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A ultima transa  | Cornos | Acervo de Contos

A ultima transa 

Tudo que eu queria era apimentar a nossa relação, poder fazer sexo com outros parceiros sem destruir o nosso casamento, sem parecer uma traição e é por isso eu vinha insistindo com ela na possibilidade de nos tornamos adeptos a pratica do swing ou ménage.

Ela se mostrava completamente intransigente a pratica e não podia nem ouvir falar no assunto que acabava o clima. As hipóteses levantadas eram sempre a repulsa de uma outra mulher lhe tocando e a duvida do meu amor por querer lhe entregar nos braços de outro homem, o que ela sempre completava dizendo que o dia que ela quisesse um outro homem, é porque o nosso casamento tinha chegado ao fim e ai eu não precisaria me preocupar porque ela mesma escolheria um homem para ela. 

A rotina vinha nos afastando pouco a pouco, passávamos semanas sem nos tocar e fazer sexo com ela era uma obrigação que raramente nos levava ao prazer, quando terminávamos éramos corroídos pelo vazio da certeza de que estava faltando algo. Para mim, um pouco de luxuria e sensualidade e para ela amor e romantismo. 

Quando entrei em casa naquela noite e a encontrei na sala conversando de rostinho quase colado com outro homem, logo percebi que havia alguma coisa de errado. Fomos apresentados e ironicamente aquele homenzarrão se chamava Ricardo ou Ricardão para os cornos. Ela começou dizendo que havia pensado muito na minha proposta e que se eu ainda quisesse, ela gostaria de tentar, topei na hora achando que eu iria participar daquela que seria a primeira das minhas aventuras conjugais e que tantas outras depois viriam. Ela continuou, disse que não se sentia muito a vontade com dois homens ao mesmo tempo e me pediu para ficar sentado olhando se realmente era daquele jeito que eu queria que ela se comporta-se na cama, eu acabei concordando e me acomodei na poltrona para assistir ela transar pela ultima vez.

Ela sempre pedia para que eu apaga-se a luz, mas naquele dia ela fez questão que as luzes estivessem bem acesas para que eu não perde-se nenhum detalhe de como se deve tratar uma mulher e iniciou o seu show. O Ricardão lhe ajudou abaixando o zíper do seu vestido e quando ele caiu, revelou uma linda e sensual combinação, ele a conduziu carinhosamente para o sofá deitando-se sobre ela e entre os beijos foi terminando de lhe despir, abriu as suas pernas e lambeu a sua xoxota deixando ela cheia de tesão. Depois foi a vez dela de lhe retribuir a chupada, ficou ajoelhada na frente dele e começou a lhe despir, colocou a sua enorme piroca na boca e enquanto lhe chupava me encarava nos olhos como se quisesse ver a minha aprovação. Eu já estava tão excitado que me aproximei querendo participar mas, ela mandou que eu tira-se a minha roupa e fica-se sentado olhando ate o Ricardão terminar e eu acabei obedecendo. O Ricardão colocou as costas dela deitada no sofá, levantou as suas pernas e ajoelhado no chão bem a sua frente, começou a pincelar a sua enorme piroca na xoxota dela e depois que ela ficou bem lambuzada ele a penetrou, as suas unhas cravavam no tecido do sofá enquanto ele ia lhe introduzindo, ainda faltava uns quatro dedos de piroca para entrar tudo quando ele atingiu o fundo dela fazendo-a urrar de prazer, em seguida ele iniciou o vai e vem e aqueles quatro dedos de piroca que faltavam para entrar, desapareceram para dentro dela quando os seus corpos encostaram um no outro. Parecia lhe faltava o ar enquanto ela comprimia o ventre, ele estava indo muito fundo, ela virava a sua cabeça de um lado para o outro extasiada ate anunciar que já estava gozando. 

Me levantei segurando a minha piroca dura na mão, que já estava babava de tanto tesão, achando que já era a minha vez de participar mas, novamente ela mandou que eu espera-se e inquieto eu me sentei. Vi o Ricardão coloca-la de quatro sobre o sofá, ele começou a lhe dar palmadas na bunda mandando que ela empurra-se o seu corpo contra o dele e exigia que ela o agasalha-se por inteiro se não a palmada era mais forte e ela obedecia socando seu rabo contra a piroca dele, quando ela começou a retardar os seus movimentos nem as palmadas mais fortes na sua bunda a fizeram remexer ai o Ricardão segurou firme na sua cintura e rapidamente começou a meter, ela urrava e mordia o encosto do sofá se contendo ate não agüentar mais e anunciar pela segunda vez que iria gozar, ela se manteve de quatro depois do gozo e o Ricardão subiu no sofá, ele ficou esfregando a sua enorme piroca na xoxota babada da minha mulher que pela terceira vez novamente anunciou que iria gozar e desta vez eu pude confirmar o seu prazer vendo os riscos molhados que lhe escorriam de perna abaixo enquanto ela tentava conter os seus gritinhos de tesão, em seguida o Ricardão segurou a sua piroca na mão e começou a pressionar contra o seu cuzinho, ele ameaçava a enfiar e quando tirava eu podia ver aquele cuzinho rosado piscando querendo a sua piroca, ele tornava a ameaçar entrar e a cada vez que ele ameaçava ele entrava mais um pouquinho ate que ela não agüentou mais a provocação e empurrou o seu cuzinho de encontro a piroca dele, fazendo com que ele lhe arromba-se de um vez. A essa altura eu já me punhetava de tanto tesão, me segurava para não gozar e torcia para que o Ricardão goza-se logo para que eu também pude-se meter no rabo da minha mulher e goza-se todo o meu prazer naquele seu maravilhoso cuzinho. Voltei a me levantar quando o Ricardão acelerou os seus movimentos e começou a urrar, pensei que ele logo fosse gozar e me cederia a vez mas, ele se sentou no sofá e puxou a minha mulher para cima do seu colo, com a mão ela guiou, sentou com o seu cuzinho e foi escorregando na sua enorme piroca ate ela sumir, com as suas pernas abertas ela me permitia ver o seu cuzinho preenchido enquanto ela esfregava rapidamente a sua xoxota anunciando pela quarta vez que iria gozar. Apertei a minha piroca inutilmente tentando conter o meu gozo mas simultaneamente nos três gozamos, a xoxota dela esguichava de prazer enquanto a piroca do Ricardão golfava no cuzinho dela e a minha cuspia na minha mão. 

Ela mandou que eu me deita-se no chão, prontamente obedeci achando que ela viria por cima, ficou de pé sobre o meu corpo e abriu bem a bunda com as mãos, deu uma leve agachadinha e forçou aos peidos ate expulsar toda aquela porra do seu cuzinho. Aqueles resquícios de porra meio amarelado porque estavam misturados as fezes foram caindo sobre o meu peito e quando ela acabou, disse que estava cagando para mim, não importava se eu não a amava mais porque ela já havia encontrado quem lhe fizesse mulher, vestiu-se e foi-se embora com o Ricardão. Ela deixou a nossa casa, me abandonou para viver ao lado dele enquanto eu fiquei de piroca dura na mão sofrendo por aquela que hoje não é mais a minha mulher porque essa foi a nossa ultima transa.     

 

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