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A vizinha e a tela da cerca | Cornos | Acervo de Contos

A vizinha e a tela da cerca

Em 1992 por ser filho de policial militar fomos obrigados a morar numa cidadezinha chamada Maravilhas, bem pequena no interior de minas gerais. Estava com 18 anos, quando cheguei na nova casa que era cercada de tela e bambu, notei que a mulher do vizinho era bem atraente, com seus 35 anos, 1,70 e bem fofinha, com cintura marcante e um bundão de impressionar, com seios pequeninos. Sempre ficava sozinho em casa durante a tarde, visto que meus pais trabalhavam o dia todo. Então comecei a praticar o voyerismo da vizinha que lavava roupa de costas virada para os fundos da minha casa. Um dia tomei coragem e a pedi um pouco de acúcar e ela com a camisa molhada me atendeu pela tela. Fiquei louco com aqueles seios pequenos e duros!! Ela me perguntou se estava gostando da cidade e então disse que sim e disse que a cidade era muito boaa!! Dessa forma, toda tarde passei a bater papo com ela pela janela e comentar sobre novelas. Até que certo dia ela comentou sobre uma personagem que traía o marido, e perguntou o que eu achava, como já havia 3 meses que conversava com ela sobre tudo. Disse que achava normal e que se o marido aprontava e ficava bebendo, chegando tarde ou xingando a esposa, ele tinha que tomar chifre mesmo. Aproveitei que o marido dela não era nenhum santo, que gostava de buteco e baralho. Então ela ficou com aquilo na cabeça, percebi que ela ficou pensativa. No outro dia ela me perguntou se eu já havia conhecido uma mulher, e eu disse que NÃO. Mas ficava louco com alguém da vizinhança, então ela curiosa perguntou se era uma adolescente ali da vizinhança, fiz mistério mas disse que era alguém muito melhor. Assim ela falou me conta, vou manter segredo e disse que era evangélica, não contaria para ninguém. Então falei para ela chegar bem perto da tela para contar no ouvido dela e quando ela chegou bem perto ela estava ofegante e tão quente que parecia uma fornalha. E por cima da cerca não aguentei estiquei o pescoço e passei a língua dentro da orelha dela. Ela suspirou e me beijou com tanta força que quase gozei ali mesmo. Mas ela começou a passar a mão no meu pau por cima da calça e a tentar abaixar a minha bermuda, mas a cerca não deixava, então ela gemia e dizia, deixa eu ver!! Quero sentir! Então coloquei pra fora e passei pela tela e ela abocanhou como se estivesse sem há anos e me puxava pelo pau e abocanhava e puxava e abocanhava, até que se virou, levantou a sua saia, arredou a calcinha e deixou entrar tudo, naquele vai e vem frenético e enlouquecedor, sob a sombra de um pé de manga, até que gozei nela toda, explodi de tesão. No entanto, quando terminamos bateu um arrependimento nela e ela correu para dentro de casa sem olhar para mim.

 

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