pedi a ele que me chupasse e ele prontamente me atendeu. Pediu que eu também batesse uma punheta pra ele. Quando enfiei a mão na sua calça, era um pauzinho mole e pequeno. Fiz uma massagem no peruzinho do menino, mas ele não quis levantar. O lourinho me fez gozar bastante e foi embora.

Passados uns três dias, a campainha da minha casa toca à noite. Não tenho o costume de receber visitas. Fui ver quem era e nem a chave do portão eu levei, porque meu costume é de atender no portão e de lá mesmo dispenso as pessoas, sem convidar para entrar. Chegando lá, para minha surpresa era o Álisson. Cumprimentei e ele falou que tinha vindo me fazer uma visita. Busquei a chave, abri o portão e ele entrou. Chegando na sala, tirou um dvd que havia trazido e me convidou para assistir. Fomos pro quarto, ele mesmo ligou a tv e o dvd e colocou o filme. Era um filme pornô gay, com quatro ?estórias? e o primeiro filme era de um cara que saiu caminhando por uma longa estrada... Depois, vimos uma partida de futebol, onde no vestiário aconteceu uma putaria entre os jogadores. A esta altura estávamos só de cueca e o lourinho começou a me chupar e deixar louco de tesão. Não sabia que o carinha era tão bom de serviço. Tiramos as cuecas e ficamos peladinhos. Ai veio a minha surpresa. O carinha tinha um pauzão de uns 19 cms., grosso, louro, com uma cabeça rosa, com uma pele que encobria quase toda a cabeça da sua rola. Interessante é que ele tem um saco muito grande, descomunal, com duas bolas normais lá dentro. Fiquei assustado, porque da primeira vez era pequenina e mole e desta vez, resolveu reagir e ficar potente. Naqueles abraços e pegação, o carinha me chupava, batia minha rola na boca e no rosto, gemia e chorava. Ai ele me pediu para eu come-lo. Coloquei a camisinha e ele já ficou de 4, esperando. Tentava enfiar, mas o viadinho era muito apertado e não entrava. Ele ficava me desafiando: ?não vai dar conta de me comer?? Depois de muitas tentativas, consegui enfiar a cabecinha, mas ele não aguentou de dor e pediu para parar. Como não queria machucar minha menina, obedeci. Gozamos bastante e ele foi embora. Me pediu para comprar vaselina e mais preservativos, que ele ia voltar.

No outro dia, passei na farmácia e falei com o balconista que queria vaselina para lubrificar a máquina de sorvete expresso. Comprei um pote de meio quilo de vaselina. À noite, já deixei o portão destrancado e quando meu lourinho chegou, iniciamos uma pegação entre nós e ficamos relando, pau com pau, enquanto esfregávamos nossas bocas nos ouvidos, pescoço e mamilos um do outro. Ele não curtia beijar. Fomos nos despindo lentamente e ele me pediu para tomar um banho, pois estava vindo direto do serviço. Mostrei o banheiro que fica numa varanda nos fundos da casa e falei que ia levar-lhe uma toalha. Enquanto ele tomava banho, peguei um colchão de casal que estava num dos cômodos e joguei na varanda, de tal forma que víamos a lua e as estrelas. Quando cheguei com a toalha, vi aquele monumento louro peladinho, de pau duro. Com um sorriso maroto, convidou-me para tomar banho com ele. Entrei debaixo do chuveiro e lá mesmo ganhei um delicioso boquete. E o carinha batia meu caralho no rosto, na boca e dizia que era minha putinha. Também fiz um boquete para ele e virei ele de costas e chupei aquele cuzinho rosado, sedento por rola. Feito dois animais no cio, nos deitamos no chão do banheiro e fizemos um delicioso 69, onde ele chupava minha rola e meu saco eu chupava o seu caralho, seu sacão e seu cuzinho rosa. Depois, enxaguamos nossos corpos, nos secamos e levei ele praquele colchão que estava jogado no chão. Dei mais uma chupada no seu cuzinho e deixei ele molhadinho pela minha saliva. Peguei aquele potão de vaselina e lambuzei bem a entrada do seu rabinho. Coloquei um dedo e fui massageando, lambuzando de vaselina. De repente, coloquei dois dedos, massageei até no fundo e coloquei três dedos. Neste momento, o bichinho gemia e rebolava nos meus dedos. Percebi que era hora de atacar. Coloquei a camisinha, lambuzei ela com mais vaselina e fui penetrando, desta vez sem dificuldades. Quando vi, minhas bolas batia na sua bunda, ele rebolava e dizia ser mina puta; que tinha arranjado um macho para arregaçar seu cu e arrancar suas pregas. Aquilo aumentava o meu tesão e eu fui metendo com mais força. Depois, deitei de costas e pedi para ele cavalgar no seu cavalo. Virei ele de ladinho e o comi, de conchinha... quando não aguentava mais, pedi para descansar, sem gozar. Ele com o pau duro feito um poste de luz. Perguntei se ele queria me comer e ele me respondeu: ?a puta aqui sou eu?. Descansei as pernas e começamos tudo de novo, até gozar. Busquei um suco para nós e recomeçamos a foda... Meu lourinho não saciava.

Virou rotina: uma, duas e havia semana que ele ia na minha casa até três noites seguidas, onde sempre fazíamos a festa.

Depois me mudei de cidade e sempre ele me ligava querendo me ver. Chegou até a me visitar na cidade onde resido atualmente. Sempre que vou na minha cidade, passo na casa dele a gente conversa e da uma saidinha.

Esta semana ele me ligou. Pergunte como estão as coisas; se ele casou. Ele me contou que está morando com uma mulher, uns 20 anos mais velha do que ele. Vamos ver quanto tempo vai durar esse romance deles e se ele esqueceu mesmo do meu caralho.

 

Gostou? Vote no Conto:

12601 visitas